Posted: July 22nd, 2011 | Author: Tarcízio Silva | Filed under: Mídias Sociais | Tags: entrevistas - influencia, influência, klout, métricas, Mídias Sociais, mensuração, monitoramento, softwares, tweetauditor | No Comments »
Chegando à nona entrevista da série, vamos conversar com Érika Heidi Focke, criadora do TweetAuditor. Érika é desenvolvedora web focada em PHP , aplicações relacionadas à sites de redes sociais e escreve no blog erikaheidi.com. Recentemente publicou um artigo sobre influência nas mídias sociais e o índice TA, veja aqui no próprio blog.
A série de entrevistas “Medindo a influência nas mídias sociais” está trazendo sempre duas perguntas comuns a todos entrevistados: (a) o que é influência nas mídias sociais?; (b) conseguiremos algum escore padrão de medição dessa influência? As entrevistas passadas dessa série podem ser vistas através da tag entrevistas – influencia.

Como surgiu a ideia de criar o TweetAuditor? Fale um pouco sobre os objetivos da ferramenta.
A idéia surgiu depois que experimentei uma aplicação para IPhone/Ipod chamada “TwitBrain”, que exibia basicamente follows e unfollows recebidos, mas só mostrava informações novas se você abrisse o app todos os dias. A partir desse comportamento eu pude perceber como ele fazia para obter essas informações, já que o Twitter não as fornece. Passei um bom tempo idealizando como eu faria para tornar o projeto viável, e um determinado dia resolvi que iria desenvolvê-lo nem que fosse para meu próprio uso, unicamente.
O primeiro objetivo do TweetAuditor era de fato exibir follows e unfollows, e eu coloquei como prioridade desenvolver o sistema de maneira que não fosse preciso o usuário acessar todos os dias para gerar os dados comparativos. Também resolvi armazenar alguns outros dados estatísticos que permitissem gerar gráficos e dar uma visão mais interessante sobre uma conta – aumento / diminuição de número de seguidores, e mentions/retweets recebidos.
A necessidade de ter uma maneira de interagir com o público, e incentivar os próprios usuários a divulgarem a ferramenta, me fez pensar em algo que permitisse “privilegiar” os usuários que mais interagem com você. Daí surgiu a funcionalidade “TOP seguidores”, que hoje é dividido em Top Mentioners / Top Retweeters ( o nome inicial não era lá muito correto, já que não-seguidores também poderiam aparecer na listagem). Essa funcionalidade fez bastante diferença, e ajudou bastante na divulgação.
Para você, o que define influência nas mídias sociais? Qual a importância de medi-la?
Na minha opinião, a influência é a capacidade que alguém tem de direcionar, em algum nível, 2 coisas extremamente importantes: pensamentos e ações. Pensamentos e ações em mídias sociais geram repercussão, o que permite sua mensagem ser propagada para mais longe, e influenciar os pensamentos e ações de mais pessoas… é um efeito cascata, que pode servir para vários objetivos, sejam eles pessoais, publicitários ou de causas sociais, por exemplo.
A forma com que um usuário de mídia social enxerga você e classifica as suas opiniões (em grau de relevância) diz muito a respeito da influência que você exerce sobre aquele usuário, e por isso é de extrema importância encontrar meios de medir essa influência. Sob uma visão publicitária, é importante conseguir identificar as pessoas com muita influência em uma rede, pois elas terão um alcance e retorno muito maior ao propagar uma mensagem.
Fale um pouco sobre o Índice TA. Como é calculado? Reúne quais métricas de Popularidade e Influência? E como pode ser utilizado por analistas de comunicação?
O Índice TA surgiu de um estudo que realizei para a produção de um artigo científico. De início, esse artigo tinha como objetivo estudar o poder de influência de usuários no Twitter, porém acabou virando o estudo de caso do desenvolvimento desse índice.
Segundo o estudo que realizei, o número de seguidores não tem a relevância que as pessoas costuma creditar; além de existirem as práticas “anti éticas” de aumento de seguidores (como usar ferramentas pagas ou que seguem milhares de pessoas que não tem nada a ver com a pessoa, só para que sigam de volta) e etc, existem outros fatores, do tipo: pessoas que seguem apenas “por educação”; usuários “fantasmas”; pessoas que acessam raramente e não vêem suas atualizações; pessoas que não são parte do seu segmento de atuação e não serão influenciadas pelo seu conteúdo, e por aí vai… O número de seguidores pode ser visto como o alcance que a sua mensagem PODE obter, e mesmo assim nada é garantido.
Por essa razão, as medidas mais importantes para a estimativa de influência no Twitter são o número de retweets (repercussão) e mentions (popularidade) recebidos.
Os retweets possuem um peso maior no cálculo do Índice TA, porque indicam o poder que o usuário possui de ter seu conteúdo repercutido – o que é essencial por fazer com que seu conteúdo chege mais longe e influencie mais pessoas. As mentions vêm em seguida como um indicativo de popularidade e interação, e por último o número de seguidores, com um peso bem menor, que chega a não fazer muita diferença para “usuários normais”. Essas três métricas são utilizadas no cálculo do Índice TA.
