{"id":2955,"date":"2008-09-23T10:46:00","date_gmt":"2008-09-23T12:46:00","guid":{"rendered":"http:\/\/imagempapelefuria.wordpress.com\/2008\/09\/23\/revista-kino-6\/"},"modified":"2011-01-08T15:25:49","modified_gmt":"2011-01-08T18:25:49","slug":"revista-kino-6","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tarciziosilva.com.br\/blog\/revista-kino-6\/","title":{"rendered":"Revista Kino #6"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/4.bp.blogspot.com\/_V4McfIZt-6c\/SNjNQS_Y6gI\/AAAAAAAAA-E\/14_Ab3ChHFY\/s1600-h\/marcelo+carneiro+-+mad+max+-+pump+your+own+oil.jpg\"><img decoding=\"async\" style=\"margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 200px; height: 254px;\" src=\"http:\/\/4.bp.blogspot.com\/_V4McfIZt-6c\/SNjNQS_Y6gI\/AAAAAAAAA-E\/14_Ab3ChHFY\/s320\/marcelo+carneiro+-+mad+max+-+pump+your+own+oil.jpg\" border=\"0\" alt=\"\" \/><\/a>O sexto n\u00famero da <a href=\"http:\/\/www.revistakino.com\/\">revista Kino<\/a> foi lan\u00e7ado. Dessa vez o tema foi bem livre: &#8220;seu filmepreferido&#8221;. A imagem ao lado \u00e9 o trabalho de Marcelo Carneiro sobre <span style=\"font-style:italic;\">Mad Max<\/span>. Para quem n\u00e3o lembra, eu j\u00e1 <a href=\"http:\/\/imagem-papel-e-furia.blogspot.com\/2008\/03\/revista-kino.html\">escrevi sobre a revista<\/a> e fiz uma <a href=\"http:\/\/revista-lupa.blogspot.com\/2008\/08\/passepartout_09.html\">entrevista<\/a> com seu criador, o Renato Loose, para o blog da <a href=\"http:\/\/www.revista-lupa.blogspot.com\/\">Lupa<\/a>. Confira abaixo a entrevista:<\/p>\n<p><span style=\"font-weight:bold;\">Lupa: Como surgiu a id\u00e9ia da Kino?<\/span><br \/>\nSempre quis ter um projeto em que pudesse divulgar trabalhos autorais e a revista digital ca\u00eda como uma luva. Conta com a velocidade e o longo alcance de uma informa\u00e7\u00e3o lan\u00e7ada na rede. De in\u00edcio, n\u00e3o haveria longos textos, apenas a participa\u00e7\u00e3o de produtores de imagens, por\u00e9m, ao definir o perfil da Kino, de fato, como revista, achei que caberia bem uma coluna. A Karla \u00e9 uma grande amiga que j\u00e1 dividiu comigo uma sala de escrit\u00f3rio por quase tr\u00eas anos, al\u00e9m de muitas sess\u00f5es de filmes. Apaixonada pela &#8220;telona&#8221; e com um potencial incr\u00edvel para escrever, n\u00e3o poderia deixar de convid\u00e1-la. Assim surgiu a primeira coluna da revista, e outras est\u00e3o por vir.<\/p>\n<p><span style=\"font-weight:bold;\">Lupa: O formato revista parece ter sido uma escolha exata, inclusive demonstrado pela se\u00e7\u00e3o &#8220;Trailer&#8221;. Qual foi a motiva\u00e7\u00e3o para esse formato?<\/span><br \/>\nFazer com que a Kino se aproximasse ao m\u00e1ximo do formato que conhecemos em publica\u00e7\u00f5es impressas. Por isso a divis\u00e3o em se\u00e7\u00f5es e editoriais. Assim, ela j\u00e1 est\u00e1 pronta para o dia em que ter\u00e1 uma vers\u00e3o impressa, eu espero.<\/p>\n<p><span style=\"font-weight:bold;\">Lupa: Por que escolheu cinema como objeto?<\/span><br \/>\nExistem v\u00e1rias revistas virtuais e quase todas giram em torno de um formato muito semelhante: a cada edi\u00e7\u00e3o escolhem um tema aleat\u00f3rio e pessoas enviam trabalhos relacionados. Na busca por sair dessa linha, acabei optando por algo que seria um tema \u00fanico e ao mesmo tempo multifacetado: o cinema, que, al\u00e9m de tudo, \u00e9 uma das minhas manias. Os filmes tem um potencial imenso para fazer com que as pessoas criem a partir das impress\u00f5es que tiveram durante os minutos de exibi\u00e7\u00e3o, ou at\u00e9 mesmo ap\u00f3s isso, refletindo, debatendo. H\u00e1 tantos t\u00e3o provocativos que fica at\u00e9 dif\u00edcil escolher os temas das pr\u00f3ximas edi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><span style=\"font-weight:bold;\">Lupa: Como acontece a escolha dos temas e dos convidados de &#8220;Trilha Sonora&#8221;?<\/span><br \/>\nEu assisto muitos filmes e ou\u00e7o bastante a opini\u00e3o de pessoas que &#8220;respiram&#8221; cinema. Quando lancei o projeto, fiz uma lista dos que teriam grande chance de se transformarem em tema. N\u00e3o estou seguindo \u00e0 risca, mas todos que passaram por l\u00e1 at\u00e9 hoje estavam nessa listagem. Como a Kino \u00e9 formada em grande parte por colaboradores, houve uma edi\u00e7\u00e3o em que o p\u00fablico escolheu o tema. Os convidados da Trilha s\u00e3o pessoas cujo trabalho eu acho interessante. Normalmente, o gosto musical acaba coincidindo e a se\u00e7\u00e3o fica bonita de ver, ler e ouvir. Alguns s\u00e3o amigos, outros apenas contatos virtuais.<\/p>\n<p><span style=\"font-weight:bold;\">Lupa: Qual teu n\u00famero preferido?<\/span><br \/>\nNa verdade, h\u00e1 dois n\u00fameros que gosto muito. A edi\u00e7\u00e3o 2 \u2013 Janela Indiscreta \u2013 e a edi\u00e7\u00e3o 4 \u2013 Volver. Apesar de modelos bem diferentes entre si, n\u00e3o consigo escolher entre elas. Com o filme do Hitchcok, foi \u00f3timo trabalhar num projeto editorial retr\u00f4, com o jeito da \u00e9poca em que o filme circulou. J\u00e1 com o do Almod\u00f3var, a liberdade que o filme proporciona \u00e9 incr\u00edvel. Qualquer cor \u00e9 poss\u00edvel e toda forma \u00e9 aceit\u00e1vel. Com tanta op\u00e7\u00e3o, basta combinar \u2013 ou, \u00e0s vezes, descombinar \u2013 os elementos que o resultado final \u00e9 satisfat\u00f3rio e o processo de cria\u00e7\u00e3o muito divertido.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O sexto n\u00famero da revista Kino foi lan\u00e7ado. 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