Compós e Twitter

Posted: March 21st, 2009 | Author: | Filed under: Notícias e Eventos, Outros sites e blogs | Tags: , , | 2 Comments »

Além de amigos e designers, a “categoria” de pessoas que mais sigo no Twitter é composta de pesquisadores de Comunicação. No Observatório de Publicidade em Tecnologias Digitais, tivemos (eu, Breno Fernandes e Lucas Reis) a oportunidade de escrever o artigo “Politics 2.0: A campanha online de Barack Obama em 2008“, junto ao prof. doutor Wilson Gomes, para a Compós. A lista de trabalhos selecionados saiu faz alguns dias, e tive a curiosidade de ver que pesquisadores possuem Twitter.

Eu já seguia alguns destes pesquisadores das áreas de cibercultura e infografia, além de outros aqui  da UFBa. Fiz uma pesquisa pelo Google e pelo próprio Twitter e me surpreendeu a pequena quantidade relativa de pesquisadores com Twitter. Claro que devo não ter encontrado alguns deles por falhas e restrições à busca, mas esse número mostra uma concentração enorme de usuários que são pesquisadores justamente de cibercultura e internet.

No artigo que escrevemos analisamos, dentre outras ações, a utilização do Twitter pelo candidato Barack Obama. Neste evento também será apresentado  “Em Busca das “Redes que Importam”: Redes sociais e capital social no Twitter”, de Raquel Recuero e Gabriela Zago. Estes são apenas alguns trabalhos sobre mídias sociais. Posteriormente,  serão disponibilizados na biblioteca online da Compós.

A lista abaixo reúne os trabalhos aprovados para o Compós 2009, com a adição dos endereços de Twitter dos autores. Se houve alguma omissão ou falha, comente abaixo!

GT COMUNICAÇÃO E CIBERCULTURA
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Adriana Amaral (UTP) http://twitter.com/adriamaral
Plataformas de Música Online: Práticas de comunicação e consumo nos perfis

Alex Primo (UFRGS) https://twitter.com/alexprimo
Existem Celebridades da e na Blogosfera? Reputação e renome em blogs

André Lemos (UFBA) https://twitter.com/andrelemos
Arte e Mídia Locativa no Brasil

Fernanda Bruno (UFRJ) http://twitter.com/fernandabruno
Mapas de crime: vigilância distribuída e participação na cibercultura

Larissa Carneiro (PUCMG)
A Imortalidade Como um Empreendimento Digital: A temporalidade mítica religiosa no tempo intersticial das redes sociotécnicas

Raquel Recuero (UCPel) e Gabriela Zago (UFRGS) http://twitter.com/raquelrecuero e http://twitter.com/gabizago
Em Busca das “Redes que Importam”: Redes sociais e capital social no Twitter

Sandra Portella Montardo (FEEVALE) http://twitter.com/sandramontardo
Redes Temáticas na Web e Biossociabilidade On-line

Sérgio Amadeu (CASPER LIBERO) http://twitter.com/samadeu
Redes Cibernéticas e Tecnologias do Anonimato: Confrontos na sociedade do controle

Simone Sa (UFF)
Se vc gosta de Madonna também vai gostar de Britney! Ou não? Gêneros, gostos e disputa simbólica nos Sistemas de Recomendação Musical

Vinicius Pereira (UERJ) e José Cláudio Castanheira (UERJ) http://twitter.com/vinniciusp
Mais Grave! Como as tecnologias midiáticas afetam as sensorialidades auditivas e os códigos sonoros contemporâneos

GT COMUNICAÇÃO E CULTURA
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Alberto Klein (UEL)
A polarização Oriente-Ocidente no fotojornalismo pós-11 de setembro: a sedimentação de estereótipos do muçulmano como texto cultural

Ieda Tucherman (UFRJ) e Cecilia C B Cavalcanti (UFRJ)
Museus: dispositivos de curiosidade

Irene Machado (USP)
Ecologia das extensões culturais

João Maia (UERJ) e Juliana Krapp (UERJ)
A cidade contemporânea: leituras e escritas do urbano

Juremir Machado da Silva (PUCRS)
A questão da técnica jornalística: cultura e imaginário

Márcio Souza Gonçalves (UERJ)
A escrita e seus efeitos culturais

Marta de Araújo Pinheiro (UFJF)
Dias estranhos: publicidade e espetáculo

Meize Regina de Lucena Lucas (UFCE) e Gustavo Colares Melo Carlos (UFCE)
Pedro Almodóvar analista de si mesmo? A movida madrileña em “Pepi, Luci, Bom” e “Labirinto de Paixões”

Mohammed Elhajji (UFRJ) e Sofia Zanforlin (UFRJ)
A Centralidade do Cultural na Cena Contemporânea

