Posted: January 18th, 2009 | Author: Tarcízio Silva | Filed under: Críticas e Resenhas | Tags: design editorial, design gráfico, house organ, jornal, projeto gráfico, revista, tipografia | 2 Comments »
Quem estiver à procura de um livro que pense a diagramação de forma teórica, não deve utilizar este livro, apesar do título. Lançado em 1987 por Antonio Celso Collaro traz muitas considerações práticas, sobre como “direcionar a leitura” ou “conseguir a atenção”, mas de forma funcionalista apenas. Não se pergunta como, nem se debruça sobre a razão da utilização daquelas determinadas técnicas. Na segunda página do primeiro capítulo, o autor define estilo e exemplifica com estilos na arquitetura (!?), mas o máximo que consegue falar sobre cada um deles é em que séculos estiveram dominantes.
O livro é dividido da seguinte forma:
Cap. I – Princípios de Diagramação
Cap. II – Tipologia
Cap. III – Tipometria
Cap. IV – Sistemas de Composição Tipográfica
Cap. V – Obtenção de Textos para Reprodução Gráfica
Cap. VI – Cálculo de Texto
Cap. VII – Diagramação de Livros
Cap. VIII – House Organs
Cap. IX – Moderno Desenho dos Tablóides
Cap. X – O Jornal
Cap. XI – Os Sistemas de Impressão
Cap. XII – O Suporte e sua Importância na Reprodução de Impressos
O capítulo mais interessante é o oitavo, sobre house organs. Mas isso talvez porque não tenho experiência com o formato. No final das contas, é um livro que tenta abarcar assuntos demais em 100 páginas, e acaba por não se aprofundar o suficiente em nenhum deles. Pode ser tomado por um livro básico, mas não vai além disso. A edição de 2000 é atualizada com “os mais recentes recursos da informática”.
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Posted: January 17th, 2009 | Author: Tarcízio Silva | Filed under: Críticas e Resenhas | Tags: design editorial, design gráfico, fotografia, grafitti, ilustração, revistas | No Comments »
A revista Clix já está em seu segundo número. “Imagens, imagens, imagens”: entre suas 68 páginas, uma seleção do que há de melhor na web, visualmente falando. Todas as artes visuais e suportes possíveis marcam presença, como fotografia, ilustração, design gráfico, grafitti, embalagens etc etc etc.
O primeiro número traz fotografias do trabalho literalmente visceral do Carioca Studio (da Romênia!). Em tempos de nova potência mundial, uma resenha do livro Graphic Design in China. Fechando a revista a coluna “P.S.”, do coletivo Cia de Foto, nesse primeiro número se debruça sobre a própria Clix, deixa a desejar. A imagem abaixo é a dupla “Caixa de Ferramentas” com dois convidados engenheiros escrevendo sobre transmissão de imagens até a fase atual, digital.

Clix #2 – Neste número, um texto interessante sobre a nomeção de obras de arte. Na seção “Tudão”, de dicas de sites e blogs, Marcelo Daldoce, sobre o qual já escrevi por aqui. A coluna “P.S”, dessa vez, está bem melhor escrita e discorre sobre o documental na fotografia. A imagem abaixo é uma dupla da matéria sobre Fred Einaudi, artista da capa.

Para fazer uma criticazinha, senti a falta da opção de download. Não gosto desse sistema específico de publicação (a navegação é ruim) e preferiria ler em pdf. Responsável pela revista, a empresa de conteúdo Sixpix também produz várias publicações (entre outros produtos) disponíveis na internet, como a Pix, a ResultsOn e PixTrends.
Posted: January 14th, 2009 | Author: Tarcízio Silva | Filed under: Críticas e Resenhas | Tags: design editorial, design gráfico, diagramação, jornal, revistas | 5 Comments »

Diagramação – o planejamento visual na comunicação impressa é resultado da dissertação de Rafael Souza Silva para a Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo, no longíquo ano de 1983. Esta edição analisada é a 3ª, de 1985.
O livro é dividido em duas partes.
Primeira Parte: O Planejamento visual gráfico na comunicação impressa
I – Percepção Visual
II – O fenômeno estético na comunicação visual
III – As artes gráficas e o início da imprensa
IV – Problemas de legibilidade na comunicação impressa
V – O discurso gráfico
VI – A diagramação no jornalismo impresso
VII – Zonas de visualização da página impressa
VIII – Padronização gráfica: a identidade do jornal
Segunda Parte: Técnicas de produção e planejamento visual gráfica
I – Tipografia
II – Processos de impressão
III – Medidas tipográficas
IV – Cálculo de textos
V – Titulação
VI – Fotos e ilustrações
VII – Um exemplo prático de diagramação
E, finalmente, a conclusão indispensável. Entre estas duas partes há uma diferença incrível. A segunda é predominantemente técnica. Cheia de diagramas, fórmulas, medidas e tabelas, não se espante como essa seção é ultrapassada. Exceptuando para leitores especificamente interessados em editoração de jornal, é quase toda dispensável.
A primeira parte, no entanto, é mais densa e teórica. Começa tratando de Percepção Visual, passa pela Estética, pela história das artes gráficas e imprensa, e chega ao capítulo mais interessante, Discurso Gráfico. Um excerto:
“[...] o arranjo gráfico passa a atuar como discurso; e como discurso, possui uma linguagem específica e uma rede encadeada de significação. É preciso que os planejadores gráficos tenham consciência da importância dessa linguagem e o seu poder de manipulação.”
Em A Diagramação no Jornalismo Impresso o autor analisa várias conceituações de “Diagramação”, a partir de vários autores diferentes. Em seguida propõe a sua própria e identifica as etapas realizadas na diagramação, os quatro elementos da página manejados, conceitos sobre o ponto de apoio da página, os elementos visuais básicos e as regras comuns.
Zonas de Visualização da Página Impressa fala sobre os centros de atenção e a “trajetória do olho”, mas é um tanto raso porque não fala da importância que a miríade de elementos envolvidos na diagramação exerce sobre a trajetória. O Capítulo VIII – Padronização Gráfica: a Identidade do Jornal fecha esta primeira parte com considerações sobre o projeto gráfico e repetição dos elementos básicos, além da influência das revistas para o aprimoramento técnico-gráficos dos jornais.

