Badges VMB – vote em Móveis Coloniais de Acaju

VMB é um prêmio ruim e injusto de uma rede televisiva que, infelizmente, realmente representa a juventude de classe média e alta brasileira. E  nãof fico nada otimista. Este ano o prêmio traz as categorias “Melhor Blog” e “Melhor Twitter”, com candidatos pífios e a discussão sobre isso já rola solta no Twitter.

O post aqui é só pra notar que as páginas de votação fornecem – e dão destaque – a badges para blogs que permitem que os fãs das bandas convoquem seus leitores a votar nas suas preferidas. Segue o badge para votação da melhor banda (não tão) nova e que tem, definitivamente, o melhor show:

Para ver um vídeo (qualidade de gravação não tão boa) e encontrar outros deles, visite: http://www.youtube.com/watch?v=xxRhytOUZnk . Para baixar o último álbum, visite http://albumvirtual.trama.uol.com.br . O álbum está disponibilizado gratuitamente através do patrocínio da Volkswagen, que exibe um breve anúncio do Novo Gol.

Wulffmorgenthaler

Wulffmorgenthaler, publicado desde agosto de 2003, diariamente oferece uma situação surreal, absurda ou escatológica. Uma descrição possível seria “mistura entre Macanudo e Malvados“. Assim como o primeiro, traz personagens incomuns como Pandas conspiratórios, e como o segundo não tem pudores de vomito e excreções humanas. Entre as já mais de 2000 tirinhas, muitas pérolas. Vale a pena.

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por Tarcízio Silva

Intercom 2009 – Publicidade e Propaganda, Multimídia, Cibercultura, Conteúdos Digitais e Convergências Tecnológicas

Intercom 2009

intercom 2009 logo

De 04 a 07 de setembro acontecerá, em Curitiba, o XXXII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação (Intercom), na Universidade Positivo. É um dos maiores congressos brasileiros da área e se destaca por ser voltado a pesquisadores renomados, doutorandos, mestrandos, pesquisadores de iniciação científica e também a graduandos “normais” que podem, além de assistir aos grupos  e de trabalho e núcleos de pesquisa, participar de oficinas e apresentar trabalhos práticos no Expocom.

Assim como a Compós, este evento preza pelo livre acesso à produção acadêmica e já disponibilizou todos os artigos a acesso público. O site que hospeda estes artigos está um tanto instável, então selecionei os links de alguns dos artigos que me interessaram. Cliquem com o botão direito e “Salvar como”:

Conteúdos Digitais e Convergências Tecnológicas

Este ano, terei a honra de um trabalho do qual participei ser apresentado no grupo de pesquisa Multimídia –  Conteúdos Digitais e Convergências Tecnológicas. O artigo faz parte da pesquisa da profª. drª. Graciela Natansohn, do qual eu e Samuel Barros, co-autores, fazemos parte. Se chama “Revistas Online – cartografia de um território em transformação permanente” (ou no slideshare).

Outros trabalhos deste GP que me chamaram a atenção e estão na lista de leitura:
Especificidades Midiáticas e Convergência Digital: Estranhamentos dos Meios – Rafael Franco Coelho(UFG), Cleomar de Sousa Rocha(UFG)

Edições Digitais de Periódicos: Gradações de Interatividade e Potencial Hipermidiático – Ildo Francisco Golfetto(UFSC), Berenice Santos Gonçalves(UFSC)

Os Gadgets do Presidente: Interatividade e Mobilidade na Campanha Eleitoral de Barack Obama – Renata Gonçalves(UFSJ)

A atuação da promoção de vendas em meios digitais – Adriano de Almeida Gadbem(UMESP)

Era Digital: novas linguagens para a construção do Design de Relações – Joana Gusmão Lemos(UNESP)

Cibercultura

Cibercultura também faz parte da divisão temática Multimídia. Alex Primo, o coordenador deste GP, produziu um blog especialmente para o evento. É curioso como a quantidade de trabalhos sobre Twitter explodiu este ano, merecendo um painel exclusivo com cinco trabalhos, além de trabalhos nos outros GPs e no Intercom Júnior.  Entre os que mais me chamaram a atenção:

Como fazer amigos e influenciar pessoas 2.0: quando o capital social desvia para o capital de influência – Jorge Rocha Neto da Conceição(UNA)

Mobile Social Network: a tecnologia móvel e o avanço das novas redes sociais – Sandra Mara Garcia Henriques(PUCRS)

Informações Hiperlocais no Twitter: Produção Colaborativa e Mobilidade – Gabriela da Silva Zago(UFRGS)

Conteúdo Gerado pelo Consumidor: Reflexões sobre sua apropriação pela Comunicação Corporativa – Sandra Portella Montardo(Feevale)

Apontamentos metodológicos iniciais sobre a netnografia no contexto pesquisa em comunicação digital e cibercultura – Georgia Miroslau Galli Natal(utp), Adriana Amaral(utp), Lucina Reitenbach Viana(utp)

Publicidade e Propaganda

Na divisão temática específica para publicidade e propaganda, destaco:

A publicidade pessoal nas redes sociais – Walter Freoa(Cásper)

Entender a classe C: o novo desafio da comunicação publicitária – Sandra Dalcul Depexe(UFSM)

Observatório de Marcas – Elizete de Azevedo Kreutz(UNIVATES), Francisco Javier Mas Fernández(UMAYOR)

A luz como elemento de linguagem em filmes publicitários – Armando Pilla(FURB), Cynthia Morgana Boos de Quadros(FURB)

+ Publicidade e Comunicação Digital

O evento ainda conta com outros dois motivos para interessar ao publicitário digital. A Mesa Redonda 11 – “Comunicação Publicitária em Novos Formatos”, reunirá Adolpho Queiroz (INTERCOM / UMESP), Vicente Frare (PULP), Patrícia Papp (PULP) e Fernanda Ávila (PULP). Também acontecerá o lançamento dos livros Como Planejar e Executar uma Campanha de Propaganda de Marcelo Abilio Públio(PUCPR) e Publicidade na Era Digital: um desafio para hoje, de Mariana Lapolli(UFSC) e outra dezena de livros das área de comunicação digital e publicidade.

Vou tentar cobrir o congresso para este blog e para o blog da PaperCliQ. Enquanto isso, visite o site e o Ning do evento.

QR Code – entre a novidade, a educação e o aleatório

QR Code, resumindo a grosso modo, é um código de barras em duas dimensões que pode armazenar muito mais informações que um código de barras comum. Por exemplo, endereços (URLs) de sites e conteúdo para web. Para celulares, a mecânica é a seguinte. Os celulares com câmera e acesso à internet podem utilizar um software que reconhece a informação constante no QR Code através de uma foto do código, que pode ser disponibilizado em jornais, revistas, mídia exterior etc. Essa informação geralmente é um link que vai abrir uma página, foto, video ou música no celular do usuário.

qrcode

Em publicidade móvel, é utilizado por três motivos principais. O motivo operacional é simplesmente suprimir a dificuldade com a qual se digita endereços de conteúdo web em celulares, por causa das teclas numéricas pequenas. O segundo motivo, que diminui a cada dia, é a novidade que ainda causa. Por último, fazer uma ponte entre o impresso e o digital é interessante para promover a convergência da comunicação da marca.

Três cases que li por alguns destes blogs que frequento fazem lembrar que o uso de QR Code ainda é, no Brasil, uma prática que tem seus altos e baixos, e o estabelecimento (ou recusa) do uso dessa tecnologia ainda está longe de ser definido.

QR Code como Novidade: anúncio “vivo” da DM9
Aproveitando do pouco uso e novidade que o QR Code ainda causa, a agência DM9 criou o “primeiro anuncio vivo da propaganda brasileira”. Para um mesmo QR Code, a campanha institucional da agência exibe um anuncio por dia para quem acessar o QR Code.

qr code dm9

Um pouco forçada o modo de se diferenciar, mas a estratégia foi boa. A DM9 conseguiu mídia espontânea para se posicionar como inovadora como pretende. Esse aspecto é um dos argumentos principais para o desenvolvimento de ações usando QR Code.

QR Code como Educação: Estande Volkswagen

Como toda “nova” tecnologia, o QR Code leva um tempo para se afirmar, se é que algum dia vai ser algo usado largamente. No Salão do Automóvel o stand da Volkswagen possuía totens em que um lado havia um QR Code e no outro uma tela explicando como utilizar a tecnologia. Os primeiros que acessaram o QR Code ganharam camisas da marca.

qr code volkswagen salão do automóvel

A ação entendeu que a utilização dessa tecnologia não é corrente, e aproveitou a própria açaõ de ensinar o uso comomais um fator de interação com os visitantes, que possivelmente lembrarão sempre de onde aprenderam a utilizar essa tecnologia.

QR Code aleatório: Fastshop

Triste caso da Fastshop no, aparentemente, primeiro uso de QR Code em anúncios impressos no Brasil. Em dezembro de 2007, o anúncio de varejo da Fast Shop trouxe um QR Code modestamente no canto. Neste caso em específico, o código só resultava em texto redundante sobre a promoção: “Grande Barato Fast Shop – Desconto de até 50%”.

qr code fastshop

Acredito que o uso mais “apropriado” do QR Code é o que busca a convergência de fato entre o impresso e digital.  O caso do Volkswagen, por exemplo, usou o QR Code como um vórtice para reunir ao menos quatro pontos de relacionamento com a marca: estande, celular, digital signage e vestuário.

Fontes:
www.xiscando.com
www.mobilepedia.com.br

MisEntropy

MisEntropy é o blog de Iqbal Mohammed, planner indiano. Encontrei o blog através de uma lista de Twitters de planners. Essa lista é apenas um dos muitos posts que reúnem informações úteis para planejadores, como lista de outros blogse um almanaque(!). Isso tudo, é claro, além dos posts “normais” como um dos últimos, sobre resolução de problemas. Indispensável no leitor de feeds:

MisEntropy