Em virtude das limitações impostas pelo Twitter, e também visando representar um dado bastante dinâmico, o índice é baseado em informações recentes, ou seja, é um indicativo do seu nível recente de influência no Twitter (últimos 3 a 4 dias). Por essa razão, ele pode variar bastante de um dia para o outro.
Na minha visão, a melhor maneira de utilizar esse índice hoje é monitorá-lo quando há alguma ação especial – postagem de um conteúdo específico, evento, promoção, algo que seja diferente do uso habitual, para verificar as alterações ocorridas no período. Traçando comparativos, é possível identificar o que confere mais popularidade, o que dá mais repercussão no conteúdo que você posta.
Atualmente, não é salvo um histórico dos índices no sistema. Essa funcionalidade já foi pedida por alguns usuários, e deve ser implementada em breve, para que seja possível observar a trajetória do índice com o passar dos dias.
O Índice TA possui formato semelhante ao Klout e PeerIndex, que começam a ser incorporados em outras ferramentas e estão sendo bastante discutidos. Na sua opinião, teremos em algum momento um índice de influência para mídias sociais que seja relativamente consenso no mercado?
Se o Google resolver entrar nesse mercado, quem sabe! Acho difícil existir um consenso, porque os aspectos analisados para dizer se um usuário é influente ou não, e em que nível, são todos muito subjetivos. Apesar dos números existirem (número de seguidores, número de amigos, etc), existem também muitos fatores que precisam ser levados em conta, afinal cada rede social tem suas particularidades e sua “mecânica” toda diferenciada. Aí entram também os aspectos do comportamento social, e tudo o mais.
Colocar isso tudo em um sistema acaba sendo uma tentativa de transformar informações não exatas e subjetivas em um dado exato, o que não é nada simples.
O que seria, hoje, uma ferramenta perfeita de mensuração abrangente de mídias sociais? O que falta no mercado?
É bastante difícil dizer o que seria uma ferramenta perfeita. Ao meu ver, alguma que agregasse as informações de cada rede social (não de forma unificada como o Klout), e as exibisse de uma maneira simples, ao mesmo tempo trabalhando com uma certa inteligência artificial capaz de nos alertar ou aconselhar quanto a repercussões da rede. Acredito que a maior dificuldade hoje em dia é o excesso – excesso de informação, de redes sociais, de conteúdo, de tudo. Filtrar é muito difícil, organizar tudo e acompanhar, mais ainda. Agregar numa só ferramenta essa vastidão toda, em uma interface que não nos deixasse loucos com tanta informação, pode ser um trabalho árduo e até inviável; mas seria bastante útil. Simplificar sem perder o que é mais importante.
Posted: July 20th, 2011 | Author: Tarcízio Silva | Filed under: Entrevistas, Mídias Sociais | Tags: entrevistas - influencia, klout, le fil, métricas, Mídias Sociais, mensuração, monitoramento, softwares | No Comments »
Mais uma entrevista da série “Medindo a Influência nas Mídias Sociais“, que está debatendo práticas de mensuração e monitoramento nas mídias sociais relacionadas à produção de índices e escores de influência.

Para dar mais uma contribuição ao debate, conversamos com Rosário de Pompéia, mestre em Comunicação Social pela UFPE, jornalista, pós-graduada em ciências políticas e Diretora de Operações da Le Fil, assessoria em mídias sociais,.
O que define a influência nas mídias sociais, para você? Qual a importância de medi-la?
A influência só pode ser medida a partir de um histórico da marca. A influência é medida a partir do cruzamento de dados quantitativos com qualitativos. O que fala da marca? Para quem fala? Como influencia e quem influencia. A importância de medir é conhecer o que faz uma pessoa se tornar fã da marca e potencializar os seus aspectos positivos. Da mesma forma, compreender e tentar ajustar as críticas.
A importância não é apenas medir, mas extrair valor estratégico das informações coletadas para a gestão do negócio da marca. Nessas informações podem existir oportunidades, desafios, riscos para o negocio da empresa. Além de medir, é preciso qualificar essa informação e extrair dados relevantes e torná-los em conhecimento.
Como as agências de mídias sociais devem selecionar as ferramentas principais e as ferramentas de apoio na gestão da comunicação digital? Quais são os critérios e desafios?
Antes de definir o sistema, é importante saber qual é o objetivo da marca a ser monitorada nas mídias sociais. A partir do objetivo, é que será traçado o planejamento que irá definir os indicadores para avaliar a gestão.
O desafio é ter técnicos preparados para avaliar os diversos índices e encontrar as oportunidades tão desejadas pela marca monitorada.
Alguns critérios para definir ferramenta são: credibilidade, possibilidade de cruzamentos de dados, confidenciabilidade das informações.
Como transformar os dados especializados e específicos das mídias sociais em informações compreensíveis e úteis para os clientes?
