Star Wars Steampunk

Steampunk é um termo que designa um subgênero de narrativas (originalmente literatura, mas alastrou-se para quadrinhos, cinema, anime etc) que mistura elementos “era do vapor” (steam = vapor) do século XIX com ficção científica. Geralmente a narrativa se passa em algum futuro distópico em guerra (steampunk pode ser definido mais rapidamente como ‘cyberpunk’ na época da revolução industrial do vapor). Como exemplos de steampunk podemos citar: Capitão Sky e o Mundo de Amanhã, Steamboy, A Liga Extraordinária, Wild Wild West e a animação da disney Atlantis.

A introdução aqui é para preparar o terreno para as imagens abaixo. São figuras de ação produzidas pela Sillof’s Workshop, imaginando como seriam os personagens de Star Wars caso George Lucas tivesse uma quedinha por steampunk. Leiam mais sobre o subgênero na Fraude #1 e na Wikipedia em português ou inglês.

[post originalmente publicado no blog do Petcom-UFBa]

Photoshop nelas!

Já é lugar comum dizer que fulana foi “photoshopada” para a Playboy. Outra revista de tanta “profundidade” (eventualmente até corporal) como a Caras também utiliza programas de edição de imagens para deixar os riquinhos “perfeitos”.

Em Berlim os artistas Epoxy, Mr Talion, Baveux & Kone realizaram a intervenção  urbana abaixo sobre a publicidade  de álbums de Britney Spears, Leona Lewis e Cristina Aguilera, devolvendo as ferramentas do Photoshop. Clique na imagem para ver mais.

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Blog do GJOL

gjolEssa dica pode ser batida para qualquer um com um pezinho no mundo acadêmico da Comunicação. O Grupo de Pesquisa em Jornalismo Online (GJOL), faz parte do Póscom-UFBA e é uma das referências mundiais. Coordenado pelo pós-doutor Marcos Palácios o grupo – e o blog – reúne alguns dos pesquisadores de ponta de graduação, mestrado e doutorado.

Com uma média de dois posts diários, os autores do blog não se restringem à jornalismo online. Mídias sociais, mecanismos de busca, creative commons, desenvolvimento web, fotografia, infografia etc etc etc. Ontem, uma nota sobre o lançamento do livro Blogs.com, organizado por Raquel Recuero, Adriana Amaral e Sandra Montardo.

Também merece visita pela extansa lista “Pontos na Blogosfera” de links de blogs sobre cibercultura, jornalismo online, pesquisa e internet em geral. O blog existe desde junho de 2006, já representando um material enorme.

+ Mais
– Site do Póscom
– Site do GJOL
– Site do Centro Internacional de Estudos e Pesquisa em Cibercultura
– Veja preços de Manual de Laboratório de Jornalismo na Internet, de Marcos Palácios e Beatriz Ribas
– Veja preços de O Ensino do Jornalismo em Redes de Alta Velocidade, organizado por Marcos Palácios e Elias Machado

Diagramação – o planejamento visual na comunicação impressa, de Rafael Souza Silva

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Diagramação – o planejamento visual  na comunicação impressa é resultado da dissertação de Rafael Souza Silva para a Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo, no longíquo ano de 1983.  Esta edição analisada é a 3ª, de 1985.

O livro é dividido em duas partes.

Primeira Parte: O Planejamento visual gráfico na comunicação impressa
I – Percepção Visual
II – O fenômeno estético na comunicação visual
III – As artes gráficas e o início da imprensa
IV – Problemas de legibilidade na comunicação impressa
V – O discurso gráfico
VI – A diagramação no jornalismo impresso
VII – Zonas de visualização da página impressa
VIII – Padronização gráfica: a identidade do jornal

Segunda Parte: Técnicas de produção e planejamento visual gráfica
I – Tipografia
II – Processos de impressão
III – Medidas tipográficas
IV – Cálculo de textos
V – Titulação
VI – Fotos e ilustrações
VII – Um exemplo prático de diagramação

E, finalmente, a conclusão indispensável. Entre estas duas partes há uma diferença incrível. A segunda é predominantemente técnica. Cheia de diagramas, fórmulas, medidas e tabelas, não se espante como essa seção é ultrapassada.  Exceptuando para leitores especificamente interessados em editoração de jornal, é quase toda dispensável.

A primeira parte, no entanto, é mais densa e teórica. Começa tratando de Percepção Visual,  passa pela Estética, pela história das artes gráficas e imprensa, e chega ao capítulo mais interessante, Discurso Gráfico. Um excerto:

“[…] o arranjo gráfico passa a atuar como discurso; e como discurso, possui uma linguagem específica e uma rede encadeada de significação. É preciso que os planejadores gráficos tenham consciência da importância dessa linguagem e o seu poder de manipulação.”

Em A Diagramação no Jornalismo Impresso o autor analisa várias conceituações de “Diagramação”, a partir de vários autores diferentes. Em seguida propõe a sua própria e identifica as etapas realizadas na diagramação, os quatro elementos da página manejados, conceitos sobre o ponto de apoio da página, os elementos visuais básicos e as regras comuns.

Zonas de Visualização da Página Impressa fala sobre os centros de atenção e a “trajetória do olho”, mas é um tanto raso porque não fala da importância que a miríade de elementos envolvidos na diagramação exerce sobre a trajetória. O Capítulo VIII – Padronização Gráfica: a Identidade do Jornal fecha esta primeira parte com considerações sobre o projeto gráfico e repetição dos elementos básicos, além da influência das revistas para o aprimoramento técnico-gráficos dos jornais.

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+ Veja preços do livro Diagramação – o planejamento visual na comunicação impressa

Moda na Música

00010mMônica Possel é estudante de design e está começando a fazer seu trabalho de conclusão de curso. Como apoio ao projeto, criou o blog Moda na Música. Resultará na “ criação de um site, que unirá estilos musicais com estilos de vestir. Por exemplo: você sempre gostou da banda The Beatles e hoje gostaria de vestir-se como eles, neste site terá dicas, informações de lojas, grifes e estilistas que auxiliarão nesta sua busca.”

Recomendo visitar a resenha de O Tempo das Tribos, de Michel Maffesoli. Ajudem a mocinha, respondendo o questionário sobre a relação entre música e moda na sua vida, para aumentar as chances de ser um projeto legal.

+ Veja preços de O Tempo das Tribos