The Economist, 4 de outubro de 2008

Depois de ver tantos globos terrestres rachando, explodindo, amassados por um elefante (!) ou notas chorando/derretendo/queimando em várias capas, tenho de homenagear a The Economist de 04 de setembro. Simples e precisa.

Um comentário sobre “The Economist, 4 de outubro de 2008

  1. Eles são realmente perfeitos… isso é uma sinuca de bico, porque sair do senso comum é um desafio. Sei pq tenho que fazê-lo, não sei se conseguirei.

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