Esse é o diferencial. Os dados são commodities, logo, precisam ser entendíveis a partir da rede social que está inserido. Não adianta ter dados sem cruzar com os negócios de uma marca, sem os dados de mercado. É preciso entender do negócio e produzir relatórios que, de fato, embasem estratégias. Cada marca/pessoa ou projeto possui um relatório customizado, personalizado. É preciso compreender a informação, trazer para o campo estratégico e tornar um conhecimento para a marca.
Analistas de comunicação digital terão, algum dia, um escore básico e consensual no mercado para se basear? O Klout Score está tentando virar esse índice padrão, mas será que ele – ou qualquer outro – conseguirá?
Acho difícil. Não acredito que um único índice poderá resumir o posicionamento de uma marca nas mídias sociais. Aqui podemos destacar, ainda, que as marcas possuem estágios diferentes. Além disso, públicos diferentes. E as marcas que possuem estratégias de regionalizar perfis? Poderão ser comparadas com perfis nacionais? Cada marca tem um objetivo nas mídias sociais! Talvez, poderemos chegar a um momento em que ocorra um consenso dos analistas na utilização de alguns é indicadores de análise, mas não acredito em escore básico.
Que avanços futuros são necessários para a mensuração e monitoramento das mídias sociais?
O desafio é mensurar o qualitativo, medir emoções, medir insights. O monitoramento, cada vez mais, irá trazer tendências, oportunidades para as marcas. E a tarefa de analisar esses dados se tornará mais complexa exigindo a utilização de equipes multidisciplinares nas Assessorias de Mídias Sociais para poderem extrair o máximo de oportunidades. Esse é um desafio novo. As mídias sociais não é mais um terreno apenas de comunicadores, mas das diversas ciências.
> As entrevistas passadas dessa série podem ser vistas através da tag entrevistas – influencia.
Posted: July 18th, 2011 | Author: Tarcízio Silva | Filed under: Mídias Sociais | Tags: entrevistas - influencia, fgv, klout, métricas, Mídias Sociais, mensuração, monitoramento, softwares | No Comments »
Continuando a série sobre medição da influência nas mídias sociais, chegamos na sétima entrevista. Relembrando e explicando pra quem não acompanhou as outras, esta série de entrevista busca mostrar as opiniões de desenvolvedores de softwares e analistas de comunicação sobre a possibilidade de medir a influência nas mídias sociais. Duas perguntas são feitas a todos entrevistados: (a) o que é influência nas mídias sociais?; (b) conseguiremos algum escore padrão de medição dessa influência? As entrevistas passadas dessa série podem ser vistas através da tag entrevistas – influencia.
Hoje vamos conversar com Nino Carvalho. Na minha opinião, um dos profissionais que melhor produz conteúdo responsável e de qualidade: vejam seu SlideShare, Gengibre e blog. Nino é Jornalista, Mestre em Administração de Empresas (IBMEC) e pós-graduado em Marketing e Estratégia pelo Chartered Institute of Marketing (CIM, no Reino Unido). É Sócio-Diretor da Nino Carvalho Consultoria e Capacitação em Marketing Digital e idealizador e coordenador dos cursos de MBA e Pós-MBA em Comunicação e Marketing Digital da FGV.
O que define a influência nas mídias sociais, para você? Qual a importância de medi-la?
Acho que se trata da capacidade de um ator social modificar o comportamento de outro ator como consequência das suas interações no ambiente digital. A importância de se conhecer e medir com precisão essa variável é que a organização poderá ter mais chances e mais controle na indução ou provocação de determinados comportamentos de seus públicos.
Quais são os desafios, referentes a inteligência digital, para capacitar empresários e comunicadores no panorama atual? Existe uma complexidade maior nas práticas da mensuração de resultados?
Entendo que o principal desafio é “sair” da área digital para compreendê-la melhor, por outro ângulo, uma visao panorâmica, como se estivéssemos vendo a cena de cima. Ou seja, esqueça por um segundo o “digital”. Entenda esse novo mundo como uma nova parte no ecossistema no qual a organização está inserida. Tudo se conecta, se influencia. A brincadeira começará quando passarmos a compreender melhor como as interações sociais no mundo online impactam (e são impactadas) por outros encontros com a organização/marca em outros ambientes, que extrapolam as chamadas redes sociais.
Como selecionar as ferramentas principais e as ferramentas de apoio na gestão e análise da comunicação digital? Quais são os critérios e desafios?
Acho que primeiramente deve-se definir quais as variáveis que serão mensuradas para avaliar o sucesso das estratégias de comunicação. Com isso definido, será mais simples escolher a ferramenta A ou B.
Analistas de comunicação digital terão, algum dia, um escore sobre influência básico e consensual no mercado para se basear? O Klout Score está tentando virar esse índice padrão, mas será que ele – ou qualquer outro – conseguirá?