Suzana Kilpp (Unisinos)
Imagens médias do tempo-acontecimento televisivo


GT COMUNICAÇÃO E POLÍTICA

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Afonso de Albuquerque (UFF)
As três faces do Quarto Poder

Andrea Azevedo Pinho (UnB)
Os debates sobre o aborto na mídia brasileira: enquadramentos midiáticos e conseqüências políticas

Kelly Prudêncio (UFPR)
Mobilizar a opinião pública: sobre a comunicação dos ativistas políticos

Luis Felipe Miguel (UnB) e Flávia Biroli (UnB)
A produção da imparcialidade: a construção do discurso universal a partir da perspectiva jornalística

Marcelo Chimento (UERJ)
O palanque virtual: relações entre os blogs de política e a imprensa na eleição de 2008

Mônica Mourão (UFF)
A esquerda bem informada

Ricardo Fabrino Mendonça (UFMG) e Rousiley C. M. Maia (UFMG)
Poderia a deliberação enriquecer o reconhecimento?

Sivaldo Pereira da Silva (UFBA)
Papéis democráticos e dimensões analíticas da comunicação política do estado: Um estudo de caso sobre portal da Presidência da República

Tânia Almeida (UFRGS) e Maria Helena Weber (UFRGS)
Testemunha de acusação: Capas de veja sobre o governo Lula

Wilson Gomes (UFBA), Breno Fernandes (UFBA), Lucas Reis (UFBA) e Tarcizio Silva (UFBA) http://twitter.com/bfernandes http://twitter.com/lucas_reis http://twitter.com/trcz
Politics 2.0: A campanha online de Barack Obama em 2008


GT COMUNICAÇÃO E SOCIABILIDADE

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Ana Carolina D. Escosteguy (PUCRS)
No diário dos estudos culturais: o ordinário e o cotidiano como tópicos de pesquisa

Ângela Cristina Salgueiro Marques (UNINOVE-SP)
A conversação informal na internet: aspectos afetivos e políticos

Edilson Cazeloto (UNIP) http://twitter.com/cazeloto
Monocultura informática, permacultura e a construção de uma sociabilidade contra-hegemônica

Fernando do Nascimento Gonçalves (UERJ)
Comunicação e sociabilidade nos coletivos artísticos brasileiros

Janice Caiafa (UFRJ)
Espaço e Comunicação no Metrô

João Freire Filho (UFRJ)
A vida privada, modos de usar: revelações e restaurações televisivas

José Carlos Ribeiro (UFBA) e Thiago Falcão (UFBA) http://twitter.com/jcribeiro e http://twitter.com/falc4o
Processos sociais de estereotipia em mundos virtuais

José Luiz Braga (Unisinos)
Comunicação é aquilo que transforma linguagens

Maria Cristina Franco Ferraz (UFF)
Interioridade na atual cultura somática

Roseli Figaro (USP)
Comunicação e trabalho: o perfil do comunicador e o direito à informação

GT CULTURA DAS MÍDIAS
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Alexandre Barbalho (UFC) e Francisco das Chagas Alexandre Nunes de Sousa (UECE)
Jornalismo Estudantil e Políticas Culturais da Juventude: a experiência do Clube do Jornal

Ana Regina Teixeira da Silva e Cláudio Cardoso de Paiva (UFPB)
Televisão e Auto-Referência: a metalinguagem nos discursos de apresentadores do JN e do Fantástico

Cláudia da Silva Pereira (PUC-Rio)
Paradoxos da mídia: o mundo da moda, do luxo e do lixo

Danielle Ramos Brasiliense (UFRJ) http://twitter.com/dabrasiliense
Os sentidos midiáticos da ordem e da monstruosidade em Dexter

Francisco Rüdiger (PUC-RS)
Amor em dois tempos: o romantismo tardio em “Sol de Verão” e “Mulheres Apaixonadas”

Maria Cristina Palma Mungioli (USP)
Produção de Sentido de nacionalidade na minissérie “Queridos Amigos”

Mauro de Souza Ventura (UNESP)
Posiconamento e Lugar dos Agentes na Crítica Cultural: um estudo sobre a relação entre valores-notícia e hierarquia das legitimidades

Samuel Paiva (UFSCar)
A Propósito do Gênero Road Movie no Brasil: um romance, uma série de TV e um filme de estrada

Vera Lúcia Follain de Figueiredo (PUC-Rio)
Encenação da Realidade: fim ou apogeu da ficção

Yvana Fechine (UFPE)
Transmediação na produção ficcional do Núcleo Guel Arraes: a lógica da familiaridade em novas formas culturais

GT ECONOMIA POLÍTICA E POLÍTICAS DE COMUNICAÇÃO
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Adilson Cabral (UFF)
A interatividade como diferencial político na TV digital terrestre brasileira

Alain Herscovici (UFES)
Lógicas sociais e economia digital: os novos rumos da Economia Política da Cultura e da Comunicação

