{"id":3889,"date":"2008-12-22T13:36:33","date_gmt":"2008-12-22T16:36:33","guid":{"rendered":"http:\/\/imagem-papel-e-furia.com.br\/?p=858"},"modified":"2011-01-08T15:33:00","modified_gmt":"2011-01-08T18:33:00","slug":"projeto-de-tcc-manual-de-design-editorial","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tarciziosilva.com.br\/blog\/projeto-de-tcc-manual-de-design-editorial\/","title":{"rendered":"Projeto de TCC: Manual de Design Editorial"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Quem j\u00e1 leu o &#8220;<a href=\"http:\/\/imagem-papel-e-furia.com.br\/?page_id=282\">Sobre<\/a>&#8220;, sabe que este blog nasceu para reunir material relacionado a meu Trabalho de Conclus\u00e3o de Curso, vulgo TCC. Posteriormente, come\u00e7ou a abarcar novos assuntos. Agora, quando come\u00e7o a escrever de fato o trabalho, quero compartilhar com voc\u00eas\u00a0 o miolo do projeto, que ser\u00e1 executado a partir daqui.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O TCC est\u00e1 sendo orientado pela prof. Graciela Natansohn, doutora e pesquisadora do Posc\u00f3m-UFBa. Na bibliografia no final do texto, links para resenhas dos livros.<\/p>\n<h3 style=\"text-align: center;\"><strong>Manual de Design Editorial &#8211; Revista Fraude<\/strong><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>I. Apresenta\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A revista <a href=\"http:\/\/imagem-papel-e-furia.com.br\/?tag=revista-fraude\">Fraude<\/a> \u00e9 uma publica\u00e7\u00e3o de jornalismo cultural produzida pelo Programa de Educa\u00e7\u00e3o Tutorial da Facom-UFBa. Desde o primeiro n\u00famero, em junho de 2004, caracteriza-se pela busca do experimentalismo em todas suas etapas de produ\u00e7\u00e3o: reda\u00e7\u00e3o, capta\u00e7\u00e3o de recursos, assessoria de imprensa e diagrama\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 diagrama\u00e7\u00e3o que a revista tem mais se destacado nos seus primeiros cinco n\u00fameros para o seu p\u00fablico-alvo (estudantes universit\u00e1rios das \u00e1reas de Comunica\u00e7\u00e3o, Humanas e Artes, especialmente da UFBa), por exibir um jeito incomum de composi\u00e7\u00e3o das p\u00e1ginas, pouco visto nas publica\u00e7\u00f5es mais famosas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O trabalho proposto aqui pretende sanar uma das principais cr\u00edticas \u00e0 diagrama\u00e7\u00e3o da revista, a falta de continuidade. Esta falta de continuidade pode ser percebida em dois aspectos principais. O primeiro deles \u00e9 a falta de um projeto gr\u00e1fico consistente. Segundo Jan White, os elementos presentes no projeto gr\u00e1fico estabelecem a unidade de uma revista:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 60px;\">Diagramas (estruturas da p\u00e1gina); sinais do logo repetidos; coloca\u00e7\u00e3o dos elementos repetitivos no mesmo lugar; cor; tratamento do Box; caracter\u00edstica da arte; formato das p\u00e1ginas padronizadas; qualquer coisa que acontece mais de uma vez; e tipo. (WHITE, 2007)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nos primeiros n\u00fameros da revista n\u00e3o s\u00e3o encontrados continuidade nem na estrutura, pagina\u00e7\u00e3o e numera\u00e7\u00e3o, selos de editorias, tipografia (nem fam\u00edlia nem tamanho). Essa defici\u00eancia \u00e9 facilmente percebida pelo leitor, que precisa de elementos de redund\u00e2ncia para apreender o car\u00e1ter de um produto gr\u00e1fico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O segundo grande problema \u00e9 a incoer\u00eancia entre as edi\u00e7\u00f5es diferentes. A cada ano s\u00e3o novos bolsistas respons\u00e1veis pela revista, e o dom\u00ednio de t\u00e9cnicas de design editorial e comunica\u00e7\u00e3o visual aplicadas ao meio revista oscila bastante.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A proposta de trabalho aqui \u00e9, portanto, um manual de diagrama\u00e7\u00e3o da revista Fraude. Pretende-se apresentar, de forma did\u00e1tica e aplicada, os elementos da comunica\u00e7\u00e3o visual em sentido lato, as especificidades do design de revista, o projeto gr\u00e1fico a sua aplica\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de t\u00e9cnicas de processo criativo aplicadas ao design.