Imagino que sim. Como vimos com outras áreas de comunicação, o mercado chega a convenções e estas irão evoluir conforme o avanço das possibilidades estratégicas de marketing e comunicação. O Klout seria, hoje, a principal forma convencionada de se mensurar influência e impacto. Gosto da ferramenta e acho que atende às necessidades atuais do mercado. No entanto, como disse, ainda não conseguimos olhar o todo, estamos ancorados. Somente agora passamos a pensar de maneira verdadeiramente holística, unindo ciências como marketing, sociologia, antropologia, estatística etc. Conforme avançarmos nesse sentido, as formas e padrões de mensuração também irão evoluir. Lembre-se que há não muito tempo ter um Webtrends ou Google Analytics rodando atrás do site da empresa era suficiente.
Que avanços futuros são necessários para a mensuração e monitoramento das mídias sociais?
É preciso que a área de comunicação inclua formas de mensuração mais amplas, unindo o que é coletado no mundo digital com o que temos em outras áreas da empresa, como o departamento de Vendas e o de Atendimento ao Cliente. Para isso, profissionais de RP, ciencias sociais e ciencias estatisticas deveram trabalhar mais proximos e integrados.
Posted: July 16th, 2011 | Author: Tarcízio Silva | Filed under: Mídias Sociais | Tags: entrevistas - influencia, klout, métricas, Mídias Sociais, mensuração, monitoramento, softwares, tecnisa | 2 Comments »
Continuando a série de entrevistas sobre medição da influência nas mídias sociais, hoje vamos conversar com Israel Degásperi. Publicitário com pós graduação em novas mídias, rádio e TV, Israel é blogueiro, fundador de um dos principais blogs sobre mídias sociais do Brasil, trabalha com análise de mídias sociais na Tecnisa. As entrevistas passadas podem ser vistas na tag do blog que reúne todas as entrevistas desta série.

O que define a influência das pessoas e organizações nas mídias sociais, para você? Qual a importância de medi-la?
Eu defino influência pelo feedback que você tem nos canais. Não importa o número de seguidores ou de fãs, mas sim o número de respostas para uma determinada pergunta, número de interações ou o quanto o seu conteúdo foi replicado além do interesse dessas pessoas no seu negocio e tipo de conteúdo que você compartilha. Você sabendo isso, consegue sempre alinhar seu conteúdo pelos interesses dos seus stakeholders, por isso é tão importante medir esses parâmetros.
Como selecionar as ferramentas principais e as ferramentas de apoio na gestão da comunicação digital de grandes empresas? Quais são os critérios e desafios?
É uma questão de experiência. Pesquisar muitas ferramentas (para twitter, para webanalytics, para gestão de projetos online, para monitoramento etc…) e definir o que você precisa apresentar de métricas e relatórios e analisar o custo benefício das ferramentas que você conhece. Falta de verba pode ser um critério de avaliação por decidir usar ferramentas gratuitas (se o custo x benefício for satisfatório para o seu cliente). Desafio é você se manter atualizado num mundo onde o excesso de informação é uma realidade. Outro desafio é a velocidade em que as ferramentas se atualizam e mudam, o próprio facebook, por exemplo, está sempre evoluindo e você precisa entender e se adaptar as novidades.
Analistas de comunicação digital terão, algum dia, um escore básico e consensual no mercado para se basear? O Klout Score está tentando virar esse índice padrão, mas será que ele – ou qualquer outro – conseguirá?
Não sei responder se um dia teremos um escore básico e padrão para tudo, eu acredito que as ferramentas irão sim, evoluir. Mesmo utilizando o Klout e o PeerIndex, as vezes decido por fatores diferentes, como a qualidade da informação nos comentários de um blog. Acredito na percepção humana em tomar esta decisão.
Como o estudante ou profissional pode entender melhor os índices principais das mídias sociais?
Lendo muito, temos vários posts de excelente qualidade, apresentações no slideshare (basta procurar!) e também questionando profissionais mais velhos no mercado, trabalhando no dia a dia com mídias sociais é fundamental também, participar de grupos de discussão. Com a internet e as próprias mídias sociais a informação fica muito mais acessível à todos.
Que avanços futuros são necessários para a mensuração e monitoramento das mídias sociais?
O entendimento do comportamento humano, da linguagem. São variáveis muito complexas de serem medidas. Mas em breve, acredito que a taxa de erro chegue à bem próximo de zero.
Posted: July 15th, 2011 | Author: Tarcízio Silva | Filed under: Mídias Sociais | Tags: analistas, entrevistas - influencia, influência, métricas, Mídias Sociais, monitoramento, profissionais | 3 Comments »
A série de entrevistas “Medindo a Influência nas Mídias Sociais” continua. Ontem publiquei no LinkedIn uma lista de links sobre o tema e o retorno do pessoal foi bem positivo, a demanda realmente está forte. Para conferir as entrevistas passadas é só acessar os posts: Paulo Milreu, Patrícia Moura, Eduardo Prange e Leandro Reinaux.
