{"id":11617,"date":"2020-03-17T16:18:39","date_gmt":"2020-03-17T19:18:39","guid":{"rendered":"https:\/\/tarciziosilva.com.br\/blog\/?p=11617"},"modified":"2020-03-19T14:33:26","modified_gmt":"2020-03-19T17:33:26","slug":"lancado-comunidades-algoritmos-e-ativismos-olhares-afrodiasporicos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tarciziosilva.com.br\/blog\/lancado-comunidades-algoritmos-e-ativismos-olhares-afrodiasporicos\/","title":{"rendered":"Lan\u00e7ado: &#8220;Comunidades, Algoritmos e Ativismos Digitais: olhares afrodiasp\u00f3ricos&#8221;"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-media-text alignwide is-vertically-aligned-top\"><figure class=\"wp-block-media-text__media\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"392\" height=\"580\" src=\"https:\/\/tarciziosilva.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Capa-comunidades-algoritmos-ativismos-olhares-afrodiasporicos-392x580.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-11618\" srcset=\"https:\/\/tarciziosilva.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Capa-comunidades-algoritmos-ativismos-olhares-afrodiasporicos-392x580.jpg 392w, https:\/\/tarciziosilva.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Capa-comunidades-algoritmos-ativismos-olhares-afrodiasporicos-203x300.jpg 203w, https:\/\/tarciziosilva.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Capa-comunidades-algoritmos-ativismos-olhares-afrodiasporicos-101x150.jpg 101w, https:\/\/tarciziosilva.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Capa-comunidades-algoritmos-ativismos-olhares-afrodiasporicos.jpg 572w\" sizes=\"auto, (max-width: 392px) 100vw, 392px\" \/><\/figure><div class=\"wp-block-media-text__content\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\"> Lan\u00e7ado! Depois de muito trabalho, o livro &#8220;<strong><em><a rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\"Comunidades, Algoritmos e Ativismos: olhares afrodiasp\u00f3ricos (opens in a new tab)\" href=\"http:\/\/www.literarua.com.br\/livro\/olhares-afrodiasporicos\" target=\"_blank\">Comunidades, Algoritmos e Ativismos Digitais: olhares afrodiasp\u00f3ricos<\/a><\/em><\/strong>&#8221; est\u00e1 no ar para compra e\/ou download. Reproduzo a seguir a apresenta\u00e7\u00e3o do livro:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao longo das \u00faltimas d\u00e9cadas, in\u00fameras ideias sobre o \u201cvirtual\u201d, o \u201cdigital\u201d ou a \u201ccibercultura\u201d ganharam tra\u00e7\u00e3o nos espa\u00e7os acad\u00eamicos e vernaculares interessados em estudar o impacto (ou rela\u00e7\u00e3o) da internet na sociedade. Figuras de linguagem que evocavam a internet como composta de \u201cjanelas\u201d a outros mundos poss\u00edveis tamb\u00e9m foram aplicadas a indiv\u00edduos, grupos e suas identidades.<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A comunica\u00e7\u00e3o mediada por computador permitiria at\u00e9 o abandono de afilia\u00e7\u00f5es identit\u00e1rias, disseram muitos. G\u00eanero, ra\u00e7a, etnia, nacionalidade e classe ficariam de lado, afirmaram pesquisadores que faziam parte da pequena parcela conectada da popula\u00e7\u00e3o. A realidade era muito diferente disso, como sabiam tanto as maiorias demogr\u00e1ficas reais quanto as camadas mais violentas da branquitude. Nos anos 90 supremacistas brancos j\u00e1 planejavam uma reconex\u00e3o e expans\u00e3o global, atrav\u00e9s da internet, que d\u00e1 seus frutos t\u00f3xicos hoje em todo o mundo.  &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Processo similar aconteceu na \u00faltima d\u00e9cada com a empolga\u00e7\u00e3o quanto a conceitos como <em>big data <\/em>ou intelig\u00eancia artificial. Os mais inocentes e os mais c\u00ednicos convergiram publicamente a acreditar ou defender que a abund\u00e2ncia na gera\u00e7\u00e3o de dados e a capacidade computacional para analis\u00e1-los levariam ao fortalecimento da produ\u00e7\u00e3o democr\u00e1tica de conhecimento sobre as quest\u00f5es p\u00fablicas. Testemunhamos o contr\u00e1rio: um aprofundamento do abismo entre cidad\u00e3os comuns \u2013 que, de fato, possuem mais acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o do que antes \u2013 e corpora\u00e7\u00f5es que concentram exponencialmente n\u00e3o s\u00f3 as informa\u00e7\u00f5es e sua capacidade de interpreta\u00e7\u00e3o anal\u00edtica, mas tamb\u00e9m a aplica\u00e7\u00e3o de conhecimento operacionalizado na concentra\u00e7\u00e3o de capitais e esfarelamento das institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Interpreta\u00e7\u00f5es generalistas e totalizantes sobre os usos, apropria\u00e7\u00f5es, narrativas e contra-narrativas das tecnologias da comunica\u00e7\u00e3o ficaram, portanto, ainda mais anacr\u00f4nicas. Mas \u00e0s pioneiras e pioneiros de estudos cr\u00edticos da comunica\u00e7\u00e3o digital somam-se cada vez mais pesquisadoras\/es interessadas e instrumentalizadas a contar as hist\u00f3rias dos subalternizados, empenhadas em desvelar fen\u00f4menos, objetos e din\u00e2micas invisibilizadas por academias elitistas ainda a servi\u00e7o de uma supremacia branca global.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O livro \u201c<em>Comunidades, Algoritmos e Ativismos: olhares afrodiasp\u00f3ricos<\/em>\u201d \u00e9 uma das muitas iniciativas de combate a cegueiras supostamente p\u00f3s-raciais. Visando colaborar no preenchimento das muitas lacunas bibliogr\u00e1ficas que tolhem a oferta bibliogr\u00e1fica de estudantes do Brasil e pa\u00edses lus\u00f3fonos, o livro re\u00fane 14 cap\u00edtulos de pesquisadoras e pesquisadores provenientes e com conhecimento cient\u00edfico e experiencial dos Brasis e de pa\u00edses da Afrodi\u00e1spora e \u00c1frica, como Congo, Eti\u00f3pia, Gana, Nigeria, Col\u00f4mbia, Estados Unidos e Reino Unido. O principal objetivo da publica\u00e7\u00e3o \u00e9 reunir reflex\u00f5es diversas e multidisciplinares sobre as interfaces dentre os fen\u00f4menos da comunica\u00e7\u00e3o digital, ra\u00e7a, negritude e branquitude nos \u00faltimos 20 anos, oferecendo material de refer\u00eancia para estudantes e pesquisadoras\/es em diversos n\u00edveis.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Atrav\u00e9s da tradu\u00e7\u00e3o de textos estrangeiros in\u00e9ditos em portugu\u00eas e atualiza\u00e7\u00e3o e reda\u00e7\u00e3o de publica\u00e7\u00f5es selecionadas de brasileiras\/os, o livro colabora com a crescente complexifica\u00e7\u00e3o do pensamento sobre a comunica\u00e7\u00e3o digital e internet resultante da diversifica\u00e7\u00e3o dos olhares e falas nos espa\u00e7os acad\u00eamicos. Da matem\u00e1tica na divina\u00e7\u00e3o If\u00e1 ao ativismo pol\u00edtico, os temas e objetos dos cap\u00edtulos passam por transi\u00e7\u00e3o capilar, blackfishing, afroempreendedorismo, Black Twitter, contra-narrativas ao racismo e m\u00e9todos digitais de pesquisa apropriados \u00e0 complexidade das plataformas, algoritmos e rela\u00e7\u00f5es de poder incorporadas nas materialidades digitais racializadas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Abrindo o livro, o artigo \u201c<em>Retomando nosso f\u00f4lego: Estudos de Ci\u00eancia e Tecnologia, Teoria Racial Cr\u00edtica e a imagina\u00e7\u00e3o carcer\u00e1ria<\/em>\u201d de Ruha Benjamin prop\u00f5e o conceito de <em>Critical Race STS<\/em> como nexo essencial para entender a imagina\u00e7\u00e3o carcer\u00e1ria que motiva a cria\u00e7\u00e3o e formata\u00e7\u00e3o das tecnologias digitais empregadas cotidianamente no controle, classifica\u00e7\u00e3o e fixa\u00e7\u00e3o dos corpos.