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>II. Delimita\u00e7\u00e3o do problema<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A revista Fraude \u00e9 produzida por um grupo de alunos de gradua\u00e7\u00e3o dos cursos de Jornalismo e Produ\u00e7\u00e3o Cultural, bolsistas do PetCom. Assim como os outros projetos desenvolvidos pelo programa, a atividade tem como objetivo principal formar os alunos atrav\u00e9s da experimenta\u00e7\u00e3o em atividades pr\u00e1ticas que relacionem pesquisa, ensino e extens\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma das etapas mais desafiadoras \u00e9 justamente a da diagrama\u00e7\u00e3o da revista. A aus\u00eancia de uma discuss\u00e3o mais aprofundada sobre o design editorial se reflete na inconst\u00e2ncia visual em um mesmo n\u00famero, quanto na falta de continuidade entre mais de uma edi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Aspectos como tipografia, malha gr\u00e1fica, indica\u00e7\u00e3o de editorias, espa\u00e7os em branco, entre outros, n\u00e3o se mant\u00eam entre as edi\u00e7\u00f5es, o que d\u00e1 a desagrad\u00e1vel impress\u00e3o de amadorismo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Parte do problema pode ser explicado pela hist\u00f3rica falta, na faculdade, de disciplinas que tratem de jornalismo visual ou design. A forma\u00e7\u00e3o dos alunos diagramadores dos produtos impressos geralmente \u00e9 amadora, autodidata e centrada sobre as habilidades nos softwares de editora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por\u00e9m, concordamos com a constata\u00e7\u00e3o de Rodolfo Fuentes (2006, p.13) que diz que o \u201cproblema atual do design gr\u00e1fico \u00e9 que \u2018temos muita tecnologia, pouca metodologia e nada de filosofia\u2019\u201d. Formular um projeto gr\u00e1fico faz-se necess\u00e1rio para servir de horizonte na produ\u00e7\u00e3o dos pr\u00f3ximos n\u00fameros da revista, mesmo que seja para servir de proposi\u00e7\u00e3o primeira a ser evolu\u00edda ou superada em anos vindouros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tamb\u00e9m deve ser levado em considera\u00e7\u00e3o as possibilidades materiais e t\u00e9cnicas que est\u00e3o a disposi\u00e7\u00e3o do grupo PetCom. De um lado, o baixo or\u00e7amento para a cria\u00e7\u00e3o da revista traz algumas limita\u00e7\u00f5es: As primeiras s\u00e3o de ordem t\u00e9cnica e f\u00edsica. O or\u00e7amento do programa s\u00f3 permite uma revista com miolo preto-e-branco com, relativamente, poucas p\u00e1ginas (44 atualmente): s\u00e3o fatores a serem considerados no manejo do espa\u00e7o e das possibilidades compositivas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De outro, a m\u00e9dia de perman\u00eancia de cada bolsista no programa (cerca de um ano e meio) traz o problema da constante mudan\u00e7a de membros das equipes produtivas da revista. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 diagrama\u00e7\u00e3o, portanto, \u00e9 necess\u00e1ria a cria\u00e7\u00e3o de um manual que permita que a primeira experi\u00eancia em editora\u00e7\u00e3o do bolsista j\u00e1 seja proveitosa e que, apesar da rotatividade da equipe, a identidade visual da Fraude seja conservada.<\/p>\n<p><strong>III. Justificativa<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong> <\/strong>O projeto gr\u00e1fico \u00e9 a formula\u00e7\u00e3o dos aspectos visuais de um produto midi\u00e1tico. No jornalismo, envolve a defini\u00e7\u00e3o de aspectos como: cores, tipografia, utiliza\u00e7\u00e3o de imagem (fotografia, ilustra\u00e7\u00e3o, colagem etc), rela\u00e7\u00e3o espacial entre estes elementos, disposi\u00e7\u00e3o das p\u00e1ginas, papel, tamanhos etc.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A import\u00e2ncia do projeto gr\u00e1fico se d\u00e1, em primeiro lugar, no sentido de que para que um impresso seja percebido como um exemplar de uma s\u00e9rie s\u00e3o necess\u00e1rios elementos b\u00e1sicos de reconhecimento. Os mais imediatos s\u00e3o os aspectos visuais. Al\u00e9m do reconhecimento, um peri\u00f3dico, como produto cultural que p\u00f5e \u00e0 venda, precisa chamar a aten\u00e7\u00e3o do leitor. Como escreve E. Mart\u00edn:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 60px;\">O convite natural \u00e0 leitura \u00e9 a primeira fase da linguagem gr\u00e1fica, a qual depende mais do aspecto morfol\u00f3gico que do sem\u00e2ntico. Os dados morfol\u00f3gicos da obra gr\u00e1fica, ou seja, sua forma, suscitam no leitor o desejo de conhecer o conte\u00fado, isto \u00e9, a face sem\u00e2ntica ou do significado das palavras. (MART\u00cdN, 1970, p. 113)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m do reconhecimento de que diferentes n\u00fameros de um peri\u00f3dico fa\u00e7am parte da mesma publica\u00e7\u00e3o e estabelecem o primeiro convite \u00e0 leitura, est\u00e1 o car\u00e1ter do produto. As revistas s\u00e3o reconhecidas cada vez mais pela sua especializa\u00e7\u00e3o em determinado setor do p\u00fablico. Assim como o texto, a diagrama\u00e7\u00e3o deve levar em conta esse p\u00fablico, trazendo um projeto gr\u00e1fico condizente com seu universo cultural.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma vez que as revistas impressas s\u00e3o publica\u00e7\u00f5es com maior tempo de produ\u00e7\u00e3o e, ao mesmo tempo, maior custo envolvido, a diagrama\u00e7\u00e3o requer um apuro mais refinado. Uma revista \u00e9 um produto que pode, e deve, ser mais \u2018visual\u2019 que \u2018textual\u2019, ao contr\u00e1rio do que normalmente acontece com o jornal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um manual de diagrama\u00e7\u00e3o que, al\u00e9m de mostrar a aplica\u00e7\u00e3o do projeto gr\u00e1fico, contenha uma introdu\u00e7\u00e3o com no\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas de design editorial, servir\u00e1 de base para futuros bolsistas que n\u00e3o t\u00eam experi\u00eancia com diagrama\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Design de revista n\u00e3o \u00e9 arte. Mar\u00edlia Scalzo, renomada editora de revistas entitula assim uma sub-se\u00e7\u00e3o de seu livro dedicado ao jornalismo de revista (SCALZO, 2003, p.66). Toma \u201carte\u201d, portanto, no sentido de express\u00e3o totalmente aut\u00f4noma, tendo por fim si mesma. Apesar da estreiteza da concep\u00e7\u00e3o da palavra, \u00e9 interessante por explicitar que o design de revistas \u00e9, assim como o texto, seja reportagem, cr\u00f4nica ou editorial, primordialmente comunica\u00e7\u00e3o. E deve ser encarada como tal, como um processo pass\u00edvel de controle.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>IV. Objetivos<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Objetivo principal:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; Estudar as especificidades do design editorial em revistas impressas de jornalismo cultural<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Objetivos espec\u00edficos:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; Elaborar o Projeto Gr\u00e1fico da Revista<br \/>\n&#8211; Produzir o Manual de Diagrama\u00e7\u00e3o da Revista Fraude<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>V. Fundamenta\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A import\u00e2ncia do projeto gr\u00e1fico na produ\u00e7\u00e3o de peri\u00f3dicos jornal\u00edsticos \u00e9 consenso entre profissionais e te\u00f3ricos da \u00e1rea. A busca por uma identidade pr\u00f3pria \u00e9 uma das principais raz\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por tr\u00e1s do trabalho de planejamento visual de qualquer ve\u00edculo de m\u00eddia impressa h\u00e1 uma quest\u00e3o que sempre acompanha o editor de arte: a identidade do ve\u00edculo. Pode-se afirmar que esse profissional ter\u00e1 alcan\u00e7ado seu objetivo no momento em que o leitor correr os olhos sobre a p\u00e1gina e souber a que publica\u00e7\u00e3o ela se refere. Ou seja, no instante em que ele, a partir do design gr\u00e1fico apresentado, souber identificar o ve\u00edculo mesmo sem ver o logotipo. (CARNICEL apud SANTOS, p. 2)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A revista Fraude se pretende experimental por dois motivos. O primeiro \u00e9 sua linha editorial. \u00c9 uma publica\u00e7\u00e3o que se pretende multicultural e aberta a novas contribui\u00e7\u00f5es. O pr\u00f3prio t\u00edtulo j\u00e1 traz em si a proposta: &#8220;nada \u00e9 totalmente original na cultura&#8221;. De posse desse projeto editorial, cada equipe experimenta novas possibilidades a cada n\u00famero. Mas o que se percebe \u00e9 mais um tateio \u00e0s cegas do que uma explora\u00e7\u00e3o sistem\u00e1tica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O segundo e mais importante motivo \u00e9 o car\u00e1ter laboratorial do produto. Cada bolsista que passa pelo programa participa, em m\u00e9dia, de apenas dois n\u00fameros da revista. Portanto, a cada ano, pretende-se que os bolsistas passem por determinadas etapas de aprendizado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Apesar disso, acredita-se que a proposta de cria\u00e7\u00e3o de um projeto gr\u00e1fico e do manual de diagrama\u00e7\u00e3o n\u00e3o vai contra o experimentalismo, uma vez que pode incluir par\u00e2metros e indica\u00e7\u00f5es de como superar as defini\u00e7\u00f5es dadas e evoluir a partir dessa primeira proposi\u00e7\u00e3o.