Concretismo!

O Concretismo une poesia e tipografia. A dica deste blog de Victor Az, Concretismo.zip.net pelo twitter de @herdeirodocaos, reacendeu o interesse por esse tipo de arte. A produção de Az é bem inconstante, com algumas que se destacam como esta abaixo.

HOJENÃOTEMPOESIA

OJENÃOTEMPOESIA

JENÃOTEMPOESIA

ENÃOTEMPOESIA

NÃOTEMPOESIA

ÃOTEMPOESIA

OTEMPOESIA

TEMPOESIA

EMPOESIA

MPOESIA

POESIA

OESIA

ESIA

SIA

IA

A


Mas o site Poesia Concreta: o projeto verbivocovisual, com apoio da Petrobrás e do Ministério de Cultura, é recheado de material audiovisual e histórico. Biografias de Haroldo de Campos, Décio Pignatari, Augusto de Campos, José Lino Grunewald e Ronaldo Azeredo. É de Pignatari, também teórico de comunicação e semiótica, um dos exemplares mais famosos de poesia concreta, mostrada na imagem a lado.

The Mario Classroom #1 – Centro de Impacto Visual

Mario García é um diretor de arte de design de impressos, digitais e móvel, dono da García Media, empresa de design responsável por muitos redesigns notáveis, como o do Wall Street Journal. Em seu blog, o García traz algumas lições e comentários bem pertinentes sobre design de jornal. O vídeo acima é a primeira de uma série vindoura de trinta pequenas aulas sobre elementos básicos de design. Neste número, García fala sobre a importãncia do CVI (Center of Visual Impact), ou Centro de Impacto Visual, em páginas de jornais e capas de revistas. O próximo vídeo, sobre tipografia, também será anunciado aqui.

Como García diz no vídeo, aquelas afirmações sobre a hierarquização dos elementos são respaldadas por descobertas da psicologia. Sobre o assunto, recomendo os livros:
Arte e Percepção Visual: uma psicologia da visão criadora, de Rudolf Arnheim
Sintaxe da Linguagem Visual, de Donis A. Dondis

Cadernos de Tipografia

A imagem ao lado é a capa do quarto Cadernos de Tipografia. Atualmente no seu nono número, a publicação é disponibilizada gratuitamente no Tipografos.net, portal referência em português sobre tipografia.

O primeiro e o segundo números, ainda tateantes, não tinham um tema ou núcleo definido. A partir do terceiro, entretanto, os cadernos começaram a ser mais íntegros internamente. Neste número, o tema foi Legibilidade. No quarto, da capa ao lado, tipografia da Bauhaus. No quinto, fontes romanas. Em seguida, dois números dedicados a tipografia “Made in USA”. O oitavo, tratou de reformas ortográficas.

O nono e mais recente, por fim, é sobre desenho de fontes. Começa com uma matéria sobre a Fontstruct, ferramenta sobre a qual já escrevi aqui. Mais curioso é o texto sobre Nü Shu, uma escrita exclusivamente feminina de uma região chinesa. Finalizando o caderno, ótimo texto sobre a publicação de Jan Tschichold chamada “Tipografia Elementar.