{"id":3210,"date":"2009-07-12T00:39:27","date_gmt":"2009-07-12T03:39:27","guid":{"rendered":"http:\/\/imagem-papel-e-furia.com.br\/?p=2887"},"modified":"2011-01-09T12:14:00","modified_gmt":"2011-01-09T15:14:00","slug":"a-historia-da-arte-de-ernst-hans-gombrich-parte-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tarciziosilva.com.br\/blog\/a-historia-da-arte-de-ernst-hans-gombrich-parte-2\/","title":{"rendered":"A Hist\u00f3ria da Arte, de Ernst Hans Gombrich (parte 2)"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/compare.buscape.com.br\/categoria?id=3482&amp;lkout=1&amp;kw=historia+da+arte+gombrich&amp;site_origem=5111154\" target=\"_blank\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-thumbnail wp-image-2807\" style=\"margin: 2px;\" title=\"historia da arte ernst hans gombrich\" src=\"http:\/\/imagem-papel-e-furia.com.br\/wp-content\/uploads\/2009\/06\/historia-da-arte-ernst-hans-gombrich-108x150.jpg\" alt=\"historia da arte ernst hans gombrich\" width=\"108\" height=\"150\" \/><\/a>Continuando a <a href=\"http:\/\/tarciziosilva.com.br\/blog\/a-historia-da-arte-de-ernst-hans-gombrich-parte-1\/\" target=\"_blank\">s\u00e9rie de posts<\/a> sobre <a href=\"http:\/\/compare.buscape.com.br\/categoria?id=3482&amp;lkout=1&amp;kw=historia+da+arte+gombrich&amp;site_origem=5111154\" target=\"_blank\"><strong>A Hist\u00f3ria da Arte<\/strong><\/a>, de Ernst Hans Gombrich, veremos os cinco primeiros cap\u00edtulos do livro. Relembrando que estes posts s\u00e3o apenas um percurso de passagem e superficial sobre alguns pontos do livro, que merece ser lido com cuidado.<\/p>\n<h2>1. Estranhos Come\u00e7os &#8211; Povos pr\u00e9-hist\u00f3ricos e primitivos; Am\u00e9rica Antiga<\/h2>\n<p>Neste primeiro cap\u00edtulo, Gombrich escreve sobre a arte &#8220;primitiva&#8221;. Para tanto, lembra que arte no sentido da arte dos museus, criada apenas para fins de contempla\u00e7\u00e3o n\u00e3o era o que ocorria nos prim\u00f3rdios da arte. Os objetos art\u00edsticos criados pelos povos primitivos eram produzidos com objetivos espec\u00edficos.<\/p>\n<p>Na maioria dos casos tinham fun\u00e7\u00f5es ritual\u00edsticas e religiosas. Para dissipar um poss\u00edvel preconceito do leitor, Gombrich usa um bom exemplo: &#8220;suponha que pegamos uma foto de nossos esportista no jornal &#8211; n\u00f3s gostar\u00edamos de pegar uma agulha e furar seus olhos? Seria a mesma coisa de furar qualquer outro lugar do papel?&#8221;. De fato, n\u00e3o. A representa\u00e7\u00e3o das coisas ainda exerce um poder sobre qualquer pessoa.<\/p>\n<div id=\"attachment_2925\" style=\"width: 67px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/imagem-papel-e-furia.com.br\/wp-content\/uploads\/2009\/07\/oro.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-2925\" class=\"size-full wp-image-2925\" style=\"margin: 3px;\" title=\"oro\" src=\"http:\/\/imagem-papel-e-furia.com.br\/wp-content\/uploads\/2009\/07\/oro.png\" alt=\"oro\" width=\"57\" height=\"250\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-2925\" class=\"wp-caption-text\">Oro, Deus da Guerra - Tait\u00ed, s\u00e9culo XVIII<\/p><\/div>\n<p>Portanto, as figuras de animais sob machados e outros tipos de armas nas paredes de cavernas eram um tipo de\u00a0 . Assim como usamos aspas no in\u00edcio do texto, Gombrich tamb\u00e9m achou necess\u00e1rio definir que n\u00e3o entende &#8220;primitivo&#8221; como algo anterior em uma escala evolutiva. Estes povos utilizaram as t\u00e9cnicas art\u00edsticas que acharam necess\u00e1rias, simples ou n\u00e3o, como provam alguns dos trabalhos elaborad\u00edssimos que usa como exemplo.