Beth Saad (USP) e Marcelo Coutinho Lima (CÁSPER LIBERO)  https://twitter.com/bethsaad
Modus operandi digital: Reflexões sobre o impacto das mídias sociais nas empresas informativas

Carlos Locatelli (UFRGS)
O papel do Estado na conformação do setor de mídia no Brasil

Cicilia Peruzzo (UMESP)
Políticas Públicas para Radiodifusão Comunitária no Desenvolvimento Local

Edna Miola (UFMG)
Produção negociada de políticas de radiodifusão pública: A participação da sociedade no Conselho Deliberativo da Fundação Cultural Piratini

Marcos Dantas (PUCRJ)
Informação, Conhecimento e Valor

Micael Herschmann (UFRJ)
Diversidade Cultural e Desenvolvimento Local Sustentável hoje. Revisitando o estudo de caso do circuito do samba e choro da Lapa – avaliando oportunidades e desafios

Rodrigo Garcia Braz (UnB)
Estado, meios de comunicação de massa e hegemonia: Elementos e lutas para estabelecer um modo de regulação

Valério Brittos (UFBA), César Bolaño (UNICAMP), Sayonara Leal (UnB) e Lara Haje (UnB)
O governo Lula e o debate em torno das políticas para o audiovisual no Brasil no biênio 2007-2008

GT EPISTEMOLOGIA DA COMUNICAÇÃO
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Ana Claudia de Oliveira (PUCSP)
Comunicação e produção semiótica do sentido

Dimas A. Künsch (Cásper Líbero)
Aquém, em e além do conceito.Comunicação, epistemologia e compreensão

Francilene Alves Brito (PUCSP) e Charo Lacalle (UAB)
Dos discursos midiáticos ao objeto dos discursos

Francisco José Paoliello Pimenta (UFJF) e Potiguara Mendes da Silveira Jr (UFJF)
Degenerescência e revirão: convergência útil para o campo da comunicação?

Gislene Silva (UFSC)
De que campo do jornalismo estamos falando?

Jairo Ferreira (UNISINOS)
Notas de uma auto-análise a partir de um olhar sobre o método

Lucrécia D´Alessio Ferrara (PUCSP)
A Visualidade como Paradigma da Comunicação enquanto Ciência Moderna e Pós-Moderna

Luiz C. Martino (UnB)
A atualidade mediática: o conceito e suas dimensões

Margarida M. Krohling Kunsch (USP)
Paradigmas e perspectivas epistemológicas dos estudos da comunicação organizacional

Maria Aparecida Baccega (ESPM/USP)
Inter-relações comunicação e consumo, receptor e consumidor

GT ESTÉTICAS DA COMUNICAÇÃO
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Bruno Martins (UFMG)
Sinto, logo existo: real e verdade na experiência contemporânea

Carlos Mendonça (UFMG)
Beleza pura. A estetização da vida cotidiana como estratégia de resistência para o homossexual masculino.

Denise Duarte (UTP)
As categorias estéticas do sublime e do grotesco no filme “Estomago”

Eduardo Duarte (UFPE)
Dimensões estéticas e comunicacionais dos desejos de cidade.- O humanismo de pequenas solidões.

Fabrício Silveira (UNISINOS) e Clarissa Daneluz (UNISINOS) http://twitter.com/Clarisser
Imagens fora de lugar. Comunicação e arte no grafite de Bruno Novelli

Ilana Feldman (USP)
Discurso sobre o método: aproximações entre os ensaios documentais Santiago e Jogo de cena

Kati Caetano (UTP)
Práticas documentais e estética na tradição de separar o joio do trigo

Pedro Russi (UNB)
Estética comunicativa das pichações

Rodrigo Fonseca (FUMEC)
Música à vontade? A escuta musical, o desejo e os sítios de redes sociais,

GT ESTUDOS DE JORNALISMO
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Alfredo Vizeu e Adriana Santana (UFPE)
Jornalismo – do lugar de referência ao rigor do método

Beatriz Becker e Juliana Teixeira (UFRJ)
Um panorama da produção jornalística audiovisual no ciberespaço – as experiências das redes colaborativas

Françoise Imbroisi (PUCMinas)
Atos de fingir ou o caráter ficcional no fotojornalismo brasileiro

Frederico De Mello B. Tavares (Unisinos) e Reges Schwaab (UFRGS) http://twitter.com/reges_ts
O tema como operador de sentidos no jornalismo de revista

Isabel Travancas (UFRJ)
Um pé no jornalismo e outro na literatura – as crônicas de Drummond das décadas de 60, 70 e 80.

