Marcar com Estrela #6: mídias sociais, rede globo, live streaming, crise de imagem

5 Steps for Successful Social Media Damage Control
Sharlyn Lauby, do Mashable, escreve cinco passos básicos para controlar danos através das mídias sociais.

Justin.TV launches video streaming service for Facebook Pages
O blog Inside Facebook, minha descoberta recente, escreve sobre a ferramenta de live streaming agora livre para todas as páginas do FB.

Câmara libera uso da Internet em campanhas eleitorais, mas promove concentração da publicidade no mainstream midiático
O jornalista Yuri Almeida escreve sobre a recente aprovação do projeto de lei que regulamenta o uso da internet nas campanhas eleitorais. Decisões chave para o avanço (ou atraso) tanto da democracia quanto da comunicação digital brasileira. Em breve, mais conteúdo aqui no blog.

Outdoor interativo para vender imóveis
Outdoor interativo na Times Square mistura digital signage, mobile marketing e buscas.

Who Uses Social Networks and What Are They Like? (Part 2)
RedWriteWeb continua a postar e comentar dados de uma pesquisa sobre os usuários das diferentes redes sociais nos Estados Unidos.

A Revista Veja continua a não entender a internet?

A revista Veja de 08 de julho traz uma matéria de capa chamada “Sozinhos.com?”, para chegar à conclusão de que “ter milhares de amigos virtuais não deixa ninguém menos solitário”. Concordemos ou não com essa asserção, o grande problema é que esta revista carece de rigor e edição.

veja

Não sei se por simples desconhecimento ou por sentir-se ameaçada, a revista Veja continua a produzir conteúdo raso sobre a internet e as redes sociais. O mais constrangedor é o box “Como entrar em uma rede social”. São dez passos finalizados com “Pode-se, mas não é recomendável para quem não quer parecer infantil, fazer parte de um grupo de pessoas com base em afinidades” (sic). Segundo a revista, as fontes são Luli Radfahrer e o Ibope Nielsen Online. Os jornalistas erraram feio na edição, deixando a frase ampla demais sem o final, transformando-a em uma estupidez sem tamanho.

Comércio Eletrônico e Mídias Sociais

Slides de relatório produzido no Observatório de Publicidade em Tecnologias Digitais. Produzido em parceria com Lucas Reis entre fevereiro e abril de 2009, foi o último relatório que produzi no Observatório, do qual me desliguei em abril. Toda minha produção no Observatório pode também ser conferida no Slideshare: Publicidade em Redes Sociais Online, Publicidade em Vídeo Online, A Campanha Digital de Barack Obama (case), Otimização de Mídias Sociais e Politics 2.0: A Campanha Online de Barack Obama em 2008 (artigo). Para conferir a produção dos outros pesqusiadores, visite também o slideshare do Observatório.

Marcar com Estrela #5: mobile marketing, facebook, esquire, mídia social, google apps, microsoft

Esquire estréia blog
O departamento de arte da revista Esquire abriu um blog. Cá no Brasil, o Faz Caber é o blog da equipe de arte da Época que já tem dois anos de existência.

2.5 milhões de estudantes mineiros com o Google Apps
O governo de Minas fez acordo como Google, para que todos os estudantes do estado tenham acesso ao Google App Education

Wunderman cria área de marketing móvel
Sinal dos tempos: agência cria área exclusiva para desenvolvimento e criação de campanhas para mídias móveis

Mídia Social além do Hype?
Também, mas não só, como explica Raquel Recuero.

Facebook’s Twitterification: Is it the Right Move?
O Facebook está indo no caminho certo ao “twitterficar-se”?

Microsoft lança rede social
Tenham medo. No primeiro contato que tive, uma única percepção pulou aos meus olhos: “horrível”. No exato momento estou tentando fazer meu cadastro. Sistema cheio de erros. Se valer a pena, depois faço uma análise sobre o Windows Live Planet (até o nome é triste…)

O Livreiro – Conheça o Livreiro

O Livreiro: a comunidade para quem gosta de livro

No início do ano, produzi um relatório sobre Comércio Eletrônico e Mídias Sociais, e identifiquei uma tendência no avanço do uso de conteúdo gerado pelo usuário a uma nova etapa de envolvimento. A livraria Amazon, referência no assunto, sempre teve dois pilares básicos para seu sucesso: uma logística tremenda e uma interface que dava poder aos visitantes e compradores escreverem suas próprias resenhas e melhorar as informações de seus produtos. Assim, os usuários poderiam conhecer melhor os livros para comprar – ou desistir de comprar, a depender das informações -, e a Amazon ganhava em visitas, posicionamento nas buscas e prestígio = mais lucro.

O avanço no uso do conteúdo gerado pelo usuário a que nos referimos era passar das recomendações, notas e resenhas para uma maior integração às mídias sociais, incluindo a criação de mídias sociais exclusivas da amrca. Há menos de um ano, foi criada a mídia social de nicho de consumo Skoob, na qual os usuários cadastram seus livros. Sem muito investimento, o Skoob faz um relativo sucesso com a ajuda dos usuários cadastrados, mas ainda não passou dos 25.000 perfis.

O Livreiro- a comunidade para quem gosta de livro

Entretanto hoje, 01 de julho, foi lançado “O Livreiro: a comunidade para quem gosta de livro“, com o apoio da Livraria Cultura. Os usuários, ao invés de ter de cadastrar os livros, terão acesso a uma base que já contêm 2,2 milhões de livros. O Livreiro possui as ferramentas que o Skoob, ferramentas de redes sociais como comunidades e um diferencial pra fechar o pacote com grande estilo: escritores e críticos profissionais contratados para criar conteúdo exclusivo.

Estou começando utilizar agora O Livreiro (meu perfil), mas a Livraria Cultura está de parabéns. Entendeu que o consumidor usuário de internet não se satisfaz apenas com a oferta dos produtos, mas quer mais informações, experiências sociais e se expressar. Vamos acompanhar e ver como se desenrola.