<\/p>\n<p>Entre as obras mais &#8220;simples&#8221;, eu destaco o Deus da Guerra Oro, do Tait\u00ed, do s\u00e9culo dezoito. Nas palavras do autor: &#8220;A wooden pole to which he has given a simple face looks to him totally transformed. He takes the impression it makes as a token of its magical power&#8221;. A aparente simplicidade desse objeto, na verdade, \u00e9 resultante do poder expressivo atrav\u00e9s do qual formas simples representam express\u00f5es faciais.<\/p>\n<p>No fim do cap\u00edtulo, depois de mostrar exemplos de arte em totens dos \u00edndios americanos, esculturas maias e aztecas e m\u00e1scaras do Alasca, Gombrich diz que podemos perceber que a produ\u00e7\u00e3o de imagens nessas primeiras civiliza\u00e7\u00f5es n\u00e3o era apenas conectada com magia e religi\u00e3o, mas tamb\u00e9m uma primeira forma de &#8220;escrita&#8221;. Uma &#8220;simples&#8221; escultura ou totem continha em si toda uma narrativa.<\/p>\n<h2>2. Arte para a Eternidade &#8211; Egito, Mespot\u00e2mia, Creta<\/h2>\n<p>A arte eg\u00edpcia influenciou os gregos que influenciaram toda a a arte ocidental desde ent\u00e3o. As pir\u00e2mides eram literais montanhas de pedras para guardar o corpo dos grandes reis do Egito Antigo. Esta arte tinha uma fun\u00e7\u00e3o definida e pr\u00e1tica: preservar o corpo e imagem. Esse \u00e9 um dos motivos para a regularidade da representa\u00e7\u00e3o dos objetos e seres, que tinha de trazer a ocorr\u00eancia mais reconhec\u00edvel de cada elemento.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/imagem-papel-e-furia.com.br\/wp-content\/uploads\/2009\/07\/o-jardim-de-nebamun.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-medium wp-image-2930\" style=\"margin: 4px 8px;\" title=\"o jardim de nebamun\" src=\"http:\/\/imagem-papel-e-furia.com.br\/wp-content\/uploads\/2009\/07\/o-jardim-de-nebamun-300x262.jpg\" alt=\"o jardim de nebamun\" width=\"300\" height=\"262\" \/><\/a>O Jardim de Nebamin, por exemplo, traz \u00e1rvores vistas de lado, peixes e patos de perfil sobre um lago &#8220;visto&#8221; de cima. A mesma mec\u00e2nica era aplicada aos corpos humanos, numa representa\u00e7\u00e3o que podemos perceber inocentemente como distorcida. Entretanto, &#8220;n\u00e3o se pode supor que os artistas eg\u00edpcios achavam que os seres humanos eram daquele jeito. Eles simplesmente seguiram regas que permitiram-nos incluir tudo que consideravam importante na forma humana&#8221;.<\/p>\n<p>Estas regras e o senso de ordem da arte eg\u00edpcia fizeram com que permanecesse relativamente imut\u00e1vel por s\u00e9culos, com a exce\u00e7\u00e3o de alguns per\u00edodos nos quais outras inst\u00e2ncias da cultura tamb\u00e9m eram repudiadas. Gombrich d\u00e1 o exemplo do imp\u00e9rio de Amenophis IV, que acreditava em um \u00fanico deus, Aten. Para incutir a cren\u00e7a na divindade, o estilo tamb\u00e9m foi modificado, trazendo novos \u00edcones e modos de representa\u00e7\u00e3o mais condizentes com os valores de Amenophis IV.<\/p>\n<p>Este cap\u00edtulo ainda traz arte cretense e mesopot\u00e2mica. As narrativas representadas nas paredes dos monumentos eram relatos de campanhas de guerra, no que Gombrich chamou de &#8220;propaganda&#8221;: os combatentes em posi\u00e7\u00e3o de derrota e dor s\u00e3o apenas os das tribos rivais.<\/p>\n<h2>3. O Grande Despertar &#8211; Gr\u00e9cia, VII a V s\u00e9culo a.c.<\/h2>\n<p>Para a arte grega desse per\u00edodo, o cap\u00edtulo se inicia com uma an\u00e1lise da arquitetura, de formas mais modestas e org\u00e2nicas, &#8220;criadas por homens para homens&#8221;, ao contr\u00e1rio das tumbas e templos eg\u00edpcios, criados sob ordens de &#8220;deuses&#8221; para &#8220;deuses&#8221;. A escultura grega tomou os primeiros c\u00e2nones dos eg\u00edpcios e ass\u00edrios, mas come\u00e7ou a experimentar, buscando uma representa\u00e7\u00e3o mais reslista da forma humana.