\u00a0 Como escreve Rudinei Kopp,<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Se at\u00e9 nossa identidade cultural pode ser cambiante, sem um lastro cr\u00edvel como se acreditava at\u00e9 poucas d\u00e9cadas (ou anos), n\u00e3o representa uma surpresa t\u00e3o grande percebermos que a ind\u00fastria tem uma produ\u00e7\u00e3o flexibilizada, pronta para se reprogramar facilmente, ou ainda, que os t\u00e3o conhecidos projetos gr\u00e1ficos fixos n\u00e3o simbolizem mais a quintess\u00eancia do design gr\u00e1fico. (KOPP, 2002, p. 1)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Portanto, a proposta aqui \u00e9 um manual que permita que a diagrama\u00e7\u00e3o da revista seja \u201ccambiante\u201d. Por\u00e9m essa cambi\u00e2ncia deve ser percebida pelo leitor, n\u00e3o pode parecer que \u00e9 reflexo de uma descontinuidade, de falta de apuro ou cuidado na discuss\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entende-se aqui que o Manual de Diagrama\u00e7\u00e3o de uma revista como a Fraude n\u00e3o pode se restringir \u00e0 aplica\u00e7\u00e3o de f\u00f3rmulas, n\u00fameros e defini\u00e7\u00f5es restritas. Tem, antes de tudo, de pensar o design editorial e o papel do projeto gr\u00e1fico. As etapas de produ\u00e7\u00e3o do manual ser\u00e3o, portanto, pensadas de acordo com o objetivo do manual: ser um produto que tanto inicie os bolsistas no design editorial e na diagrama\u00e7\u00e3o da revista, quanto permita a sua pr\u00f3pria supera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Apesar de trazer o t\u00edtulo &#8220;Manual de Diagrama\u00e7\u00e3o&#8221;, a proposta de trabalho aqui n\u00e3o se a apenas mostrar como aplicar o projeto gr\u00e1fico \u00e1 diagrama\u00e7\u00e3o de uma edi\u00e7\u00e3o. Pretende-se sim ser um manual que possa mesmo servir de refer\u00eancia inicial a algum bolsista que n\u00e3o tenha experi\u00eancia em diagrama\u00e7\u00e3o nem conhecimentos pr\u00e9vios sobre comunica\u00e7\u00e3o visual e design editorial.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>VI. O Manual \u2013 estrutura e apontamentos<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m dos elementos editoriais indispens\u00e1veis como Apresenta\u00e7\u00e3o, \u00cdndice, Introdu\u00e7\u00e3o e Gloss\u00e1rio, foi elaborada uma estrutura b\u00e1sica do manual que atenda as principais capacidades envolvidas na diagrama\u00e7\u00e3o de uma revista como a Fraude. Os oito itens apresentados e explicados a seguir correspondem \u00e0 estrutura pr\u00e9via do manual, de acordo com as conclus\u00f5es j\u00e1 obtidas sobre quais s\u00e3o as compet\u00eancias necess\u00e1rias a uma equipe de arte de revista. Cada um corresponde a um cap\u00edtulo do manual.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entendendo que o leitor j\u00e1 conhe\u00e7a a publica\u00e7\u00e3o, ao menos por uma leitura pr\u00e9via, a sequ\u00eancia dos cap\u00edtulos foi pensada de forma que a discuss\u00e3o sobre o produto em quest\u00e3o esteja precedida dos cap\u00edtulos sobre: Imagem, Design e Comunica\u00e7\u00e3o Visual, Hist\u00f3ria e Design de Revistas. Nos meses seguintes, estes cap\u00edtulos ser\u00e3o desenvolvidos a partir de revis\u00e3o bibliogr\u00e1fica, entrevistas, observa\u00e7\u00e3o de revistas e pesquisa de imagem.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">1. A Imagem<br \/>\nEntender os elementos b\u00e1sicos da imagem como ponto, linha, forma, dire\u00e7\u00e3o, tom, cor, textura, escala, dimens\u00e3o e movimento, \u00e9 indispens\u00e1vel para o desenvolvimento do olhar sobre o design, no desenrolar do manual.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A conceitua\u00e7\u00e3o do termo imagem ser\u00e1 desenvolvida neste cap\u00edtulo. Martine Joly (2006, p.13) elenca um rol de defini\u00e7\u00f5es e usos da palavra \u201cimagem\u201d, que vai da \u201cimagem mental\u201d, a imagem como representa\u00e7\u00e3o conceitual. Definir imagem como mat\u00e9ria visual e identificar os pontos de contato entre as outras defini\u00e7\u00f5es \u00e9 essencial para uma melhor compreens\u00e3o de seu processo de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os n\u00edveis de express\u00e3o da imagem, por sua vez, tamb\u00e9m ser\u00e3o abordados. Em primeiro lugar, segundo Dondis (2003) as imagens podem buscar a representa\u00e7\u00e3o, ou seja, a correspond\u00eancia a um objeto f\u00edsico espec\u00edfico. Pode ser simbolista, apoiando- se em simplifica\u00e7\u00e3o e\/ou conven\u00e7\u00e3o, como s\u00edmbolos e pictogramas. Por fim, a abstra\u00e7\u00e3o \u00e9 o n\u00edvel da imagem que abarca marcas estil\u00edsticas e conceituais. Deixe-se claro, por\u00e9m, que nenhuma imagem pode ser tomada apenas em rela\u00e7\u00e3o a um destes n\u00edveis, mas entender essa divis\u00e3o \u00e9 indispens\u00e1vel para a significa\u00e7ao da diagrama\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">2. Princ\u00edpios do design e comunica\u00e7\u00e3o visual<br \/>\nO design \u00e9 uma arte aplicada. O que o distingue das demais artes \u00e9 o seu car\u00e1ter funcional, objetivo, de aplicar t\u00e9cnicas est\u00e9ticas, comunicativas e art\u00edsticas para um fim espec\u00edfico. Portanto, a defini\u00e7\u00e3o do design como atividade projetual ser\u00e1 tomada como baliza do trabalho, uma vez que, como qualquer produ\u00e7\u00e3o comunicacional, se dirige a outras pessoas que n\u00e3o o autor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essas t\u00e9cnicas comunicativas foram estudadas a fundo durante o s\u00e9culo XX, e foram identificadas e classificadas vari\u00e1veis \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o do designer. A chamada psicologia da forma, ou Gestalt, corrente do in\u00edcio do s\u00e9culo XX tem como seu principal nome o de Rudolf Arnheim. Te\u00f3rico da percep\u00e7\u00e3o visual nos legou uma obra pilar dessa corrente te\u00f3rica: Arte e Percep\u00e7\u00e3o Visual (ARNHEIM, 1980). As proposi\u00e7\u00f5es sobre elementos com Equil\u00edbrio, Configura\u00e7\u00e3o, Forma, Espa\u00e7o, Luz, Cor, Movimento, Din\u00e2mica e Express\u00e3o ser\u00e3o apresentadas, uma vez que s\u00e3o operadores \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o do comunicador ao criar uma p\u00e1gina.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outra metodologia a ser apresentada \u00e9 a proposta por Dondis (DONDIS, 2003), ao categorizar dezenas de t\u00e9cnicas visuais em pares opostivos como Regularidade\/Irregularidade, Minimiza\u00e7\u00e3o\/Exagero, Agudeza\/Defini\u00e7\u00e3o etc.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Depois de apresentar essas t\u00e9cnicas de comunica\u00e7\u00e3o visual, devidamente contextualizadas na produ\u00e7\u00e3o de revistas, o manual passar\u00e1 para a tipologia, defini\u00e7\u00e3o e apresenta\u00e7\u00e3o dos elementos como: projeto, layout, escala, tipografia, cor, suporte e m\u00e9todos de pr\u00e9-impress\u00e3o e impress\u00e3o. Retomar\u00e1 o discutido no cap\u00edtulo 2, sobre formatos da imagem (ilustra\u00e7\u00e3o, fotografia, infogramas, pictogramas), tomando-os dessa vez como produ\u00e7\u00e3o diretamente vinculada ao design.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">3. Breve hist\u00f3ria das revistas<br \/>\n\u00c9 importante, antes de passar para quest\u00f5es mais diretamente ligadas ao meio revista, conhec\u00ea-lo. O presente cap\u00edtulo pretende apresentar a hist\u00f3ria da revista. Como surgiu, contexto socio-cultural, primeiras revistas. Ser\u00e1 dada \u00eanfase a dois grupos, por assim dizer, de revistas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em primeiro lugar, como n\u00e3o poderia deixar de ser, a revistas brasileiras. Em seguida, a revistas conceitualmente semelhantes \u00e0 proposta de design contempor\u00e2neo da Fraude, como a hist\u00f3rica Ray Gun, de David Carson (HOLLIS, 2005).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Neste cap\u00edtulo tamb\u00e9m ser\u00e3o abordados aspectos jornal\u00edsticos e produtivos que envolvem a revista. Sobre estes pontos, existe bibliografia brasileira razo\u00e1vel a ser consultadas e revisadas, como Revistas no Brasil (EDITORA ABRIL, 2005) e Revistas em Revista (MARTINS, 2001).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">4. Design editorial: revistas<br \/>\nAs escolhas compositivas que o designer faz est\u00e3o conformadas, para o bem e para o mal, por v\u00e1rios aspectos externos. Al\u00e9m da linha editorial do produto, uma vez que \u201c\u00e9 o leitor quem vai determinar o tipo de linguagem gr\u00e1fica a ser utilizada pela publica\u00e7\u00e3o\u201d (SCALZO, 2003, p.67), as pr\u00f3prias caracter\u00edsticas f\u00edsicas s\u00e3o determinantes do design de revista. Al\u00e9m de aplicar os elementos mais gerais de design j\u00e1 explicitados no cap\u00edtulo dois \u00e0 revista, outros itens mais espec\u00edficos ser\u00e3o desenvolvidos durante o cap\u00edtulo quatro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A grelha \u00e9 um recurso muito utilizado no design de brochuras, especialmente de revistas. \u00c9 a defini\u00e7\u00e3o de regras de composi\u00e7\u00e3o diagram\u00e1tica das diversas p\u00e1ginas e se\u00e7\u00f5es do produto, de forma que \u00e9 alcan\u00e7ada uma sensa\u00e7\u00e3o de unicidade, e as informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o mais facilmente encontradas. Josef Muller-Brockmann, design modernista por excel\u00eancia, define melhor a import\u00e2ncia da grelha:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 60px;\">\u201cA redu\u00e7\u00e3o do n\u00famero de elementos visuais usados e sua incorpora\u00e7\u00e3o a um sistema de grelha criam um sentido de planejamento conciso, inteligibilidade e clareza, e sugere ordenamento do design. Essa ordem tende a adicionar credibilidade para a informa\u00e7\u00e3o e induz confian\u00e7a.\u201d (MULLER-BROCKMANN, 1981, p.13).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outro aspecto em investiga\u00e7\u00e3o \u00e9 o papel da sequencialidade na constru\u00e7\u00e3o de sentido da diagrama\u00e7\u00e3o. Apesar da pouca bibliografia, entende-se que \u00e9 um aspecto chave em se tratando de revistas, por ser um produto gr\u00e1fico que permite introduzir, por meio da articula\u00e7\u00e3o sequencial entre as p\u00e1ginas, elementos de movimento e tempo. Jan White prop\u00f5e uma analogia entre as diversas formas de arte sequencial usando o termo \u201cdesfile\u201d e complementa<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 60px;\">\u201co modo pelo qual os observadores reagem a uma p\u00e1gina \u00e9 afetado pela mem\u00f3ria daquil\u00e7o que acabaram de ver, assim como a curiosidade pelo que vem em seguida. H\u00e1beis comunicadores exploram essa quarta dimens\u00e3o \u2013 o tempo \u2013 para dar \u2018ritmo\u2019 ao produto e incluir surpresas, altos e baixos emocionais\u201d (WHITE, 2006, p.29)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O aspecto jornal\u00edstico do produto tamb\u00e9m ser\u00e1 posto em evid\u00eancia. Entre todos os produtos gr\u00e1ficos, a revista talvez seja o que precisa dar mais \u00eanfase ao texto. \u201cA significa\u00e7\u00e3o gr\u00e1fica tem sido vista apenas em suas linhas ferais, jamais se refletindo as poss\u00edveis implica\u00e7\u00f5es do cruzamento de sua leitura com o texto\u201d, alerta Rafael Souza Silva (1985, p.39). Alice Vargas (2007, p.11), por sua vez, diz que \u201ccada texto tem sua \u2018voz\u2019, isto \u00e9, a emo\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria, que pode ser expressa atrav\u00e9s da tipografia do t\u00edtulo e da composi\u00e7\u00e3o da p\u00e1gina\u201d, em conson\u00e2ncia com os outros elementos de projeto gr\u00e1fico. A diagrama\u00e7\u00e3o de revista tem de, portanto, buscar p\u00e1ginas, duplas e sequ\u00eancias que integrem o texto ao design.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">5. Fraude. Hist\u00f3rico e an\u00e1lise<br \/>\nUma vez que o manual situa o leitor em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s quest\u00f5es da imagem, design, comunica\u00e7\u00e3o visual e hist\u00f3ria das revistas, o produto em quest\u00e3o pode ser apresentado e analisado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A hist\u00f3ria da revista ser\u00e1 apresentada. A partir de entrevista com os criadores e membros ser\u00e3o explicitadas as inten\u00e7\u00f5es criativas, os diferentes projetos editoriais e gr\u00e1ficos dos diferentes n\u00fameros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em seguida, a partir das concep\u00e7\u00f5es desenvolvidadas no manual do que \u00e9 uma boa realiza\u00e7\u00e3o do design editorial, cada um dos seis primeiros n\u00fameros ser\u00e1 analisado criticamente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">6. Projeto gr\u00e1fico da revista Fraude<br \/>\nDepois de apresentar as t\u00e9cnicas comunicativas, hist\u00f3ria das revistas, especificidades do design editorial e a revista Fraude, seu projeto gr\u00e1fico, e as escolhas por tr\u00e1s dele, podem ser melhor compreendidas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Este cap\u00edtulo apresentar\u00e1 os elementos b\u00e1sicos, e as varia\u00e7\u00f5es poss\u00edveis, do projeto gr\u00e1fico da revista Fraude. Como j\u00e1 citado acima, a proposta \u00e9 que todo o manual e, principalmente, o projeto gr\u00e1fico incentive e permita a inventividade dos diagramadores. Assim, os itens do projeto gr\u00e1fico trar\u00e3o, al\u00e9m das aplica\u00e7\u00f5es padr\u00e3o, sugest\u00f5es de variantes aplic\u00e1veis e como criar novas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">7. Metodologia e processos criativos<br \/>\nO pen\u00faltimo cap\u00edtulo tratar\u00e1 da metodologia e processos criativos envolvidos na concep\u00e7\u00e3o e diagrama\u00e7\u00e3o da revista Fraude. Em um primeiro momento ser\u00e1 descrito a metodologia de trabalho na diagrama\u00e7\u00e3o da revista Fraude. Acompanhamento de pauta, pesquisa de imagens, rascunho e pagina\u00e7\u00e3o pr\u00e9via antes da diagrama\u00e7\u00e3o propriamente dita das p\u00e1ginas. Em seguida, ser\u00e3o confrontados diferentes m\u00e9todos de desenvolvimento de criatividade (PANIZZA, 2004) com as experi\u00eancias j\u00e1 realizadas pela revista. Ser\u00e3o utilizados tamb\u00e9m relatos de ex-membros da equipe dos seis primeiros n\u00fameros produzidos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">8.Bibliografia e fontes de informa\u00e7\u00e3o<br \/>\nFinalmente, o \u00faltimo cap\u00edtulo trar\u00e1 a indica\u00e7\u00e3o livros e outras fontes de informa\u00e7\u00e3o como blogs, portais, associa\u00e7\u00f5es etc. Todos devidamente comentados e relacionados a problemas envolvidos na produ\u00e7\u00e3o da Fraude.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Bibliografia consultada<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">ARNHEIM, Rudolf. Arte e Percep\u00e7\u00e3o Visual: uma psicologia da vis\u00e3o criadora. S\u00e3o Paulo: Pioneira, 1980. [<a href=\"http:\/\/imagem-papel-e-furia.com.br\/?p=1767\">ler resenha<\/a>]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">AUMONT, Jacques. A Imagem. Campinas: Papirus, 1993. [<a href=\"http:\/\/imagem-papel-e-furia.com.br\/?p=218\">ler resenha<\/a>]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">CARDOSO, Rafael (org.). O design brasileiro antes do design: aspectos da hist\u00f3ria gr\u00e1fica, 1870-1960. S\u00e3o Paulo: Cosac Naify, 2006. [<a href=\"http:\/\/imagem-papel-e-furia.com.br\/?p=1677\">ler resenha<\/a>]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">COLLARO, Antonio Celso. Projeto Gr\u00e1fico: Teoria e Pr\u00e1tica na Diagrama\u00e7\u00e3o. S\u00e3o Paulo: Summus, 1987. [<a href=\"http:\/\/imagem-papel-e-furia.com.br\/?p=1294\">ler resenha<\/a>]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">DONDIS, D.A. Sintaxe da Linguagem Visual. S\u00e3o Paulo: Martins Fontes, 2003. Cole\u00e7\u00e3o A. [<a href=\"http:\/\/imagem-papel-e-furia.com.br\/?p=59\">ler resenha<\/a>]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">FUENTES, Rodolfo. A Pr\u00e1tica do Design Gr\u00e1fico: uma Metodologia Criativa. S\u00e3o Paulo: Editora Rosari, 2006. [<a href=\"http:\/\/imagem-papel-e-furia.com.br\/?p=130\">ler resenha<\/a>]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">GOMBRICH, E. H. Arte e Ilus\u00e3o: um estudo da psicologia da representa\u00e7\u00e3o pict\u00f3rica. S\u00e3o Paulo: Martins Fontes, 2007. [<a href=\"http:\/\/imagem-papel-e-furia.com.br\/?p=1482\">ler resenha<\/a>]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">HURLBURT, Allen. Layout: o Design da p\u00e1gina impressa. S\u00e3o Paulo: Nobel, 2002. [<a href=\"http:\/\/imagem-papel-e-furia.com.br\/?p=67\">ler resenha<\/a>]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">HOLLIS, Richard. Design gr\u00e1fico: uma hist\u00f3ria concisa. S\u00e3o Paulo: Martins Fontes, 2005. Cole\u00e7\u00e3o A. [<a href=\"http:\/\/imagem-papel-e-furia.com.br\/?p=873\">ler resenha<\/a>]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">JOLY, Martine. Introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 An\u00e1lise da Imagem. Campinas: Papirus, 2006. [<a href=\"http:\/\/imagem-papel-e-furia.com.br\/?p=2179\" target=\"_blank\">ler resenha<\/a>]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">KOPP, Rudinei. A capa ef\u00eamera: ra\u00edzes e causas da instabilidade como estrat\u00e9gia no design editorial. In: Congresso Brasileiro de Ci\u00eancias da Comunica\u00e7\u00e3o, 25., Salvador, 2002. Dispon\u00edvel em: &lt; http:\/\/hdl.handle.net\/1904\/18730 &gt; [<a href=\"http:\/\/imagem-papel-e-furia.com.br\/?p=913\">ler resenha<\/a>]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">KOPP, Rudinei. Design gr\u00e1fico cambiante. Santa Cruz do Sul: EDUNISC, 2004. [<a href=\"http:\/\/imagem-papel-e-furia.com.br\/?p=913\">ler resenha<\/a>]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">MART\u00cdN, E. La composici\u00f3n en artes gr\u00e1ficas. Tomo segundo. Barcelona: Don Bosco, 1970.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">MARTINS, Ana Luiza. Revistas em revista: Imprensa e Pr\u00e1ticas Culturais em Tempos de Rep\u00fablica, S\u00e3o Paulo (1890, 1922). S\u00e3o Paulo: Edusp, 2001.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">MELO, Chico Homem de (org.). O design gr\u00e1fico brasileiro: anos 60. S\u00e3o Paulo: Cosac Naify, 2006. [<a href=\"http:\/\/imagem-papel-e-furia.com.br\/?p=1694\">ler resenha<\/a>]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">MULLER-BROCKMANN, Josef. Grid Systems in Graphic Design. Niederteufen (Su\u00ed\u00e7a): Arthur Niggli Publishers, 1981 [<a href=\"http:\/\/imagem-papel-e-furia.com.br\/?p=61\">ler resenha<\/a>]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">PANIZZA, Jana\u00edna. Metodologia e processo criativo em projetos de comunica\u00e7\u00e3o visual. Disserta\u00e7\u00e3o. Escola de Comunica\u00e7\u00e3o e Artes, USP: S\u00e3o Paulo, 2004. [<a href=\"http:\/\/imagem-papel-e-furia.com.br\/?p=1492\">ler resenha<\/a>]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">PIZA, Daniel. Jornalismo Cultural. S\u00e3o Paulo: Editora Contexto, 2004. [<a href=\"http:\/\/imagem-papel-e-furia.com.br\/?p=1737\">ler resenha<\/a>]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">RIBEIRO, Milton. Planejamento Visual Gr\u00e1fico. Bras\u00edlia: LGE, 2003. [<a href=\"http:\/\/imagem-papel-e-furia.com.br\/?p=2013\">ler resenha<\/a>]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">SANTOS, Marielle Sandalovski. Design de not\u00edcias: uma quest\u00e3o hol\u00edstica. Biblioteca Online de Ci\u00eancias da Comunica\u00e7\u00e3o: 2005. Dispon\u00edvel em: &lt;http:\/\/www.labcom.ubi.pt\/~bocc\/_esp\/autor.php3?codautor=889&gt;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">SCALZO, Mar\u00edlia. Jornalismo de Revista. S\u00e3o Paulo: Editora Contexto, 2003. [<a href=\"http:\/\/imagem-papel-e-furia.com.br\/?p=104\">ler resenha<\/a>]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">SILVA, P.A.C.. Descobrindo as Revistas Customizadas: o Design da Informa\u00e7\u00e3o na Revista Oi. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE CI\u00caNCIAS DA COMUNICA\u00c7\u00c3O, 28., 2005. Rio de Janeiro.\u00a0 Dispon\u00edvel em: &lt; http:\/\/hdl.handle.net\/1904\/16966 &gt;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">SILVA, Rafael Souza. Diagramac\u00e3o: o planejamento visual gr\u00e1fico na comunica\u00e7\u00e3o impressa. S\u00e3o Paulo: Summus, 1985. [<a href=\"http:\/\/imagem-papel-e-furia.com.br\/?p=1223\">ler resenha<\/a>]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">VARGAS, Alice. Manual de diagrama\u00e7\u00e3o da revista Lupa. 2006.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">WHITE, Jan B. Edi\u00e7\u00e3o e Design. S\u00e3o Paulo: JSN Editora, 2006. [<a href=\"http:\/\/imagem-papel-e-furia.com.br\/?p=116\">ler resenha<\/a>]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">WHITE, Jan. Utilizando a parte gr\u00e1fica para prop\u00f3sitos editoriais \u2013 Notas da palestra. In: Boletim Editorial Abril especial, n. 20. &lt; http:\/\/www.botecodeideias.jor.br&gt; Acesso em 08\/12\/2007.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quem j\u00e1 leu o &#8220;Sobre&#8220;, sabe que este blog nasceu para reunir material relacionado a meu Trabalho de Conclus\u00e3o de Curso, vulgo TCC. Posteriormente, come\u00e7ou a abarcar novos assuntos. Agora, quando come\u00e7o a escrever de fato o trabalho, quero compartilhar com voc\u00eas\u00a0 o miolo do projeto, que ser\u00e1 executado a partir daqui. 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