Jun 4, 2010 0
May 30, 2010 0
Zynga e Jogos Sociais – infográfico
May 24, 2010 0
Jogos Sociais no Facebook: Entre Jogadores Reais e NPCs como Atores Sociais
Esse é o título de um texto que escrevi pro Realidade Sintética, que os leitores desse espaço aqui devem conhecer. É um grupo de pesquisadores em videogames de todo (e de fora) do Brasil, que produzem conteúdo e eventos sob esta marca. Então, obviamente, aceitei o convite do Thiago Falcão de postar um texto lá:
Apr 18, 2010 1
Bibliografia sobre Aplicativos Sociais
Quem lê o blog desde novembro talvez saiba que faço mestrado e tenho aplicativos sociais como objeto. Esse tipo de aplictivo tem cerca de apenas 3 anos de existência e, naturalmente, pouca bibliografia acadêmica específica sobre este objeto. Então aproveito o espaço aqui para reunir referências de comunicação, cibercultura, design, captologia, social network analysis, marketing, publicidade, software studies, programação etc. Se conhecer mais algum trabalho, colabore através do email tarushijio [at] gmail.com
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2010
NIE, Cynthia. SCHISM: Bridging the gap from casual browser games to hardcore social worlds. Dissertação de Mestrado. Faculdade de Artes Cinemáticas da Universidade da Califórnia do Sul, Estados Unidos. 2010. http://interactive.usc.edu/wiki/images/d/da/Cnie_schism_FINAL.pdf
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2009
FALCÃO, Thiago; SILVA, Tarcízio e AYRES, Marcel. Jogos e o fluxo de capital simbólico no Facebook: um estudo dos casos Farmville e Bejeweled Blitz. ABCiber 2009. São Paulo: ESPM, novembro de 2009. http://www.abciber.com.br/simposio2009/trabalhos/anais/pdf/artigos/1_redes/eixo1_art53.pdf
Järvinen, A. 2009. Game design for social networks: interaction design for playful dispositions. In Proceedings of the 2009 ACM SIGGRAPH Symposium on Video Games (New Orleans, Louisiana, August 04 – 06, 2009). S. N. Spencer, Ed. Sandbox ’09. ACM, New York, NY, 95-102. DOI= http://doi.acm.org/10.1145/1581073.1581088
MA, Ju. A Methodology for Developing Applications on Social Networking Sites. Monografia de Conclusão de Curso em Business Information Technology. Lahti University of Applied Sciences, 2009. https://publications.theseus.fi/handle/10024/6803
Kirman, B., Ferrari, E., Lawson, S., Freeman, J., Lessiter, J., and Linehan, C. 2009. Familiars: representing Facebook users’ social behaviour through a reflective playful experience. In Proceedings of the international Conference on Advances in Computer Enterntainment Technology (Athens, Greece, October 29 – 31, 2009). ACE ’09, vol. 422. ACM, New York, NY, 157-164. DOI= http://doi.acm.org/10.1145/1690388.1690415
HORACEK, Graciela; LEVIS, Diego. Videojuegos en redes sociales: aprender desde experiencias óptimas. Comunicación, Nº 7, Vol.1, año 2009, PP. 265-279. ISSN 1989-600X. http://www.revistacomunicacion.org/pdf/n7/articulos/a18_Videojuegos_en_redes_sociales_aprender_desde_experiencias_optimas.pdf
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2008
Weiksner, G. M., Fogg, B. J., and Liu, X. 2008. Six Patterns for Persuasion in Online Social Networks. In Proceedings of the 3rd international Conference on Persuasive Technology (Oulu, Finland, June 04 – 06, 2008). H. Oinas-Kukkonen, P. Hasle, M. Harjumaa, K. Segerståhl, and P. Øhrstrøm, Eds. Lecture Notes In Computer Science, vol. 5033. Springer-Verlag, Berlin, Heidelberg, 151-163. DOI= http://dx.doi.org/10.1007/978-3-540-68504-3_14
Fogg, B. J.. (2008). Mass interpersonal persuasion: An early view of a new phenomenon. In Proceedings of the 3rd International Conference on Persuasive Technology. Berlin: Springer. http://www.bjfogg.com/mip.pdf
Nazir, A., Raza, S., and Chuah, C. 2008. Unveiling facebook: a measurement study of social network based applications. In Proceedings of the 8th ACM SIGCOMM Conference on internet Measurement (Vouliagmeni, Greece, October 20 – 22, 2008). IMC ’08. ACM, New York, NY, 43-56. DOI= http://doi.acm.org/10.1145/1452520.1452527
Gjoka, Minas, Sirivianos, Michael, Markopoulou, Athina, and Yang, Xiaowei. (2008). Poking Facebook: Characterization of OSN Applications. Proceedings of the first workshop on Online social networks. http://www.cs.st-andrews.ac.uk/~tristan/sigcomm08/workshops/wosn/papers/p31.pdf
ATLI, Selcuk. Collaborative Innovation on the Social Web: Decentralizing Social Capital. http://www.reklamgiy.com/papers/Collaborative_Innovation_on_the_Social_Web.pdf
FELT, A; EVANS, D. Privacy protection for social networking APIs. In In Web 2.0 Security and Privacy Workshop, 2008. www.cs.virginia.edu/felt/privacybyproxy.pdf
KING, Linda. Creating Facebook applications – 100 Success Secrets to creating Awesome Facebook Applications and leverage Social Media. Emereo Pty Ltd, 2008.
GRAHAM, Wayne. Facebook API Developers Guide. Apress, 2008.