A conversa hoje é novamente do ponto de vista do usuário das ferramentas. Sérgio Salustiano atualmente é professor convidado da pós-graduação Igec/Facha em Métricas e coordenador do setor de Métricas da Agência Casa Digital. Segundo o próprio, é “mestrando quase jubilado em Estatística”, formado em Comunicação, especialista em Gestão de Comunicação Institucional e traz na bagagem 12 anos de experiência no setor em grandes projetos e agências como a Frog e Textual. Além disso, escreve ótimas reflexões sobre o mercado e métricas no seu blog www.skrol.com.
Como você definiria influência nas mídias sociais? Qual a importância de medi-la?
Definiria como a capacidade de mobilização, interação, afiliação e até mesmo mudança de percepção de um produto, serviço ou campanha. Medir a influência e os laços que ela cria é gerar ferramentas e/ou inteligência capaz de munir os diversos setores (planejamento, criação, mídia, gerência, entre outros) de como trabalhar, atender e atingir o seu público-alvo.
O que você acha dos métodos, métricas e modelos de negócio de softwares de mensuração da influência como Klout e PeerIndex? Escores do tipo podem apoiar decisões de comunicação?
Vejo que são ferramentas interessantes que demonstram como o mercado está preocupado com o impacto das mídias sociais nas estratégias de comunicação. Entretanto, elas seguem modelos que não são adaptáveis a realidade brasileira onde o Orkut e blogs podem gerar um considerável impacto em ações. As métricas utilizadas são um pouco confusas e os métodos de cruzamento de perfis é imediatista e ignora toda a base de relacionamento construída nas redes e potencial de influencia de uma pessoa ou marca. Com todos esses pontos negativos eu não utilizaria nenhuma desses softwares para apoiar uma decisão, como sempre faço recorreria ao conhecimento acumulado e ao meu banco de dados que mantenho atualizado com perfis relevantes de vários segmentos.
No que as ferramentas brasileiras de monitoramento e mensuração que você utiliza poderiam melhorar?
Principalmente em passar a utilizar o conhecimento de profissionais de métricas para o desenvolvimento ou melhoria dos seus softwares. Quando se pega o que é oferecido com as reais necessidades dos profissionais percebe-se que existe um grande abismo entre as empresas desenvolvedoras de software e os profissionais. Enquanto isso, as empresas estrangeiras fazem o caminho inverso e buscam ouvir e extrair, o conhecimento e aplicar em suas ferramentas as sugestões dos profissionais brasileiros.
Entre tantas mídias, práticas, serviços e ferramentas, qual seria o perfil ideal do profissional analista de monitoramento e métricas?
O perfil do profissional é de uma pessoa generalista, mas totalmente antenada com tudo que está acontecendo a sua volta. É aquele tipo de pessoa que você vê conversando sobre o impacto da taxa de juros e logo em seguida está falando sobre o último meme com a mesma naturalidade, pois ele sabe que mundo virtual e real se cruzam e ambos se influenciam. Para complementar tem que ser apaixonado por números, afinal mais de 50% do trabalho envolve cálculos.
Que avanços futuros você vislumbra para o mercado da mensuração e monitoramento das mídias sociais?
Eu vejo que o mercado de agências está amadurecendo de forma lenta para a necessidade de montar uma equipe de métricas dentro da sua estrutura, durante um bom tempo ainda vai permanecer a cultura que o analista de mídias sociais tem que planejar, criar, executar e monitorar. Enquanto isso, as empresas muitos mais antenadas e preocupadas com o investimento, impacto e retorno estão correndo por fora e montando equipes próprias para monitorar suas marcas e abastecer os gestores de inteligência para a tomada de decisões. Ao mesmo tempo vejo um crescimento exponencial de pessoas em busca de qualificação nessa área, que hoje é também durante um bom tempo vai ser a que oferece os melhores salários. Assim, durante os próximos dois anos não vejo grandes mudanças no mercado de agências,
Posted: July 12th, 2011 | Author: Tarcízio Silva | Filed under: Entrevistas, Mídias Sociais | Tags: entrevistas - influencia, influência, klout, livebuzz, métricas, Mídias Sociais, monitoramento, sim score | 1 Comment »
E as contribuições para o debate sobre influência nas mídias sociais continuam! Hoje publicamos a quarta entrevista desta série, que já conversou com Patrícia Moura, Eduardo Prange e Leandro Reinaux.
Hoje o papo é com Paulo Milreu, empreendedor e professor. Sócio das empresas SmartIS Agência Digital, do Laboratório de Novas Mídias Digitais e do Livebuzz, software de monitoramento e gestão de mídias sociais. Também é presidente da ACOPADi.
Como surgiu a ideia do Livebuzz? O que a software busca oferecer aos clientes?
A ideia surgiu em fevereiro de 2009 a partir da utilização que fazíamos de várias ferramentas gratuitas relacionadas a redes sociais, sejam elas de monitoramento, publicação, análise ou estatísticas, e na sequência a geração de relatórios em Excel. Percebíamos como a produtividade era baixa, como o cliente demandava agilidade e pedia sempre mais rápida a resposta e os indicadores. Então vimos que precisávamos de uma ferramenta que melhorasse nossa produtividade.
