Busca da Atenção: Arquétipos

Slideshow de aula de André Ursulino sobre Comunicação Mercadológica, na ESPM. “O arquétipo é um eleito de nossa estrutura psíquica e assim, um componente vital e necessário em nossa economia psíquica. Ele representa ou personifica certos dados instintivos da obscura mente primitiva, as raízes invisíveis da consciência” JUNG – Psyche and Symbol, 1958.

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Ebook Comunicação e Marketing Digitais: práticas, conceitos, métricas e inovações

O ebook Comunicação e Marketing Digitais: práticas, conceitos, métricas e inovações foi lançado! Organizado por Marcello Chamusca e Márcia Carvalhal, a publicação reúne artigos de 14 profissionais brasileiros. Veja o índice, leia e baixe o ebook:

PREFÁCIO – DE UM MUNDO EM MUDANÇAS PROFUNDAS, Paulo Nassar, pág. 6
APRESENTAÇÃO, Marcello Chamusca e Márcia Carvalhal, pág. 8

PRIMEIRA PARTE
aspectos conceituais e práticos da comunicação e marketing digitais
O PODER DO ENGAJAMENTO ATRAVÉS DA PROMOÇÃO NAS PLATAFORMAS SOCIAIS, Patrícia Moura, pág. 16
COMUNICAÇÃO 2.0: O VIRTUAL CONSTRUINDO PONTES PARA O MARKETING DIGITAL, Mara Lucia M. Baroni, pág. 44

SEGUNDA PARTE
métricas em comunicação e marketing digitais
APONTAMENTOS SOBRE MÉTRICAS EM COMUNICAÇÃO E MARKETING DIGITAL, André Telles, pág. 84
O PODER DO CONHECIMENTO, Mirna Tonus e Marlon Wender Pinheiro Costa, pág. 94
MENSURAÇÃO EM MÍDIAS SOCIAIS: QUATRO ÂMBITOS DE MÉTRICAS, Renata Cerqueira e Tarcízio Silva, pág. 119

TERCEIRA PARTE
inovações em comunicação e marketing digitais
TRANSMÍDIA STORYTELLING: A ARTE DE CONTAR ESTÓRIAS NO MARKETING, Martha Gabriel, pág. 142
NETNOGRAFIA E COOLHUNTING: IDENTIFICANDO ASPECTOS COMPORTAMENTAIS E TENDÊNCIAS NAS MÍDIAS SOCIAIS, Aline Bessa, Danila Dourado E Marcel Ayres, pág. 165
COMUNICAÇÃO MÓVEL E MOBILE MARKETING: CONCEITOS, USOS E APLICAÇÕES, Marcello Chamusca e Márcia Carvalhal, pág. 191
MÍDIAS SOCIAIS E INOVAÇÕES NA EDUCAÇÃO, Gabriel Leite, pág. 221

CRÉDITOS, 237


Para Entender as Mídias Sociais

A Ana Brambilla organizou o ebook “Para Entender as Mídias Sociais“, inspirado no “Para Entender a Internet”, organizado pelo Juliano Spyer. Divido em seis seções, é uma boa fonte para estudantes. No Prefácio e Apresentações, Juliano Spyer, Edney Souza e Raquel Recuero. A pesquisadora, dá uma boa definição em “O que muitos chamam de “mídia social” hoje, compreende um fenômeno complexo, que abarca o conjunto de novas tecnologias de comunicação mais participativas, mais rápidas e mais populares e as apropriações sociais que foram e que são geradas em torno dessas ferramentas. É um momento de hiperconexão em rede, onde estamos não apenas conectados, mas onde transcrevemos nossos grupos sociais e, através do suporte, geramos novas formas de circulação, filtragem e difusão dessas informações.

Os outras cinco seções, são “núcleos” de conceitos: Bases, Mercado, Redação, Persona e Social. Profissionais e pesquisadores como Alexandre Inagaki, Gil Giardelli, Eric Messa, Carolina Terra, Pollyana Ferrari, Jorge Rocha e Susan Liesenberg estão presentes. Enfim, confira, critique e produza:

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Monitoramento de Marcas e Mensuração da Comunicação: apresentações e documentos

Criei no SlideShare dois grupos para compartilhar apresentações e documentos sobre Monitoramento de Marcas e Mensuração da Comunicação. Os grupos no SlideShare permitem reunir conteúdo sobre os temas de interesse, além de postagens e discussões. Pra começar, já adicionei bastante conteúdo nos grupos abaixo. Acesse, aprenda e contribua:

 

O self quantificado

Quantified Self” é um projeto empreendido por Gary Wolf e  Kevin Kelly. O subtítulo da página do projeto é explicador: “self knowledge through numbers” (auto-conhecimento através de números). O projeto reúne diversas práticas de algo que – no contexto comunicativo das mídias sociais, chamei, a grosso modo, de mensuração reflexiva. Agora, mergulhando mais nas discussões sobre lifelogging e self-tracking interacional, posso acessar no site do Quantified Self lista de links sobre self-tracking em energia, fitness, comida, metas, saúde/medicina, aprendizado, estilo de vida, dinheiro, localização, humor, produtividade, sono e outros…

O vídeo abaixo mostra uma pequena palestra TED Talk de Gary Wolf sobre o conceito. Wolf fala sobre a difusão de dispositivos móveis, melhoria no armazenamento de dados, processamento e sensores biométricos que permitem o atual estado de práticas de self-tracking.

Gary Wolf diz empolgado à platéia: estes dispositivos são atribuídos a melhorarem a segurança biométrica, pesquisa em saúde pública, novos métodos de pesquisa de marketing ou outros, mas a principal aplicação seria para o auto-conhecimento. Sem dúvida, a empolgação de Wolf é compreensível. Essa convergência de comportamentos, dispositivos e interesses abre milhares de possibilidades (e perigos?) em cada uma de suas aplicações. No que tange à memória digital, já falei aqui sobre o contraste das posições de Viktor Mayer-Schonberger e Jim Gemmel e Gordon Bell. O Quantified Self é um projeto muito interessante de ser observado ao representar o paroxismo de algumas atividades que realizamos no cotidiano – e que pode mesmo ganhar mais centralidade. Para os entusiastas, já existe uma enorme comunidade de “self-quantifiers”, que marcam encontros através do Meetup e acontecerá a primeira Quantified Self Conference este ano.