Leticia Cantarela Matheus (UFF)
Mediações jornalísticas do tempo – narrativas, periodicidade e produção de sentido histórico

Lia da Fonseca Seixas (UFBA)
Uma proposta para a noção de gênero jornalístico

Marcia Benetti e Sean Hagen (UFRGS) http://twitter.com/benetti
Jornalismo e imagem de si: o discurso institucional das revistas semanais

Paulo Bernardo Ferreira Vaz (UFMG) e Renné Oliveira França (UFMG)
Entre o legítimo e o legitimado – a explosão dos acontecimentos nas capas de Veja

Tattiana Teixeira (UFSC) http://twitter.com/tattiana
A infografia como narrativa jornalística – uma discussão acerca de conceitos, práticas e expectativas

GT FOTOGRAFIA, CINEMA E VÍDEO
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André Brasil (PUCMG)
Tela em branco: da origem do ensaio ao ensaio como origem

Andréa França (PUCRJ)
O documentário entre a cena do tribunal e a cena do teatro

Arthur Autran (UFSCar)
O cinema brasileiro contemporâneo diante do público e do mercado exibidor

Beatriz Furtado (UFC)
O documentário e as artes visuais

Cezar Migliorin (UFF)
Negando o conexionismo: Notas Flanantes e Sábado à Noite ou como ficar à altura do risco do real

Eduardo Peñuela Cañizal (UNIP)
Luis Buñuel: uma poética do selvagem

Laura Loguércio Cánepa (UNISINOS)
Em torno das definições do expressionismo: discutindo o caso de “Schatten”, de Arthur Robison

Luiz Vadico (UAM)
A dinâmica do espetáculo: o movimento como expressão dramática em La Vie Et La Passion de Jesus Christ

Mauricio Lissovsky (UFRJ)
Quando a fotografia se diz-dobra: a propósito dos perceptos de Valéria Costa Pinto

Sandra M L P Gonçalves (UFRGS)
Por uma fotografia menor no jornalismo diário contemporâneo

GT MÍDIA E ENTRETENIMENTO
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Ana Luiza Coiro Moraes (UNIFRA)
As personagens-tipo da síndrome do protagonista midiático

Elizabeth Duarte (UFSM)
Maysa: dos limites entre o real e a ficção

Everardo Rocha (PUCRJ), Carla Barros (ESPM) e Karine Karam (ESPM)
Diversões Perigosas: Experiências de entretenimento e limites do consumo

Felipe Trotta (UFPE)
Música popular, moral e sexualidade

Gisela Castro (ESPM) e Rose Rocha (ESPM)
Consumindo o entretenimento: dimensões comunicacionais de um processo sócio-cultural

Itania Gomes (UFBA)
O Infotainment na Televisão

Jeder Janotti (UFBA)
Entretenimento, Produtos Midiáticos e Fruição Estética

Luciana Araújo (UFSCar)
Prólogos envenenados: cinema e teatro nos palcos da Cinelândia carioca

Waldomiro Vergueiro (USP) e Geisa Fernandes (USP)
De discursos não competentes a saberes dominantes: Reflexões sobre as histórias em quadrinhos no cenário brasileiro.

Maria Lília Dias de Castro (UFSM)
Movimento Promocional: falar de si para poder falar dos outros

GT RECEPÇÃO, USOS E CONSUMO MIDIÁTICOS
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Adriana Andrade Braga (PUC-RJ) e Edison Luis Gastaldo (UNISINOS)
O legado de Chicago e os estudos de Recepção, Usos e Consumos Midiáticos

Ana Elisa Ferreira Ribeiro (CEFET-MG)
O layout e a leitura: Implicações da diagramação do jornal na compreensão leitora

Anna Paula Knewitz (UFRGS)
Estudos Culturais e Cibercultura: um entrelaçamento necessário para pensar a recepção na web

Antônio Fausto Neto (Unisinos)
Olhares sobre a recepção através das bordas da circulação

Alberto Efendy Maldonado Gómez de la Torre (Unisinos)
Pensar os processos sociocomunicacionais em recepção na conjuntura latino-americana de transformação civilizadora

Bruno Campanella (UFRJ)
O cotidiano ao vivo: os fãs e o dia-a-dia na casa do Big Brother

Elisa Piedras (UFRGS)
Consumo e Publicidade: Idéias recorrentes e possíveis premissas

Janet Sternberg (Fordham University, USA)
Nação “Trash Talk”: O fenômeno da incivilidade na mídia contemporânea dos EUA

Marcelo Monteiro Gabbay (UFRJ)
Comunidade, memória e leitura crítica

Simone Maria Rocha (UFMG)
A “cultura como recurso” e a auto-explicitação do gesto cultural em programas de televisão


Introdução à Análise da Imagem, de Martine Joly

Posted: March 13th, 2009 | Author: | Filed under: Críticas e Resenhas | Tags: , , , , , | No Comments »

introducao-analise-imagem

Introdução à Análise da Imagem, de Martine Joly, traz os seguintes capítulos:

1. O Que É uma Imagem?
2. A Análise da Imagem: Desafio e Métodos
3. Imagem Protótipo
4. A Imagem, as Palavras

No primeiro, esta pergunta fundamental  para o livro é respondida. O que é uma imagem? A autora escreve sobre os diferentes usos dessa palavra, como em “imagem mental” por exemplo. Em seguida, introduz um pouco o leitor à Linguística e Semiologia, passo inicial para poder tratar a imagem como signo, a partir de então.

