Blogs Culturais no Soterópolis

O vídeo abaixo é uma matéria exibida no programa televisivo Soterópolis, da TVE Bahia. Traz entrevistas com diversos blogueiros de alguns dos principais blogs culturais do estado. O jornalista e literato Breno Fernandes, que mantem o Abre Parentese fala bastante sobre literatura e comunicação digital. Nessa matéria também marca presença o Luciano Mattos, responsável pelo talvez melhor site de música da Bahia, o El Cabong. Entre os blogs aparece também o Imagem, Papel e Fúria, meu primogênito (pelo menos entre os ainda vivos) também aparece, representado pelo colaborador Marcel Ayres. Ainda aparecem blogs como o Blog das Ruas e Cine Pipoca Cult.

Revista Fraude nº7 trará matérias sobre blogs, redes sociais não-digitais, audiobooks e jornalismo online

revista fraudeA Revista Fraude é uma publicação de jornalismo cultural produzida pelo PETCOM, um grupo de estudantes da Facom-UFBA. Fui bolsista deste grupo durante minha graduação e tive o prazer de participar da produção de 4 edições dessa revista, além de tomá-la como objeto de minha monografia.

No momento, estou ansioso para ler o sétimo número dela. A revista possui uma editoria chamada “Ciber” que trará matérias interessantíssimas, como:  blogs de street styles, audiobooks, redes sociais “não-digitais” (blasfêmia usar esse termo: afinal, redes sociais são formações que existem desde que existem seres humanos) e o novo jornalismo online.

Então marque na agenda, soteropolitano: dia 27 de novembro, no River’s Pub (Rio Vermelho) a partir das 19 horas.

Revista Fraude #6

O sexto número da minha querida revista Fraude foi lançado em 28 de novembro em Salvador. Vários fatores atrasaram minha resenha, mas agora não tenho mais desculpas. Foram disponibilizadas online a versão digital da revista e o vídeo do programa Soterópolis, sobre o lançamento:

Minhas opiniões são menos suspeitas desta vez porque minha participação nesta edição se limitou à co-autoria da matéria sobre toy art na Bahia, à diagramação das páginas da mesma matéria e alguns pitacos para o diretor de arte, Rodrigo Lessa, que fez um trabalho muito melhor do que fiz no número anterior.

Pois bem. Além da matéria sobre toy art, “Artistas de Brinquedo’, gosto muito dos textos sobre o mercado de animação e sobre a música religiosa. Foi nessa matéria que conheci alguns dos versos mais bonitos da história da música brasileira:  “Bolo doido, bolo doido! Eita bolo doido! A vida sem Jesus é bolo doido!”. Concordo!

Também foi realizado um perfil de uma designer, realizado exclusivamente atráves de mídias sociais, sem a mesma saber: Orkut, MySpace, Blogspot, Flickr, Deviant.art etc. Posteriormente tive alguns contatos com Rebecca Agra, que me ajudou até no TCC (!) e merece a indicação.

Se no número anterior o uso de elementos sequenciais nas diagramações se fez mais presente, dessa vez o recurso é utilizado na capa! A equipe de arte produziu as fotografias de Wendell Wagner e já brindam o leitor no primeiro passar de página.

Novamente, a dupla da seção de curtas Preliminares é um ponto alto da revista. Usando técnicas simples de colagem, a composição ficou clara e apropriada para a seção.

No centro da revista o núcleo temático, posicionado logo após uma crônica sobre sexo virtual, trata de colaboração em software e no cinema. A literatura via/de/com Twitter também marca presença. Fechando o miolo da revista, uma história em quadrinhos jornalística, sobre a marcha da maconha em Salvador e reapropriações da marca Macaquicha por ilustradores baianos. Na contra-capa um paper toy  freudiano de Brian Gubizca e Matt Hawkins.

Se você é soteropolitano, deixe de ser mão-de-vaca e tenha em mãos a edição impressa do que o PetCom generosamente colocou no Issuu. São apenas dois reais!

Jornalismo Cultural, de Daniel Piza

jornalismo-cultural-daniel-pizaÉ triste como cada livro  sobre o tema ainda tem de bater naquela velha tecla “erudito x popular”, em uma época no qual esses adjetivos quase não tem mais razão de ser. Daniel Piza tem de abordar esse assunto, e o faz com êxito. Na página 45 de Jornalismo Cultural, cita uma pesquisa realizada pela Secretaria de Cultura de Belo Horizonte que incluiu entre suas perguntas: “Um filme de Steven Spielberg é cultura?”. Mais de dois terços dos entrevistados responderam “não”.

Esta dicotomia é uma das muitas que Piza aborda em seu livro. O nacional frente ao internacional também está em pauta. Assim como o abismo entre os cadernos diários e os suplementos semais. Não costuma existir equilíbrio entre a superficialidade dos cadernos diários ao academicismo dos suplementos semanais.

Em quatro capítulos, o autor passa por teoria, práticas e exemplos do jornalismo cultural. Revista e revisões, seção do primeiro capítulo, é uma das mais longas. Vai da Klaxon, do modernismo paulista, a publicações da internet, passando por Esquire e New Yorker. Os jornalistas e publicações brasileiras merecem uma seção à parte, em seguida.

Segundo uma entrevista dada à revista Imprensa #231, Daniel Piza escreve críticas literárias desde os 13 anos de idade. A dedicação e esforço foram recompensados. Passou pelos maiores jornais de São Paulo, e hoje é editor-executivo no Estadão.

Jornalismo Cultural faz parte da coleção Comunicação da Editora Contexto. São livros entre 100 e 200 páginas tratando de especialidades do jornalismo e da comunicação, geralmente escritos por profissionais com destaque atual. Este blog já resenhou o Jornalismo de Revista, de Marília Scalzo. Também constam nessa coleção, entre outros: Jornalismo Digital; A Arte de Fazer Um Jornal Diário; Assessoria de Imprensa; A Arte de Entrevistar Bem etc.

+ Mais
– leia o blog de Daniel Piza
– veja preços de Jornalismo Cultural
– leia um trecho de Jornalismo Cultural

Toy Art na Revista Fraude #6

O simpático coelhinho acima é o Smokin Rabbit, um dos exemplares mais famosos de toy art.  Mas que raios é toy art? Isso você pode pesquisar no Google. Mas uma matéria bem escrita – modéstia à parte – sobre os artistas baianos, você só encontra na revista Fraude #6!

Dia 28 de novembro a sexta Fraude será lançada com esta matéria, escrita por mim e Alana Camara. A festinha pra apresentar este número ao mundo, e promover a catarse de todo estresse que os criadores superam, acontecerá aconteceu no Bar Balcão, a partir das 18h, no Rio Vermelho. Mais tarde, às 22h ocorrerá ocorreu um show da banda Os Mizeravão, que adapta músicas de diferentes estilos e proveniências em uma performance bem-humorada. Na entrada do show, será foi cobrado um ingresso no valor de R$13,oo.


Este número também trará matérias sobre software e cinema colaborativo, animação publicitária, literatura no Twitter e outras surpresas. Já escrevi bastante sobre a revista, da qual fiz parte da equipe do terceiro ao quinto número e dei uma ajudinha nesse sexto. Confiram: Fraude #1; Fraude #2; Fraude #3; Fraude #4; e Fraude #5.

Veja fotos do lançamento no blog do Petcom.