Desde o início o Livebuzz foi criado com o objetivo de colaborar na gestão do processo de atuação em mídias sociais, seja no monitoramento, publicação, marketing e métricas, seja com foco em agências ou empresas que poderiam usufruir dos benefícios de seus recursos.
O que define a influência nas mídias sociais, para você? Qual a importância de medi-la?
Acho impossível definir a influência nas mídias sociais. Acho que podemos apenas estimá-la, nos baseando em alguns métodos e indicadores dessa influência, e a partir daí construindo uma “história” de resultados que comprovem essa dita influência.
Um exemplo seria adotar o Klout, olhando seus 4 indicadores, para perfis que citam a marca (entendendo perfis como pessoas ou organizações com todas as suas redes sociais, e não contas em redes sociais separadamente) e criar assim uma análise histórica do relacionamento.
Como foi a decisão e o processo de incorporar o SIM Score e o Klout Score no Livebuzz?
No caso do último, a coleta de dados em inglês é um empecilho? Não queríamos criar nenhum indicador, pois acreditamos que cada agência ou empresa deve analisar quais indicadores são mais interessantes para sua análise. Assim, entendendo que o SIM Score tem um referência e já é adotado no mercado por algumas empresas, o incorporamos como opção para a análise de sentimento, podendo o analista o utilizar ou não.
Já o Klout, estavamos percebendo no mercado que o mesmo começava a despontar e ser utilizado, além de ser citado e analisado por vários sites e profissionais desse mercado, o referenciando. Vimos também a evolução do mesmo, incluindo Facebook e agora LinkedIn em sua análise, e a partir de contato com a equipe do Klout, recebemos autorização e o incorporamos.
Analistas de comunicação digital terão, algum dia, um escore básico e consensual no mercado para se basear? O Klout Score está tentando virar esse índice padrão, mas será que ele – ou qualquer outro – conseguirá?
Eu acredito que cada cliente, cada monitoramento e cada análise merecem uma avaliação e definição de indicadores específicos, bem como análises muito pontuais. É possível utilizar um escore básico como análise inicial, mas é importante evoluir a partir daí.
Eu acredito que qualquer indicador, seja SIM Score, Klout Score, PeerIndex ou outro, deva passar por uma sistemática aplicação em série histórica no processo de monitoramento, e uma análise aprofundada apontará se o mesmo é relevante ou não para o caso.
Que avanços futuros você vislumbra para o monitoramento e mensuração das mídias sociais?
Acho que as empresas esperam uma tecnologia de inteligência artificial mais assertiva para tornarem o processo mais rápido e com um custo menor. Acho que os analistas esperam que o mercado compreenda a importância da avaliação humana de contexto e cultura, elaborando um parecer mais completo e único.
Esperamos também profissionais mais preparados, com formação ampla e experiências múltiplas. As discussões devem também evoluir, e devemos compreender que o processo vai além do monitoramento.
Posted: July 10th, 2011 | Author: Tarcízio Silva | Filed under: Entrevistas, Mídias Sociais | Tags: entrevistas - influencia, influência, klout, métricas, Mídias Sociais, mensuração, monitoramento | 1 Comment »
Continuando a série de entrevistas com o tema “Medindo a influência nas mídias sociais“. Estamos reunindo cerca de uma dúzia de profissionais para responder algumas questões, entre elas duas questões principais e polêmicas – (a) o que é influência nas mídias sociais?; (b) conseguiremos algum escore padrão de medição dessa influência?. Já entrevistamos anteriormente Eduardo Prange, do Seekr, e Leandro Reinaux do Tuit.in. Nas próximas postagens, mais entrevistas com desenvolvedores de ferramentas, professores, coordenadores e analistas de equipes de métricas e monitoramento.

Nesta terceira entrevista, falamos com Patrícia Moura (ou MissMoura), publicitária, coordenadora de mídias sociais na Binder/Visão Estratégica e professora da Pós-graduação em Gestão Estratégica de Marketing Digital do Instituto Igec/Facha.
Como você definiria a influência nas mídias sociais? Qual a importância de medir a influência de pessoas e organizações?
Se a recomendação é a essência do marketing digital, a influência é o fator chave para mensurarmos esta essência. Podemos tomar como influência a autoridade que um usuário tem para falar sobre um produto ou serviço e, dessa forma, a capacidade de persuadir a sua rede de contatos a aderir ou não a estes produtos e serviços. Aí está o seu poder e relevância.
Como as agências de publicidade mais tradicionais podem integrar práticas profissionais e métricas das diferentes mídias?
Em primeiro lugar, integrando os departamentos. Se as agências ainda não tiverem a consciência de que o resultado de seus esforços conjuntos é que irão gerar o resultados positivos para seus clientes, as métricas por si só, não dirão muita coisa.
O que é necessário para integrar melhor o mercado brasileiro e suas agências de publicidade, desenvolvedores de softwares e agências digitais?
Acredito que alguns eventos têm feito esse papel, mas ainda parte do interesse de cada indivíduo interessado em crescer profissionalmente e buscar informações.