O segundo capítulo discorre sobre a “análise da imagem”. Depois de escrever sobre o que tem incentivado a “recusa da análise”, explica o porque a análise da imagem é importante.  Finaliza o capítulo analisando o quadro Usine à Horta de Ebro, de Pablo Picasso.

“Imagem protótipo” se refere às imagens da publicidade. Os anúncios publicitários são bons objetos de análise porque, além de sempre incluírem signos linguísticos, tem um objetivo declarado: vender um produto. Portanto, a autora revisa a Retórica e sua relação com a produção de imagens publicitárias.

O quarto capítulo situa a imagem em relação às palavras. Cita Godard que disse: “Palavra e imagem são como cadeira e mesa: se você quiser se sentar à mesa, precisa de ambas”. Aborda a relação imagemxpalavra em termos de exclusão, interação, verade e mentira, para concluir que o mais aproriado é tomar essa relação em termos de complementaridade. Também transcreve um trecho do romance O fio do horizonte, no qual um personagem tenta descobrir a identidade de um morto a partir da fotografia que carrega.

A bibliografia não se limita a listar os livros utilizados. Os livros são classificados de acordo com o tema, seguidos de comentários.

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Informação Linguagem Comunicação, de Décio Pignatari

Posted: March 10th, 2009 | Author: | Filed under: Críticas e Resenhas | Tags: , , , , , | 1 Comment »

informacao-linguagem-comunicacao-dacio-pignatariMais conhecido por sua atuação como poeta concretista, Décio Pignatari também é professor e pesquisador em Comunicação, Linguística e Semiótica. Em 1968 lançou o livro Informação, Linguagem, Comunicação.

Pignatari toma a Comunicação como uma parte da Teoria da Informação: “alguns teóricos e estudiosos chegam mesmo a distinguir entre informação e comunicação, o quenos parece um eco de uma outra distinção bastante arraigada e corrente, mas dificilmente sustentável, qual seja, a distinção entre forma e fundo, entre forma e conteúdo.”

O livro é dividido em seis capítulos. No final do livro, alguns pequenos ensaios que tratam de kitsch, arte gráfica, habitação etc.

1. Introdução à Teoria da Informação
2. Semiótica ou Teoria dos Signos
3. Estatística e Informação
4. A Teoria da Informação
5. Pesquisas e Aplicações
6. Comunicação e Cultura de Massas

Depois de tratar do básico da semiótica no segundo capítulo, aplica seus conceitos de forma interessante na análise de alguns anúncios publicitários.

A utilização, por Edgar Alan Poe, da tábia de frequência das letras na língua inglesa na construção de um mistéria em O Escaravelho de Ouro é o pontapé inicial do terceiro capítulo, no qual escreve sobre código, linguagem e metalinguagem.

Em seguida, aplica a teoria da informação à análise de um anúncio publicitário (fico devendo a imagem para breve, ok?):

“Natureza ambígua da informação: o apêndice nasal emoldutado por óculos e bigode se caracteriza por maior taxa de informação, ao mesmo tempo em que introduz um “ruído” no sistema altamente uniforme e redundante. Também ilustração do alargamento do repertório: no processo, o signo novo ganha significado crítico, tendendo para a metalinguagem. A ampliação do repertório está dialeticamente relacionada com o aumento de capacidade de metalinguagem.”

No capítulo sobre “cultura de massas” volta a mostrar uma posição elitista incômoda. Parece concordar com a chamada “cultura de elite” que deve ser “levada às massas”. Mas, apesar destas particularidades, o livro de Pignatari é uma boa introdução à semiótica e à teoria da informação e exibe um raciocínio argumentativo e matemático bem inspirador.

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TED – palestras sobre tecnologia, entretenimento e design

Posted: March 9th, 2009 | Author: | Filed under: Outros sites e blogs | Tags: , , , , , , | No Comments »

ted-talksIdeas worth spreading – ideias merecem compartilhamento. Mal traduzindo, é essa a missão de TED: Technology, Entertainment and Design. O projeto pretende fornecer gratuitamente para todo o mundo palestras de grandes nomes nestes três campos.

A organização dos vídeos é exemplar. Além das três grandes áreas que dão nome ao projeto, também há subdivisões por “tom” da palestra (intrigante, persuasiva etc) e etiquetas. Cada vídeo pode ser visto completo ou o usuário pode pular direto para algum tema abordado. Tudo em Creative Commons, podem ser baixados para desktop ou iTunes ou incorporadas em seu site ou blog.