GOLDMAN, Jay. Facebook Cookbook: Building Applications to Grow Your Facebook Empire. Califórnia, Estados Unidos: O’Really Media, 2009.
HAYDER, Hasin; BAIN, Mark. Learning Facebook Application Development. Packt Publishing, 2008.
MANGINO, Michael J. Facebook Platform Development with Rails. The Pragmatic Bookshelf, 2008.
Jan 29, 2010 9
Seis motivos para fazer monitoramento de marcas na internet
[Texto meu, originalmente publicado na Casa do Galo]

Dois pontos são chave para entender a importância do monitoramento. O primeiro tem a ver com a visibilidade e permanência das informações postadas em sites, blogs e mídias sociais em geral. O conteúdo postado pode ser facilmente encontrado e tende a ficar disponível por tempo indeterminado. O segundo ponto-chave, especialmente no caso de mídias sociais, é a naturalidade e tranqüilidade com que as pessoas falam de seu cotidiano, incluindo dos produtos e marcas com que interage. Dessa forma, o monitoramento de marcas pode ser muito mais efetivo do que a maioria dos métodos de pesquisa de mercado, que coloca o entrevistado em uma situação anormal e, por vezes, constrangedora.
Entretanto, quando ouço sobre monitoramento invariavelmente se fala apenas de “responder”, permitir “respostas rápidas”. Entendo que monitoramento é muito mais que isso, então fiz um exercício de listar e descrever seis benefícios de seu uso.
1) Responder
Responder, e rapidamente, é o ponto mais estabelecido no que se refere a monitoramento. Falaram do seu cliente nas mídias sociais? A resposta pode vir no mesmo momento, se o serviço de monitoramento estiver entrelaçado a relacionamento e produção de conteúdo digital. No caso de empresas com grandes problemas operacionais, como empresas do ramo telefônico, que são muito criticadas, isso seria algo muito positivo se utilizado efetivamente. Mas o que acontece na maioria dos casos, infelizmente, ainda é o uso dos perfis em mídias sociais como broadcasting. É só ver os perfis da Claro ou TIM no Twitter. Nada de replies. Zero.
2) Aprender
Aprender sobre o público-alvo é interessantíssimo. Digamos que você represente, sei lá, um café em um bairro de São Paulo. Além de citações à marca do café, de seus símbolos e de seus produtos, é possível monitorar clientes e possíveis clientes que nunca falaram sobre sua marca? Como? Se você é um café que está na Rua Boa Vista, por exemplo, porque não aprender sobre o bairro? Afinal, todo mundo que mora, trabalha ou passa por lá é um possível cliente.
Com o monitoramento de termos relacionados àquela rua, por exemplo, é possível aprender sobre os comportamentos dessas pessoas no que tange à área em que o estabelecimento está situado. Um morador reclama que não tem um lugar bom pra tomar café da manhã? Outro diz que a estação de metrô mais próxima é a pior da cidade? Aí estão oportunidades e ameaças para os negócios.
3) Inovar
Utilizar monitoramento é, por si só, inovação para algumas mentalidades. Mas ter um monitoramento bom pode servir de insumos para diversos tipos de inovações. O mais palpável é inovação em produtos e serviços. Quando os usuários apontam falhas no que você ou seu cliente oferece, exaltam características do concorrente ou, ainda, sonham com algo que não existe, o espaço para inovar está aberto.
Desenvolver e apresentar um novo produto, serviço ou posicionamento de marca pode ser mais eficaz e seguro quando você conhece muito bem o que os consumidores querem. Sabe aquela frase que qualquer marca quer ouvir (“A marca fulana fez isso pensando em mim!”)? Torna-se cada vez mais verdade.
4) Localizar
Localizar os chamados “advogados de marca” (não gosto desse termo, mas é muito utilizado), hubs e influenciadores de opinião é algo facilitadíssimo pelo monitoramento. No atual estágio (e nos futuros também) da internet, cada pessoa tem um potencial único de produção e comunicação muito importante que, em alguns casos, superam o de grandes empresas. O monitoramento permite localizar pessoas que possam “trabalhar para a marca” em troca de algo. Reputação, status, popularidade, dinheiro ou, simplesmente, pelo prazer de interagir com algo importante em sua vida. A partir disso, as equipes de comunicação da empresa ou as agências de propaganda podem ver qual a melhor estratégia para manter, melhorar ou mudar o que estas pessoas falam sobre suas marcas.
5) Otimizar
O quinto motivo é o que permite aperfeiçoar custos e retornos de campanhas. Monitorar conversações entre as pessoas permite saber onde elas vão na web, com quem elas falam, quem elas lêem, o que elas ouvem, como elas falam etc etc etc. Isso permite que custos de mídia otimizados, mais precisos, quando associados a dados de web analytics. Tanto para a internet quanto para outras mídias, monitorar significa também conhecer os tipos de estilo, discursos e referências que o público-alvo quer consumir. Dessa forma, relatórios analíticos a partir de monitoramento pode até dar insumos de estratégia criativa para redatores de TV, por exemplo.
6) Avaliar
Campanhas digitais podem ser avaliadas em relação ao aumento ou diminuição do engajamento dos públicos. Se uma empresa tem uma política de monitoramento constante, a cada nova campanha, conteúdo e produto lançado os fluxos, valores e sentimentos podem ser avaliados novamente. Dessa forma, cada passo que a empresa ou agência der (passos esses que já devem ser embasados pelo monitoramento), podem ser melhor avaliados também.












