Pesquisa e Desenvolvimento para Comunicação Digital

Ontem eu incorporei a imagem abaixo aqui nesse post, para escrever hoje um post sobre pesquisa e desenvolvimento. Ao acordar e fazer minha terceira ação “pós acordar”, que é ler o Google Reader, vi a notícia da criação do MediaLab da Unilever. Não podia ser mais apropriado.

Segundo o texto publicado na Meio & Mensagem Online, o MediaLab é “um ambiente que deverá servir de experimentação para as ações da companhia nos meios digitais.” Com apoio de agências digitais e outros parceiros, a empresa gigante criou este laboratório para testar formatos e efetividades pra sua comunicação. Eu acredito que essa é uma tendência a ser abraçada por mais empresas do porte da Unilever que, naturalmente, devem investir bastante em pesquisa e desenvolvimento.

Mais especificamente no que tange “as novas tecnologias” e a comunicação digital, isso é indispensável não apenas para empresas do porte da Unilever. Agências de propaganda e agências digitais que se propõe entender o mundo digital deveriam sempre possuir pessoal – ou pelo menos investir parte do tempo do pessoal – dedicado à atualização dos conhecimentos e serviços.

Na atual configuração da minha agência, sou responsável por isto junto com uma assistente formanda em computação, algo pensado também para diversificar as “óticas” com as quais a equipe vê a comunicação. Veja um post da Aline Bessa sobre a relação entre Pesquisa e Inovação nas Empresas. Na verdade, a própria criação da agência se deve a uma experiência de integração universidade-mercado na UFBA.

Gosto bastante do grárfico abaixo, publicado no artigo “Bridging the gap between research and industry”, Brian David Johnson. O Arquiteto de Experiência do Consumidor da Intel’s Digital Home – User Experience Group vê o processo de desenvolvimento da seguinte forma:

Segundo Johnson, “Revisiting old problems and asking new questions, discovering new possibilities, and creating new approaches is the cornerstone of innovation, and it not only advances science but also fuels industry developments.” Um parabéns à Unilever que acredita nisso e um chamado a mais empresas e agências a fazer o mesmo.

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