&nbsp; Partindo da met\u00e1fora da respira\u00e7\u00e3o e do f\u00f4lego, repetidamente negados a afro-americanos e afro-brasileiros sufocados por for\u00e7as policiais, Benjamin nos convoca a repensar os projetos da sociologia e dos estudos de ci\u00eancia, tecnologia e sociedade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Como resultado de amplo estudo sobre discurso de \u00f3dio, Luiz Val\u00e9rio P. Trindade apresenta, logo na introdu\u00e7\u00e3o do texto &#8220;<em>M\u00eddias sociais e a naturaliza\u00e7\u00e3o de discursos racistas no Brasil<\/em>&#8220;, um resgate da invisibilidade da &#8220;quest\u00e3o&#8221; &#8211; longe de ser apenas uma inflex\u00e3o &#8211; racial na pesquisa sobre comunica\u00e7\u00e3o digital e internet. Esta invisibilidade \u00e9 combatida a seguir em seu trabalho, que evoca a literatura e metodologia cient\u00edfica para compreender como o racismo \u00e0 brasileira se desdobra nos discursos digitais circulados em m\u00eddias sociais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Realizando a ponte entre as realidades brasileira e colombiana, Niousha Roshani apresenta dados e reflex\u00f5es sobre o racismo nos dois pa\u00edses em diversas esferas, da econ\u00f4mica \u00e0 midi\u00e1tica. O artigo \u201c<em>Discurso de \u00d3dio e Anti-Racismo Digital: ativismo da juventude afrodescendente no Brasil e Col\u00f4mbia<\/em>\u201d inclui tamb\u00e9m mapeamento de projetos da sociedade civil que oferecem contra-narrativas e rea\u00e7\u00f5es \u00e0 sociedade racista nestes pa\u00edses latino-americanos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A partir de longo hist\u00f3rico de pesquisa sobre o <em>Black Twitter<\/em>, Andre Brock organiza o m\u00e9todo \u201c<em>An\u00e1lise Cr\u00edtica Tecnocultural do Discurso<\/em>\u201d. Influenciado pela abordagem hist\u00f3rico-discursiva, Brock sugere princ\u00edpios, pilares e expectativas para o m\u00e9todo, que v\u00ea a cultura como artefato tecnol\u00f3gico e, portanto, combina an\u00e1lise das materialidades e articula\u00e7\u00f5es sociais-pol\u00edticas na compreens\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de significado em rede.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A transi\u00e7\u00e3o capilar, fen\u00f4meno que se intensificou na \u00faltima d\u00e9cada gra\u00e7as \u00e0 converg\u00eancia de aspectos econ\u00f4micos, pol\u00edticos e ideol\u00f3gicos \u00e9 o tema agregador das comunidades investigadas por Larisse Pontes Gomes. Em &#8220;<em>Est\u00e9ticas em transforma\u00e7\u00e3o: a experi\u00eancia de mulheres negras na transi\u00e7\u00e3o capilar em grupos virtuais<\/em>&#8220;, a autora estuda como as tecnologias de comunica\u00e7\u00e3o digital foram transformadas em ferramentas afetivas e decoloniais para as mulheres negras no apoio m\u00fatuo e expans\u00e3o da autoestima.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;Tamb\u00e9m na seara da pol\u00edtica da est\u00e9tica, Ronaldo Ara\u00fajo e Jobson da Silva Junior apresentam as micronarrativas de racismo no Twitter em torno de um fen\u00f4meno em ascens\u00e3o, ainda que n\u00e3o exatamente novo: o <em>blackfishing<\/em>. Em &#8220;<em>Blackfishing e a transforma\u00e7\u00e3o transracial monetizada<\/em>&#8220;, os autores apresentam e discutem o fen\u00f4meno, assim como as controv\u00e9rsias resultantes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em \u201c<em>Racismo Algor\u00edtmico em Plataformas Digitais: microagress\u00f5es e discrimina\u00e7\u00e3o em c\u00f3digo<\/em>\u201d, Tarc\u00edzio Silva apresenta o pensamento sobre as microagress\u00f5es como m\u00e9todo para discutir o racismo digital e suas novas e perversas manifesta\u00e7\u00f5es algor\u00edtmicas. Argumentamos que a reprodu\u00e7\u00e3o pervasiva das ideologias racistas em bases de dados, representa\u00e7\u00f5es visuais e recomenda\u00e7\u00e3o de conte\u00fado nas plataformas digitais podem ser compreendidas a partir desta chave conceitual.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Explorando levantamento de dados em bancos de imagens, Fernanda Carrera estuda as din\u00e2micas de produ\u00e7\u00e3o e reprodu\u00e7\u00e3o de representa\u00e7\u00f5es racistas no Shutterstock, Stockphotos e Getty Images. Em \u201c<em>Racismo e sexismo em bancos de imagens digitais: an\u00e1lise de resultados de busca e atribui\u00e7\u00e3o de relev\u00e2ncia na dimens\u00e3o financeira\/profissional<\/em>\u201d resultados a buscas imbu\u00eddas de valora\u00e7\u00e3o na sociedade contempor\u00e2nea, tais como &#8220;chefe&#8221; ou &#8220;secret\u00e1ria\/o&#8221; e &#8220;pobreza&#8221; s\u00e3o analisados em suas representa\u00e7\u00f5es raciais e visibilidades nos sites em quest\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Dedicada tamb\u00e9m \u00e0 centralidade da quest\u00e3o algor\u00edtmica na contemporaneidade, Abeba Birhane discute as faces do poder colonial transformado em mecanismos invis\u00edveis de controle das plataformas, padr\u00f5es tecnol\u00f3gicos e neg\u00f3cios digitais. O texto &#8220;<em>Coloniza\u00e7\u00e3o Algor\u00edtmica da \u00c1frica&#8221;<\/em> discute e enfrenta as interpreta\u00e7\u00f5es neocoloniais sobre a &#8220;minera\u00e7\u00e3o&#8221; de dados e conhecimento sobre o continente africano.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A partir de um ponto de vista africano sobre o ativismo digital, o texto a seguir defende uma perspectiva continental sobre o tema frente a repress\u00e3o de projetos autorit\u00e1rios. Referenciando o evergetismo c\u00edvico, Serge Katembera nos apresenta sua an\u00e1lise sobre o &#8220;<em>Ativismo Digital na \u00c1frica: demandas, agendas e perspectivas<\/em>&#8220;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os ciberativismos do feminismo negro, os pontos de converg\u00eancia e particularidades de pensadoras e ativistas negras sobre a quest\u00e3o nos s\u00e3o apresentados por Thiane Neves Barros em \u201cuma autobiografia de milhares de vozes\u201d. O texto \u201c\u2019<em>Estamos em marcha\u2019: Escrevivendo, agindo e quebrando c\u00f3digos<\/em>\u201d resgata pontos das constru\u00e7\u00f5es intelectuais de feministas negras na academia e para al\u00e9m.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em <em>&#8220;Mulheres e tecnologias de sobreviv\u00eancia: Economia \u00c9tnica e Afroempreendedorismo&#8221;<\/em>, Ta\u00eds Oliveira e Dulcilei C. Lima apresentam as particularidades do afroempreendedorismo das mulheres no Brasil a partir da explora\u00e7\u00e3o das fortalezas e contradi\u00e7\u00f5es dos estudos sobre economia \u00e9tnica. A partir do pensamento e realidade afrobrasileiras sobre o tema e dados provenientes de duas pesquisas realizadas pelas autoras sobre feminismo negro na internet e pr\u00e1ticas de empreendedores, apresentam a ideia de tecnologias de sobreviv\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Lembrando das ancestralidades e idea\u00e7\u00f5es milenares, Femi O. Alamu, Halleluyah Aworinde e Walter Isharufe nos mostram como a divina\u00e7\u00e3o If\u00e1 tem paralelos \u2013 e precede &#8211; processos t\u00edpicos da Computa\u00e7\u00e3o. Tanto a estrutura de c\u00e1lculo dos 256 Odus e quanto o fluxograma das opera\u00e7\u00f5es Entrada-Processo-Sa\u00edda na rela\u00e7\u00e3o entre sacerdote e cliente s\u00e3o explorados em \u201c<em>Estudo Comparativo entre o Sistema de Divina\u00e7\u00e3o If\u00e1 e Ci\u00eancia da Computa\u00e7\u00e3o\u201d.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Encerrando o livro, <em>\u201cArticulando e performando desenvolvimento: retornantes qualificados no neg\u00f3cio de TICs do Gana\u201d<\/em> de Seyram Avle&nbsp; investiga motiva\u00e7\u00f5es, percep\u00e7\u00f5es e trajet\u00f3rias profissionais e empreendedoras de emigrantes ganenses que retornaram ao pa\u00eds depois de forma\u00e7\u00e3o global no exterior, sobretudo em pa\u00edses do Norte. Os retornantes impulsionam ideias particulares de responsabilidade com o pa\u00eds e desenvolvimento tecnol\u00f3gico de Gana.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Lan\u00e7ado! Depois de muito trabalho, o livro &#8220;Comunidades, Algoritmos e Ativismos Digitais: olhares afrodiasp\u00f3ricos&#8221; est\u00e1 no ar para compra e\/ou download. 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