Já marcaram presença, entre outros: Evan Williams, falando sobre Twitter; Philip Rosedale sobre Second Life; John Markoff sobre jornais impressos etc.

Uma das palestras que já vi é a de Scott McCloud, desenhista e teórico dos quadrinhos. Na palestra Understanding Comics, fala sobre visão, quadrinhos e as influências dos computadores e da internet em sua leitura:

- Ler o resumo de um capítulo de Desvendando os Quadrinhos
- Ver preços de Desvendando os Quadrinhos
- Créditos a Depois eu Falo pela notícia


O Cinema Manipula a Realidade?, de Sidney Ferreira Leite

Posted: March 7th, 2009 | Author: | Filed under: Críticas e Resenhas | Tags: , , , | No Comments »

cinema-manipula-realidade-sidney-ferreira-leiteO Cinema Manipula a Realidade? é um livrinho de bolso da coleção “Questões Fundamentais da Comunicação”, lançado em 2003. Cada um dos livrinhos dessa coleção da editora Paulus parte de uma pergunta da área. Também existe coleção dedicada ao Cotidiano, à Educação,  à Fé e ao Ser Humano.

O livro de Sidney Ferreira Leite é dividido em três partes. Na primeira, um pouco de história do cinema. Começa por analisar o surgimento do cinema como “registro do real”, passa pelos dois pioneiros Griffith e Eisenstein e finaliza falando de roteiro.

Na segunda parte, Hollywood. Usos intencionais e ideológicos do cinema durante grandes guerras e durante a guerra fria, além do “simples” imperialismo cultural.

A terceira parte começa com uma análise que mostra, com o filme O Parque dos Dinossauros, como o cinema pode fazer um desserviço à ciência e mostra como o filme enfatia o tema “o homem não deve ir aonde Deus não quer que ele vá”. Em seguida, analisando os filmes hollywoodianos que mostra a Roma antiga escreve sobre o cinema que retratam mais o período no qual são produzidos do que o período representado historicamente. Por fim, Todos os Homens do Presidente deturpou alguns dos acontecimentos nos quais se baseia, para gerar uma narrativa maniqueísta, mais própria do cinema hollywoodiano, segundo o autor.

Pequenino, são apenas 95 páginas de 10,5cmx18cm. O preço segue as dimensões físicas, e é uma aquisição que vale a pena para quem gosta de analisar a ideologia por trás de cada produto da sétima arte.

+ Mais
- Veja preços de O Cinema Manipula a Realidade?
- Mais livros da coleção Questões Fundamentais da Comunicação:
_ Por que as comunicações e as artes estão convergindo?
_ Publicidade: é possível escapar?
_ Qual a lógica das políticas de comunicação no Brasil?


Online Journalism: Research Methods | Ciberperiodismo: Métodos de Investigación

Posted: March 4th, 2009 | Author: | Filed under: Notícias e Eventos, Textos Acadêmicos | Tags: , , , | No Comments »

O Convênio de Colaboração Brasil-Espanha para o Estudo dos Cibermeios acaba de lançar o livro online, gratuito, bi-nacional e bilíngue Online journalism: research methods. A multidisciplinary approach in comparative perspective ou Ciberperiodismo: Métodos de Investigación. Una aproximación multidisciplinar en perspectiva comparada. Editado por Marcos Palácios e Javier Diaz Nóci, este trabalho “sintetiza as principais perspectivas metodológicas utilizadas na pesquisa sobre Cibermeios na Espanha e no Brasil”.

No final do livro, uma lista com os mais de 40 pesquisadores do convênio, das universidades federais da Bahia, Brasília, Pernambuco, Santa Catarina, Santa Maria, São Paulo e UTP, do Paraná. Da Espanha, são Universidad de Murcia, España, Universidad de Málaga, Universidad del País Vasco, Complutense Universidad de Madrid, Universi dad Miguel Hernández de Elche, Universidad de Valencia, Universitat Ramon Llull, e Universidad de Navarra.

Os capítulos da versão em inglês são os seguintes:

1. Typology of online media
2. Genres in online journalism: a typological proposal
3. News and database architecture
4. Research methodologies in journalism design on the Internet
5. Narrativity
6. Methods of research in participatory journalism
7. Production routines
8. Media convergence
9. Teaching online journalism and its evaluation

Acabou de ser lançado, mas pelo que conheço deste convênio de pesquisa, é leitura obrigatória para jornalistas e pesquisadores. Em breve postarei uma resenha sobre o livro. Li a notícia sobre a publicação no post do Marcos Palácios no blog do GJOL, sobre o qual já falei aqui.