Analistas de comunicação digital terão, algum dia, um escore básico e consensual no mercado para se basear? O Klout Score está tentando virar esse índice padrão, mas será que ele – ou qualquer outro – conseguirá?
Se o Google ou o Facebook lançarem um concorrente para o Klout, quem sabe? Não acredito no Klout como índice padrão, apenas como um ponto de partida, de uma análise que é muito profunda e complexa, principalmente, quando falamos de usuários brasileiros, script e posts patrocinados.
Que avanços futuros são necessários para a utilização da mensuração e monitoramento das mídias sociais nas agências?
O amadurecimento geral do mercado digital já seria um bom começo. Se toda agência digital criasse seu próprio núcleo de monitoramento e métricas, nós teríamos um mercado ainda mais aquecido. Mas, para isso, o bolo publicitário ainda precisa ser melhor repartido. Ou seja; temos um círculo vicioso de uma série de ações interdependentes e que nâo têm um ponto de partida.
Posted: July 8th, 2011 | Author: Tarcízio Silva | Filed under: Entrevistas, Mídias Sociais | Tags: entrevistas - influencia, influência, klout, métricas, Mídias Sociais, monitoramento, seekr, social crm | 2 Comments »
Mais uma entrevista da série “Medindo a influência nas mídias sociais“, que trará uma dúzia de profissionais para responder algumas questões, entre elas duas questões principais e polêmicas – (a) o que é influência nas mídias sociais?; (b) conseguiremos algum escore padrão de medição dessa influência?. Esta é a segunda entrevista da série, confira também a passada com Leandro Reinaux do Tuit.in. Nas próximas postagens, mais entrevistas com desenvolvedores de ferramentas, professores, coordenadores e analistas de equipes de métricas e monitoramento.

Hoje o entrevistado é o representante de um software de monitoramento pleno que surgiu ano passado e aumentou a competição no setor. Tive a oportunidade de conhecer o software em sua etapa de testes beta e pude acompanhar sua fase de evolução, na qual seus desenvolvedores agregaram sugestões e feedbacks dos clientes. Eduardo Prange é idealizador do Seekr, possui MBA em Gerenciamento de Marketing pelo INPG, MBA em Planejamento Estratégico e Marketing Interativo pela FIT – SP e é o especialista da empresa em métricas para mídias sociais.
Como surgiu a ideia do Seekr? O que o software busca oferecer aosclientes?
O Seekr nasceu de uma análise de mercado na busca por alguma solução que oferecesse algo além de um agrupamento de dados sobre marcas ou empresas e sim que entrasse na estratégia e possibilitasse uma gestão estratégica para o relacionamento entre empresas e consumidores, encurtando distâncias, antecipando crises e gerando insigths de oportunidades para o core business das organizações.
A busca constante do Seekr é o aprimoramento do monitoramento qualitativo ligado a gestão de marcas e principalmente oferecer um ambiente estratégicode relacionamento entre as marcas e seus públicos de interesse.
O que define a influência nas mídias sociais, para você? Qual aimportância de medi-la?
Enxergo influência como algo que deve ser medido com muita cautela. Antes de se pensar na influência, acredito que precisamos saber informações estratégicas de onde as empresas estão inseridas. Mapear os perfis do seu público de interesse, concorrentes, mercado e uma definição clara dos objetivos estratégicos da empresa (onde se quer chegar) para que aí sim identifique-se o que precisa ser medido.
No meu ponto de vista a influência passa a ser relevante a partir deste momento. Mapear quem são os principais defensores e agressores de sua empresa passa a ser algo estratégico no momento em que você tem clareza doque fazer com estas informações e efetivar ações para o aperfeiçoamento constante.
Como utilizar de forma efetiva módulos de Social CRM em softwares demonitoramento? Além dos dados demográficos, que índices podem seradicionados e/ou analisados?
Acredito que é necessário termos uma clareza de que as ferramentas são facilitadoras de processos humanos, mas que sem o papel da gestão e inteligência, cairemos em um nível operacional, discutindo funcionalidades e módulos e esqueceremos do que é o mais importante: Resultado!
Enxergo a parametrização de processos e a clareza do que realmente precisaser medido e provido pelos softwares como a forma mais inteligente de utilizar um módulo do Social CRM. Defendo a ideia de que o principal beneficio de um Social CRM está na possibilidade de tratar as pessoas realmente como pessoas e que isso por mais básico que possa parecer é uma prática pouco vista no mercado de quem trabalha com monitoramento de mídias sociais.
Identifico como os principais índices que serão extraídos dos módulos de Social CRM, os que estejam vinculados á análise de comportamento das pessoase isso sim permitirá com muito mais agilidade a efetivação de ações de marketing direto e relacionamento junto aos participantes das marcas.
Analistas de comunicação digital terão, algum dia, um escore básico econsensual no mercado para se basear? O Klout Score está tentando virar esseíndice padrão, mas será que ele – ou qualquer outro – conseguirá?