<\/p>\n<p>A pintura grega foi quase que totalmente perdida, a n\u00e3o ser a pintura de alguns vasos, que Gombrich explica terem formado um mercado de arte no qual novas t\u00e9cnicas eram utilizadas e experimentadas, como o escor\u00e7o. Um tipo de disposi\u00e7\u00e3o que era totalmente proibido na arte eg\u00edpcia, passou a ser desenvolvido na arte grega: a maior descoberta desse per\u00edodo, segundo o autor.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/imagem-papel-e-furia.com.br\/wp-content\/uploads\/2009\/07\/charioteer_delphi.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-medium wp-image-2937\" style=\"margin: 4px 8px;\" title=\"charioteer_delphi\" src=\"http:\/\/imagem-papel-e-furia.com.br\/wp-content\/uploads\/2009\/07\/charioteer_delphi-198x300.jpg\" alt=\"charioteer_delphi\" width=\"198\" height=\"300\" \/><\/a>As esculturas gregas possuem toda uma aura reconhec\u00edvel atualmente, mas Gombrich alerta para o fato de que a quase totalidade das que chegaram at\u00e9 n\u00f3s s\u00e3o apenas c\u00f3pias dos originais. Podem ajudar a imaginar a arte grega, mas possuem diferen\u00e7as enormes. Assim como o material, a cor das est\u00e1tuas tamb\u00e9m foi prejudicada. A maioria da arte grega era replata de cor, mesmo ao ponto de contrastes fortes de azul e vermelho. Est\u00e1tuas como a <em>Athena Parthenos<\/em> foram originalmente produzidas em madeiras e pedras preciosas, mas o que chegou a n\u00f3s foram c\u00f3pias romanas em m\u00e1rmore.<\/p>\n<p>Gombrich d\u00e1 uma aten\u00e7\u00e3o especial ao <em>Charioteer<\/em>, atualmente no Museu Arqueol\u00f3gico de Delphi. Encontrato em escava\u00e7\u00f5es, a est\u00e1tua de bronze foi uma das \u00fanicas que restaram. Durante a escassez de metal na Idade M\u00e9dia, as est\u00e1tuas gregas foram fundidas e se perderam. Os olhos das est\u00e1tuas s\u00e3o de cor definida, como eram a maioria das est\u00e1tuas da \u00e9poca. As formas do rostoimitam uma face real. Os artistas gregos j\u00e1 possu\u00edam no s\u00e9culo V a.c. um conhecimento avan\u00e7ado da fisionomia e anotomia humanas.<\/p>\n<p>Em resumo, a contribui\u00e7\u00e3o da arte grega desse per\u00edodo foi a introdu\u00e7\u00e3o da representa\u00e7\u00e3o em escor\u00e7o e de a\u00e7\u00f5es mais realistas, como um vaso representando a lenda de Ulysses, para o qual Gombrich dedica algumas linhas a rela\u00e7\u00e3o entre a posi\u00e7\u00e3o e olhar dos personagens.<\/p>\n<h2>4. O Reino da Beleza &#8211; Gr\u00e9cia e mundo grego, IV a V s\u00e9culo antes de cristo<\/h2>\n<p>Neste per\u00edodo, a arte grega j\u00e1 estava em um ponto de desenvolvimento no sentido mercadol\u00f3gico no qual as &#8220;pessoas comparavam os m\u00e9ritos das v\u00e1rias &#8216;escolas&#8217; de arte, isto \u00e9, dos v\u00e1rios m\u00e9todos, estilos e tradi\u00e7\u00f5es que distinguiam os mestres das diferentes cidades&#8221;. O artista respons\u00e1vel pela Deusa da Vit\u00f3ria, por exemplo, poderia estar consciente e orgulhoso de seu poder, segundo Gombrich. &#8220;Ele n\u00e3o estava mais lutando contra nenhuma dificulade na representa\u00e7\u00e3o do movimento ou escor\u00e7o&#8221;.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/imagem-papel-e-furia.com.br\/wp-content\/uploads\/2009\/07\/laocoon-and-his-sons.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-medium wp-image-2956\" title=\"laocoon and his sons\" src=\"http:\/\/imagem-papel-e-furia.com.br\/wp-content\/uploads\/2009\/07\/laocoon-and-his-sons-241x300.jpg\" alt=\"laocoon and his sons\" width=\"241\" height=\"300\" \/><\/a>O maior artista do s\u00e9culo IV segundo o autor era Praxiteles. A liberdade na representa\u00e7\u00e3o alcan\u00e7ada por ele, deixando todos os tra\u00e7os de rigidez da arte anterior \u00e9 caracter\u00edstica desse per\u00edodo. Existe apenas um fraco eco do antigo esquema de representar cada parte do corpo em seu \u00e2ngulo mais caracter\u00edstico.