Arquivo do autor:Tarcízio Silva
As Mãos de Guayasamín
Oswaldo Guayasamín (1919-1999) é um artista plástico equatoriano, vencedor de prêmios nas bienais de São Paulo e Espanha. “Las Manos” é uma série de quatorze telas que enfatizam a expressividade das mãos associando-as a conceitos como “grito”, “esperança” e “ternura”.Ilustre!
É uma revista da Faculdade de Artes Visuais da Universidade Federal de Goiás. São cinco números disponíveis de Ilustre!, todos de 2007. Como toda revista compiladora de trabalhos, tem seus altos e baixos. Destaque a: Sarah Ottoni, Mauricio Planel Rossiello, Djalma C. Madureira Jr., Paul Pierre Periseau, Leandro Demetrius e Rodrigo Alves.Design de títulos e créditos
O site Art of the Title reúne as sequências de abertura e créditos mais legais do cinema. A imagem ao lado, por exemplo, reúne alguns frames da sensacional abertura do sensacional Clube da Luta, de David Fincher. Entre outros, ainda temos 300, Juno, Taxi Driver, Se7en e mais algumas dezenas.Mojo Books
Mojo Books é, definitivamente, uma das coisas mais legais que conheci nos últimos tempos. A “primeira editora 100% digital do Brasil” veio com uma idéia simples, mas muitos já devem ter pensado em algo semelhante. E, justamente por isso, é tão empolgante. Sabe aquele álbum maravilhoso que já te inspirou uma narrativa ficcional? A MojoBooks recebe seu texto, diagrama bonitinho no formato encarte e publica em pdf. Qualquer um pode baixar pra ler ou imprimir e colcoar na caixinha do CD, ao som do álbum ou música que inspirou. Tá explicadinho com mais minúcias, por Ana Camila, no blog da Lupa.Um problema no momento é que, no caso dos álbuns, não se pode enviar texto sobre algum que já foi publicado. Dummy, de Portishead, já existe. Semi-chateado com isso, baixei o texto de Ludmila Azevedo. Coloquei as músicas no shuffle, começando por Wandering Star. A narradora cita os primeiros versos da música “Please could you stay awhile to share my grief | For it’s such a lovely day | To have to always feel this way | And the time that I will suffer less | Is when I never have to wake” e tive a sorte de, coincidentemente, ler esse trecho sincronizado com o áudio. O texto é muito bom, merece ser lido. Está esgotado no site, mas quem quiser, é só me pedir por email.
As releituras das capas também são um diferencial. No caso de Dummy a referência é mais clara, mas em outras capas a arte é mais livre como Die Mensch Maschine.