Depois de muito planejamento, trabalho, correria e esforço, lançamos o ebook #MídiasSociais: Perspectivas, Tendências e Reflexões. A proposta do ebook é reunir trabalhos de alguns profissionais e pesquisadores que fazem a comunicação digital brasileira. Dividido em sete seções (Primeiros Passos, Inteligência Coletiva, Política, Educação, Novas Mídias, Economia e Ambiente Corporativo), reúne 18 artigos que prometem ajudar a fomentar o debate em torno do tema. Foi organizado por mim, Danila Dourado, Marcel Ayres e Renata Cerqueira. A diagramação, lindérrima, é responsabilidade de Danila e Rodrigo Lessa.
Publiquei o artigo “Monitoramento de Marcas e Conversações: alguns pontos para discussão”, que trata de definir monitoramento, revisar o que já se escreveu sobre monitoramento, apresentar alguns de seus recursos principais e apontar alguns possíveis desdobramentos. Publicamos na seção “Inteligência Coletiva”, que também conta com o artigo “Coolhunting: utilizando as mídias sociais para identificar tendências”, da Renata Cerqueira (PaperCliQ) e com o artigo “”Redes sociais e inteligência de mercado”, do Henrique Puccini (Humantech).
Vejam abaixo o ebook nos formatos Issuu e SlideShare.
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Pra quem quer debater e discutir o tema com os autores, recomendo dois links. O primeiro é uma lista tweepml que permite que todos sejam seguidos de uma só vez: http://tweepml.org/?t=487542 . O segundo é o link do chat #PaposEmRede. O chat online, criado pela Márcia Ceschini, que ocorre quinzenalmente, terá uma edição especial hoje (21-09), às 21 horas. A Danila Dourado mediará o papo que contará com a participação de alguns dos articulistas. Entre os confirmados: Patrícia Moura, Henrique Puccini, Mirna Tonus e Nina Santos. Não perca: www.tinychat.com/midiassociais.
Persuasive Technology. O livro de BJ Fogg é fruto de um ramo de pesquisa criado em seu laboratório. Captology vem de “computer as persuasive technologies”, ou “computadores como tecnologias persuasivas”. O grupo de
A Representação do Eu na Vida Cotidiana. A pesquisa de Erving Goffman parte do entendimento que os indivíduos, em sociedade, representam papéis para platéias – as pessoas com as quais convivemos. Utilizando essas metáforas, a teoria dramatúrgica é essencial para entender como as pessoas querem se representar, comunicar e interagir também na internet. Além do livro de Goffman, recomendo, sobre o assunto, parte da pesquisa de Judith Donath (como
A Cauda Longa. Com certeza o mais conhecido entre os três deste post, o livro de Chris Anderson vendeu bastante. Curiosamente ou não, Anderson é o editor-chefe da Wired, revista na qual Nicholas Negroponte também contribui.
A Vida Digital, de Nicholas Negroponte. O livro foi lançado em 1995. Mal existia o Windows 95 ainda e o Netscape era rei. O professor de Tecnologia da Mídia do MIT discute os meios de transmissão das informações e dados (no capítulo Bits são Bits), os desenvolvimentos na interface homem-computador (no capítulo Interface) e a própria vida digital, no capítulo de mesmo nome.
Sociedade em Rede. Publicado pela primeira vez em 1996, o livro faz parte da trilogia “A Era da Informação: Economia, Sociedade e Cultura” do sociólogo espanhol Manuel Castells. É indispensável para quem deseja entender como a globalização e as tecnologias de informação e comunicação, ao colocar o mundo em rede, transformaram a economia, a sociedade, os negócios e a cultura.
Cultura da Convergência é um livro publicado já em um momento em que banda larga, dispositivos móveis e mídias sociais são realidade. Henry Jenkins analisa a cultura da convergência partindo de alguns produtos culturais. Por exemplo, analisa as narrativas crossmedia a partir do caso de Matrix Reloaded e Matrix Revolutions. Analisa a cultura da colaboração, paratextos e comunidades de interesse a partir de spoilers da série americana Survivor.