+ Mais
- Baixe Online Journalism: Research Methods (pdf)
- Baixe Ciberperiodismo: Métodos de Investigación (pdf)


São Paulo em Revista 1870-1930

Posted: March 1st, 2009 | Author: | Filed under: Críticas e Resenhas | Tags: , , , | No Comments »

sao-paulo-em-revista-heloasa-de-faria-cruzSão Paulo em Revista – Catálogo de Publicações da Imprensa Cultural e de Variedades Paulistana 1870-1930 foi produzido numa parceria do Arquivo do Estado de São Paulo, a Central de Documentação e Informação Científica e a Imprensa Oficial do Estado.

O livro é propriamente um catálogo. Nas suas 270 páginas reúne informações de mais de 500 publicações. Nas informações mais duras: ano de lançamento; características técnicas; produção e distribuição. Em seguida traz uma descrição que varia de três linhas a duas páginas. Por fim, informações sobre números disponíveis em instituições do estado.

A organizadora do livro é a doutora Heloísa de Faria Cruz. No fim da introdução do livro, deixa claro que é um trabalho de pesquisa e documentação, por isso um tanto desinteressante para o público em geral. Para pesquisadores da área, entretanto, pode ser um livrinho suculento.

- Veja preços de São Paulo em Revista


Photo Icons – The Story Behind the Pictures Volume 2

Posted: February 23rd, 2009 | Author: | Filed under: Críticas e Resenhas | Tags: , , , , , | 1 Comment »

photo-icons-the-story-behind-the-pictures-koetzle-volume-2Os dois volumes de Photo Icons – The Story Behind Pictures cobrem a história da fotografia de 1827 a 1991. Escritos por Hans-Michael Koetzle, cada um dos livros traz  a história de 20 fotografias, em ordem cronológica.

Neste segundo volume, boa parte dos trabalhos foram popularizados – e imortalizados – por meio da publicação em revistas. É o que aconteceu com “Marilyn’s Last Sitting”, de Bert Stern. O ensaio foi produzido três semanas antes do suicídio (?) da atriz para a revista Vogue. Como Koetzle escreve “o que começou como uma homenagem de oito páginas para a estrela de cinema, tornou-se um obituário que entrou para a história da fotografia.”

photo-icons-helmut-newtonA clássica fotografia de Che tomada por Alberto Korda não está presente no livro, mas é referenciada no ensaio de René Burri para a Look de 9 de abril de 1963. Neste segundo volume também está presente o “díptico” de Helmut Newton na Vogue francesa de novembro de 1981

O livro ainda traz, entre outros: Henri Cartier-Bresson com suas fotografias de 1945 na Alemanha; a cobertura do pós-guerra em 1991 no Kuwait, de Sebastião Salgado; e as “alegorias bizarras” de Joel-Peter Witkin em “Un Santo Oscuro”.

+ Mais
- Veja preços de Photo Icons – The Story Behind Pictures Volume 2
- Veja preços de Photo Icons – The Story Behind Pictures Volume 1


Photo Icons – The Story Behind the Pictures Volume 1

Posted: February 22nd, 2009 | Author: | Filed under: Críticas e Resenhas | Tags: , , , , | No Comments »

photo-icons-the-story-behind-the-pictures-volume-1Os dois volumes de Photo Icons – The Story Behind Pictures cobrem a história da fotografia de 1827 a 1991. Escritos por Hans-Michael Koetzle, cada um dos livros traz  a história de 20 fotografias, em ordem cronológica.

O primeiro volume (1827-1926) começa com Niépce e Daguerre, passa por Nadar e finaliza com Man Ray. É uma edição da série Icons, da editora Taschen.

Para a fotografia de Jacques-Henri Lartigue, que também é capa do livro, o autor começa com o seguinte texto:

Automobile racing was a keenly watched spectacle at the turn of the 20th century. Roaring down the open highways, various makes of autors strove to demonstrate their performance ability. At the Grand Prix of the ‘Automobile Cluv of France’ in 1912, the young Jacques Henri-Lartigue succeeded taking a photograph that we interpret today above all as a metaphor of the speed of the technological age.”

As 10 páginas dedicadas a essa fotografia se compõem  (além da fotografia, é claro) de uma breve biografia de Lartigue, depois o texto estabelece os fatores históricos no qual a fotografia se insere, as condições de registro e finalmente o seu lugar na história da fotografia. E não deixou de citar a inserção dessa fotografia na revista Stern, sobre a qual assisti uma aula do prof. Benjamim Picado. Um excerto do blog de seu grupo de pesquisa:

