Confiança no e-commerce – opiniões dos internautas nas mídias sociais

Em outubro do ano passado, nós da PaperCliQ desenvolvemos uma pesquisa sobre confiança no e-commerce.Foram 174 respondentes brasileiros que nos permitiram observar tendências que já estão sendo comprovadas na prática e em outras pesquisas.

Entre os aspectos que dão maior segurança na execução de uma compra, “Opinião de outro internauta sobre a loja” aparece em segundo, logo depois de conhecer a loja. Mais da metade dos usuários já postaram a avaliação de algum produto na internet. E a maior fonte de informações sobre os produtos são as redes sociais. Para ver estes e outros dados:

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Blog sobre o mercado de bens virtuais

Virtual Goods Insider

Muitos ainda se questionam, com cara de espanto, “como pode alguém pagar por um presente virtual?” Parte desses não se espantaria, ou até tem as suas próprias, com as camisas que, por ter um jacarezinho bordado são várias vezes mais caras que o normal. Bens virtuais são produtos tão palpáveis como produtos culturais que ninguém contesta o valor, como álbuns musicais, filmes etc. Eu diria mais: bens virtuais como itens em jogos e ferramentas para mídias sociais podem ser até mais envolventes por uma série de motivos. E, com certeza, podem trazer cargas simbólicas mais sofisticadas que o jacarezinho na camisa.

Sabendo disso tudo e com experiência em mídias digitais e jogos online, Ravi Mehta criou o blog Virtual Goods Insider. Ravi escreve sobre a economia dos bens virtuais e suas diversas facetas, inclusive uma que me interessa em particular: estratégias de marketing através de bens virtuais em aplicativos sociais.

Entrevista com Jay Handelman, professor de cool hunting

Cool hunting é uma atividade que vem ganhando o Brasil nos últimos anos. Ano passado começamos (PaperCliQ) a oferecer este serviço para uma agência com sede aqui em Salvador e tenho pesquisado as raízes da prática. Recentemente encontrei uma entrevista de 2006 com Jay Handelman, professor de marketing, branding e cool hunting na Queen’s University. A entrevista completa poe ser lida em inglês no site Trendhunter, mas traduzi algumas das perguntas e respostas:

Como você define uma tendência?
Uma tendência é uma onda de atividade cultural que captura a imaginação de um grupo de  consumidores por um dado período de tempo. Esse período de tempo para estar ficando cada vez mais curto ao longo dos anos.

Por que você acha que é importante descobrir tendências e caçar o novo?
Porque representa o ponto de corte do gerenciamento de marketing. Os dias de categorizar consumidores em segmentos e achar que as pessoas em um dado segmento são homogêneas e que raramente mudam seus gostos e interesses não existe mais. Entender os fundamentos e tendências e caçar o novo permite desenvolver um conhecimento de como planejar a função do marketing nesse novo ambiente.

Para ler mais sobre cool hunting, acesse o Trendhunter e meu texto “Sobre marteladas, submarino e tendências“.

A bússola do social marketing

Brian Solis é um dos profissionais mais reconhecidos no mundo das mídias sociais e, sem dúvida, um dos meus observadores prediletos desse mundo em constante transformação. Ano passado ele lançou um infográfico chamado de “A bússola do social marketing” (Social Marketing Compass). Segundo Solis, “Uma bússola é um dispositivo para  orientar descobertas e serve como um verdadeiro indicador de direções físicas. A bússola do social marketing aponta para a marca uma direção física e experimental para verdadeira e efetivamente conectar-se com consumidores, parceiros e influenciadores, onde eles interajem e procuram por orientação online.“

Colocando a marca no centro da bússola, vai através de quatro níveis do social marketing:  atores, plataforma, canais e emoções/sentimentos. Interessantíssimo, cliquem na imagem abaixo para ver em tamanho maior:

social marketing compass