Para a primeira pergunta minha resposta é: Tomara que sim, isso facilitariae muito a vida dos profissionais de Social Media!
Quanto ao Klout, enxergo e percebo sua constante evolução mas não acredito que se consiga através de uma única ferramenta atender a todas as necessidades do mercado. Existem múltiplas variáveis para medição que se confrontam nos diferentes objetivos das empresas. Se tivesse que dizer que o Klout ou alguma outra ferramenta se concretizará como um índice padrão universal ousaria dizer que não acredito nisso, porém, enxergo na consolidação do Klout um tremendo avanço na visão estratégica de gestão e monitoramento de mídias sociais.
Que avanços futuros você vislumbra para o monitoramento e mensuração dasmídias sociais?
Acredito que a primeira onda já estamos vivendo. É a da migração da participação passiva das empresas para a participação ativa frente seus públicos de interesse através das mídias sociais. No meu ponto de vista asmarcas que evoluirem neste sentido enxergarão nos consumidores um enorme poder de P&D externo e os trarão para um ambiente de Crowdsourcing (inteligência coletiva), encurtando efetivamente a distância junto ao público e provendo assim um ambiente de construção colaborativo por quem mais entende da oferta das empresas: os clientes!
No momento em que isso acontecer, acredito que não monitoraremos somente as marcas, mas sim ideias, oportunidades e sairemos de um processo operacional e eventualmente tático de SMM e passaremos efetivamente a atuar em um ambiente estratégico de alto nível.
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Posted: June 30th, 2011 | Author: Tarcízio Silva | Filed under: Mídias Sociais | Tags: academia, livebuzz, Mídias Sociais, monitoramento, Pesquisa | No Comments »
Ano passado, no Intercom, fiquei surpreso com um trabalho acadêmico realizado que coletou, analisou e codificou de forma manual, numa planilha, centenas de tweets em uma pesquisa. A estudante coletou manualmente cada tweet para depois analisar para seu trabalho. Softwares de monitoramento (veja alguns) permitem essa coleta e a posterior codificação de forma muito mais fácil. Dei essa dica para a participante do evento e surgiu a ideia de produzir conteúdo explicando como o monitoramento pode ser utilizado para coleta de dados em pesquisas acadêmicas sobre mídias sociais: Marcel Ayres e Renata Cerqueira apresentaram oficina no ABCiber mostrando como isto pode ser feito (veja o slideshow).
Porém, o custo de assinatura é um empecilho para quem não utiliza comercialmente. Pensando nisso, algumas empresas desenvolvedoras começam a apoiar pesquisadores e professores no trabalho de compreensão das mídias sociais. Então está de parabéns o software de monitoramento e gestão Livebuzz que acaba de lançar a Conta acadêmica. Segundo informações da empresa:
A Conta Acadêmica criada pelo Livebuzz é uma modalidade de utilização de nossa solução que tem como objetivo oferecer a professores e pesquisadores a oportunidade de conhecer uma ferramenta comercial de gestão, monitoramento, marketing e métricas em mídias sociais, e contribuindo em análises e pesquisas que possam ser aplicadas no desenvolvimento acadêmico.
Estão aptos a receber uma conta acadêmica professores e pesquisadores que atuam no campo da inteligência competitiva, estratégia, marketing, comunicação e gestão, bastando que os mesmos solicitem as mesmas através do e-mail
pesquisa@livebuzz.com.br.
Se você é pesquisador e trabalha com análise de conteúdo ou é profissional e quer conhecer as possibilidades desse software, visite seu site em Livebuzz.com.br. Em breve conteúdo exclusivo sobre o tema para os cadastrados em http://bit.ly/contmkt.
Posted: June 27th, 2011 | Author: Tarcízio Silva | Filed under: Mídias Sociais | Tags: análise de sentimento, marcas, monitoramento, monitoramento de marcas, planejamento, sites de redes sociais | 2 Comments »
O artigo “Monitoramento de Redes Sociais: muito mais que uma análise de sentimentos“, de Sérgio Salustiano, é um ótimo artigo em que o profissional explica como os dados que as pessoas publicam nas mídias sociais se tornam “fontes preciosas para construir perfis erelatórios para que empresas possam tomar decisões sobre seus produtos e serviços”, além de discutir e apontar potencialidades, problemas, desafios e motivações para o monitoramento.
Depois de falar de como o monitoramento vai muito além de apenas a análise de sentimentos, Salustiano fala das etapas para um monitoramento eficaz: planejamento; busca do conteúdo; análise das informações; classificação; consolidação; interpretação; análise; relatório.
O autor ainda propõe um método de avaliar o que medir e lista onze motivos para fazer o monitoramento de marcas, como responder a denúncias e reclamações, identificar necessidades do consumidor, calcular ROI, realizar auditoria e outros. Finaliza o artigo falando dos desafios para o monitoramento, que devem ser observados por cada profissional, para que este mercado evolua.
Leia todo o artigo, que pode ser visualizado em seu SlideShare: