O Social Media Brasil chega a sua quarta edição em 2012. O evento, que acontecerá nos dias 11 e 12 de maio, já tem parte da programação definida e mais de 30 palestrantes confirmados. Pude participar das edições de 2010 e 2011 do evento e posso dizer que é um ótimo momento para aprendizado, troca de experiências e networking. Organizado pela Media Education, o Social Media Brasil sempre conta com a curadoria de diversos profissionais e este ano tive o prazer de fazer parte deste time, ajudando a montar a grade, pensar nomes e definir o tema do evento: “Redes Sociais São o Mundo Real”. Afinal de contas, redes sociais a rigor sempre existiram e suas contrapartes online estão cada vez mais representativas das ações e conexões do “mundo real”.
Na área de monitoramento e mensuração, diversos debates e palestras já estão confirmados, como: As ferramentas não importam? Relações entre profissionalização e tecnologias (Tarcízio Silva – Coworkers / Paulo Milreu – LiveBuzz / Eduardo Prange – Seekr / Diego Monteiro – Scup), Inteligência digital nas agências: O papel dos dados e análise para melhores resultados (Priscila Muniz – Agência Click / Mariana Oliveira – NetBooster Brasil / Sérgio Salustiano – Skrol), Como aproveitar as redes sociais para insights para sua marca (Marcelo Trevisani – Tecnisa / Convidados), Métricas e monitoramento de redes sociais: Do estagiário ao CEO (Diego Monteiro – Scup) e Trabalhando com métricas profissionais no Facebook (Ique Muniz – MestreSEO).
Nos últimos dias 03 e 04 de junho estive no Social Media Brasil, um dos maiores eventos brasileiros na área. Entre altos (poucos) e baixos (muitos), o evento discutiu o estado do mercado e foi um ótimo local pra conhecer e rever amigos da área, vindos de todo o país. Entre um dos pontos altos do evento esteve a palestra Métricas e KPIs para Mídias Sociais: Como medir o seu desempenho na prática, de Estevão Soares. O palestrante foi um exemplo de abertura para otimizar seu conteúdo: ficou receptivo a sugestões sobre o que tratar e não tratar através de seu Twitter e do grupo sobre monitoramento no LinkedIn.
Segue a apresentação, que pode ser baixada em seu perfil SlideShare:
O Social Media Brasil é um dos maiores eventos brasileiros sobre mídias sociais. Acontecerá em São Paulo nos dias 24 e 25 de junho. São três espaços com mais de 30 palestras e debates, como: Entender o ser humano é o principio das redes sociais, com Augusto de Franco da Escola de Redes; Uma análise SWOT das Mídias Sociais, com Patrícia Moura da Binder/Visão Estratégica; Criando uma experiencia mais social com o Facebook, com Julio Vasconcellos do Facebook; Como as eleições serão impactadas pelas redes sociais, com Marcelo Vitorino da Talk Interactive e Soninha Francine do PPS.
As inscrições podem ser feitas até o dia 18/06 e custam 360 ou 300 reais (grupo). Promete ser um bom investimento que pode render muita troca de informação, networking e o prazer de conhecer boa parte das pessoas com quem troco conteúdo quase que diariamente sobre mídias sociais através das mídias sociais. Estarei lá.
[Mais um post recuperando conteúdo. O texto abaixo foi escrito originalmente em junho deste ano para o Xiscando.]
Antes do surgimento das mídias sociais como hoje existem, a internet já trouxera algumas coisas mais maravilhosas: digitalização e facilidade da comunicação. O prelúdio é só pra dizer: não pude ir ao Social Media Brasil mas, graças a Eliane Geek já pude assistir a mesa que eu mais queria ver.
Chamada “A importância dos widgets na Social Media“, a mesa sobre aplicativos sociais foi coordenada por Tahiana D’Egmont (Mentez) e contou com as participações de Eduardo Thuler (Google), Samuel Vignoli (StudioSol), Vítor Prado (HiperSocial) e Gilberto Jr. (Amanaiê).
Este último foi responsável por abrir a mesa explicando o que são aplicativos sociais. Junto às últimas discussões (mas não vi a parte das perguntas) foi um ponto alto. O Gilberto Jr. utilizou algumas metáforas interessantes, que podem ajudar a explicar o que são redes sociais e aplicativos sociais para quem não está mergulhado no assunto. Esta primeira parte pode ser vista abaixo:
Gilberto Jr. comparou a internet à uma cidade. É um lugar potencialmente “hostil”, no qual o usuário não sabe se está em segurança. Mas a internet é uma cidade sem “ruas” definidas. Quando alguém faz um site ou hotsite, precisa “fazer as ruas” para levar o usuário até lá. Redes Sociais seriam shoppings: um lugar onde as pessoas se encontram para conversar e interagir. E aplicativos sociais seriam algo como lojas de um shopping: lugares onde você pode mostrar seu produto/marca sem precisar levar o usuário a outro lugar.
Na segunda parte, depois que o Eduardo Thuler fala de uma especificidade dos aplicativos sociais, que é o acesso à rede de amigos e as implicações disso na distribuição, o Gilberto Jr. usa outra metáfora interessante, dessa vez para falar sobre o papel do capital social na distribuição de conteúdo nas redes sociais.
Depois, Tahiana pergunta o que funciona melhor? Nessa parte as respostas de cada um já começam a divergir, uma vez que os modelos de negócio das quatro desenvolvedoras ali representadas não é o mesmo. O StudioSol, por exemplo, é mais um “veículo”, uma “mídia” para exibição de anúncios, enquanto a Amanaiê faz aplicativos sob encomenda para marcas.
Em seguida, a discussão chega ao bendito banner. Aí, as opiniões divergem novamente, também em parte por causa dos modelos de negócio. Nesta terceira parte acontece a inevitável pergunta par Thuler: “o que você pode revelar sobre o que o Google está preparando?”. Ele desconversa, é claro, e fala sobre a futura integração com o Google Friend Connect, por exemplo.