“[...]precisamos considerar a fotografia, não apenas na sua constituição enquanto veículo de representação do que quer que seja, mas também como unidade de um discurso visual consideravelmente mais complexo: precisamos avaliar a função desta imagem nos contextos gráficos com os quais ela eventualmente negocia, procurando analisar os sentidos em que aqueles aspectos de sua modelação icônica podem aqui funcionar como índices de seu encaixe no universo gráfico da página. Alguns comentadores fazem apelo à dimensão “tabular” do espaço da página, de modo a atribuir uma função significante ao suporte impresso, função esta que passa a regenciar, inclusive, as apropriações da matéria icônica da fotografia, no contexto enunciativo propriamente dito das matérias jornalísticas.” [ler mais]

+ Mais
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Arte & Percepção Visual – Uma Psicologia da Visão Criadora, de Rudolf Arnheim

Posted: February 19th, 2009 | Author: | Filed under: Críticas e Resenhas | Tags: , , , , , , , | 5 Comments »

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Gestalt é uma palavra alemã “intraduzível”, algo como forma ou configuração. A psicologia da Gestalt (não confundir com um ramo da psicoterapia desenvolvido depois) começou a ser estabelecida no início do século XX. Arte e Percepção Visual é a maior obra que aplica os conceitos dessa corrente às obras de arte visuais.

Lançado em 1954 e consistentemente revisado em 1974, o livro de Rudolf Arnheim se mantém ao longo dos anos como bibliografia básica em cursos de artes, design e comunicação visual.

Sem nenhum rigor, poderia dizer que a psicologia da Gestalt (ou psicologia da forma) descobriu que “o todo é maior que a soma das partes”. Ou seja, uma experiência não pode ser definida pela enumeração de suas componentes. A apreensão da realidade é influenciada por algumas leis da mentes humana. Por isso a “visão criadora” do título. Cada pessoa organiza os estímulos que chegam através da visão por meio de leis comuns.

Quatro princípios da psicologia da Gestalt podem ajudar a explicá-los: tendência à estruturação; segregação figura-fundo; pregnância da boa forma; constância perceptiva. Todas se referam a tendência natural para a estabilidade.

Sobre a tendência à estruturação, as formas são agrupadas de acordo com semelhança e proximidade, na forma mais simples. A segregação figura-fundo é “fácil” de entender. Afinal, uma figura só existe inscrita em um fundo. Ou é possível ver um triângulo amarelo no fundo de mesma cor? Um experimento que causa algum desconforto é a clássica figura cálice-rostos.

arte-e-percepcao-visual-fig-42A pregnância da boa forma é uma característica da percepção humana que faz com que uma configuração qualquer seja percebida mais facilmente da forma simples e equilibrada. O exemplo ao lado é salutar? Pq vemos um triângulo e um retângulo, ao invés de uma forma irregular com 10 lados ou três formas diferentes? É a tendência pela “boa forma”. As coisas são “vistas” da maneira mais simples e fácil.

Tamanho, forma e cor tendem a se manter. Por isso, pelos mecanismos de compreensão da constância perceptiva, os seres humanos “ignoram” algumas mudanças puramente visuais, como a aparente mudança de tamanho de um objeto ao mover-se pelo espaço, as condições de iluminação em relação à cor, e a forma, em relação ao ângulo.

A minha descrição não passa de uma “pincelada” sobre o valor destas quase 500 páginas. O livro é dividido em dez capítulos: 1. Equilíbrio; 2. Configuração; 3. Forma; 4. Desenvolvimento; 5. Espaço; 6. Luz; 7. Cor; 8. Movimento; 9. Dinâmica; e 10. Expressão.

Cada capítulo possui de dez a vinte seções, abordando problemas como: Peso; Direção; O que é uma parte?; Projeções; Interação entre o plano e a profundidade; Consequências educacionais; Linha e contorno; Transparência; Sombras; A busca da harmonia; As revelações da velocidade; Experimentos sobre tensão dirigida; Composição dinâmica; Simbolismo na arte; etc etc etc.

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A compreensão da psicologia da Gestalt e a investigação realizada por Arnheim podem ser utilizadas para uma melhor prática do design gráfico, como no design de revistas, por exemplo. Já escrevi aqui sobre diagramação sequencial de revistas, usando como exemplo a revista Realidade #7. A imagem mostra como as leis da simplicidade, associadas à disposição espacial,  fazem com que os desenhos abaixo sejam lidos como um objeto em sucessão temporal.

joseph-brockmann-lpO LP ao lado, design de Josef Muller-Brockmann, por exemplo. Mesmo com essa sobreposição  de cores, simulando camadas transparentes (que está na moda, vejo em todo canto), as formas são compreendidas como círculos.

É claro que a maioria dos conceitos e descobertas da psicologia da forma são praticados naturalmente por todas as pessoas. Afinal, são variações de outras experiências humanas mais comuns e triviais (sem juízo de valor aqui). Mas, antes de serem a formulação de obviedades, a pesquisa, compreensão, discurso e debate contidos neste livro significam o refinamento da própria vida.

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- Gestalt na Wikipédia(pt) e na Wikipedia(en)


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