<\/p>\n<p>Sobre a escultura <em>Laocoon e seus filhos<\/em> de Hagesandros, Athenodoros e Polydoros, Gombrich se pergunta o que estava em jogo principalmente: o impacto do horror dessa cena em qual um inocente sofre por falar a verdade ou o poder de represent\u00e1-la cruamente? Contextualizando-a, Gombrich tamb\u00e9m suspeita que foi uma obra que poderia te rapelo a um p\u00fablico costumaz de arenas de gladiadores, por exemplo.<\/p>\n<h2>5. Conquistadores do Mundo &#8211; Romanos, Budistas, Judeus e Crist\u00e3o, I a IV s\u00e9culo d.c.<\/h2>\n<p>No final do cap\u00edtulo anterior, alguns exemplos de pinturas de Pomp\u00e9ia, preservadas em paredes das casas da pequena cidade foram alguns poucos exemplos dessa modalidade de arte do imp\u00e9rio romano que foram preservados.<\/p>\n<p>Entre as cria\u00e7\u00f5es da arquitetura, as obras do imp\u00e9rio Romano que produziram uma impress\u00e3o mais duradoura segundo Gombrich foram os v\u00e1rios arcos que espalharam pela Ir\u00e1lia, Fran\u00e7a, norte da \u00c1frica e \u00c1sia. O elemento mais importantes na arquitetura Romana foi justamente o uso de arcos, que tamb\u00e9m caracteriza o Coliseu. Entre os marcos que este imp\u00e9rio deixou em seu territ\u00f3rio, a Coluna de Trajano traz exemplos de relevos narrativos sobre as vit\u00f3rias na D\u00e1cia e s\u00e3o comentados por Gombrich.<\/p>\n<p>A arte budista neste cap\u00edtulo se resume basicamente \u00e0 descri\u00e7\u00e3o da escultura <em>Gautama deixando sua casa<\/em>, que preservou um epis\u00f3dio da hist\u00f3ria de Buda. No caso da arte judaica, Gombrich d\u00e1 uma aten\u00e7\u00e3o maior ao quadro <em>Mois\u00e9s retirando \u00e1gua da rocha<\/em>. Aparentemente, o painel n\u00e3o \u00e9 muito bem elaborado. No entanto, o autor acredita que se deve em parte ao fato de que alcan\u00e7ava seu objetivo de contar a hist\u00f3ria, ao mesmo tempo em que n\u00e3o avan\u00e7ava demais contra o mandamento sobre a produ\u00e7\u00e3o e louvor de imagens.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">+ Leia a <a href=\"http:\/\/tarciziosilva.com.br\/blog\/a-historia-da-arte-de-ernst-hans-gombrich-parte-1\/\">primeira parte da resenha de A Hist\u00f3ria da Arte<br \/>\n<\/a> + Leia a <a href=\"http:\/\/tarciziosilva.com.br\/blog\/a-historia-da-arte-de-ernst-hans-gombrich-parte-3\/\">terceira parte da resenha de A Hist\u00f3ria da Arte<br \/>\n<\/a> &#8211; Acesse o <a href=\"http:\/\/www.gombrich.co.uk\/\" target=\"_blank\">The Gombrich Archive<\/a> [ingl\u00eas]<br \/>\n&#8211; Artigo sobre <a href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Ernst_Gombrich\" target=\"_blank\">Gombrich na Wikip\u00e9dia<\/a><br \/>\n&#8211; Artigo sobre <a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Ernst_Gombrich\" target=\"_blank\">Gombrich na Wikipedia<\/a> [ingl\u00eas]<br \/>\n&#8211; Veja pre\u00e7os de <a href=\"http:\/\/compare.buscape.com.br\/categoria?id=3482&amp;lkout=1&amp;kw=historia+da+arte+gombrich&amp;site_origem=5111154\" target=\"_blank\">A Hist\u00f3ria da Arte<\/a><br \/>\n&#8211; Veja pre\u00e7os de <a href=\"http:\/\/compare.buscape.com.br\/categoria?id=3482&amp;lkout=1&amp;kw=story+of+art+gombrich&amp;site_origem=5111154\" target=\"_blank\">Story of Art<\/a><br \/>\n&#8211; Veja pre\u00e7os de <a href=\"http:\/\/compare.buscape.com.br\/categoria?id=3482&amp;lkout=1&amp;kw=story+of+art+gombrich+pocket+edition&amp;site_origem=5111154\" target=\"_blank\">Story of Art &#8211; Pocket Edition<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Continuando a s\u00e9rie de posts sobre A Hist\u00f3ria da Arte, de Ernst Hans Gombrich, veremos os cinco primeiros cap\u00edtulos do livro. 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