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Posted: January 10th, 2009 | Author: Tarcízio Silva | Filed under: Críticas e Resenhas | Tags: agência, design gráfico, graphic design, stefan sagmeister, taschen | No Comments »
Graphic Design for the 21st Century (ou Design Gráfico para o Século 21) é uma publicação da Taschen, editada pela Icons. Charlotte & Peter Fiell reuniram quarenta e cinco estúdios de “todo o mundo” (apenas o Norte “desenvolvido”, como sempre) que representariam o design gráfico inovador desse novo século.
Na página par: nome e informações do estúdio, missão e um texto do estúdio. Nesta edição, o livro é trilíngue: espanhol, italiano e português. Na página ímpar, e na dupla seguinte em alguns casos, trabalhos do estúdio em questão.
No texto de abertura, os autores apontam para questões sociais do design. O texto de Stefan Sagmeister também cita política, mas de uma abordagem diferente. Segue o texto e um dos trabalhos de Sagmeister presentes no livro.
“Estou principalmente preocupado como design que é capaz de comover o espectador. Vemos trantos trabalhos de design gráfico profissionalmente concebidos e bem executados, lindamente ilustrados e magistralmente fotografados e, no entanto, quase todos me deixam indiferente (e suspeito que acontece com muitos outros espectadores). Há tanta coisa sem valor: coisas bem produzidas, sem seriedade e sem valor. Penso que a causa principal de todas estas coisas sem valor é o facto de a maior parte dos designers não acreditar em nada. Não nos interessamos pela política ou pela religião, não temos opinião sobre qualquer questão importante. Quando a consciência é tão flexível, como se pode ser forte no design? Vi filmes que me comoveram, li livros que mudaram a minha perspectiva das coisas e ouvi peças de música que influenciaram o meu estado de espírito. O nosso objectivo será o de comover alguém através do design.“
Veja uma a dupla, dedicada ao estúdio MM (Paris):

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Posted: January 5th, 2009 | Author: Tarcízio Silva | Filed under: Críticas e Resenhas | Tags: cor, design editorial, design gráfico, jornalismo, revista veja, revistas | 1 Comment »
Luciano Guimarães é jornalista, designer, doutor em Comunicação e Semiótica e professor da UNESP. Em 2001 lançou o livro A Cor como Informação – a construção biofísica, linguística e cultural da simbologia das cores.
A partir do trabalho do semioticista Ivan Bystrina (especialmente Semiótica da Cultura), o livro atravessa os vários níveis (biofísicos, linguísticos e culturais ) que estão envolvidos na linguagem das cores.
Os títulos de capítulos são um tanto lúdicos:
1. Introdução: preto no branco
2. Capítulo violeta: a cor para todos os olhares
3. Capítulo azul: a cor profunda
4. Capítulo verde: fotossíntese da cor
5. Capítulo amarelo: tesouros do arco-da-velha
6. Capítulo laranja: a hora da digestão
7. Capítulo vermelho: violência e paixão
8. Conclusão: cinza no ventilador
Confesso que foi este livro que finalmente me fez entender o sistema aditivo e o subtrativo na composição de cores, e como eles se relacionam. O “Capítulo verde: fotossíntese da cor” trata dos vários sistemas de cor existentes, dos métodos compositivos e das diversas denominações conflituosas das características da cor, propondo o estabelecimento de matiz, valor e croma.
O capítulo Vermelho é a aplicação do que foi discutido no livro, depois de ter culminado numa síntese durante o capítulo Laranja. A análise do uso do vermelho nas capas da revista Veja é bastante interessante. Conotações ideológicas, biológicas ou conjunturais são observadas durante os mais de 30 anos de publicação analisados.
Este livro foi lançado em 2001. Em 2003, o autor lançou “As Cores na Mídia – a organização da cor-informação no jornalismo”, todo voltado para análise da cor em produtos jornalísticos como telejornais, jornais impressos, revistas e websites.
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Posted: January 3rd, 2009 | Author: Tarcízio Silva | Filed under: Críticas e Resenhas | Tags: anti magazine, design editorial, design gráfico, fotografia, ilustração, revistas | 1 Comment »
A revista ANTI é produzida pelo Revolver Lover, um grupo que reúne artistas e designers de todo o mundo, incluindo o brasileiro Flávio de Halmeida Hobo. Segue o modelo de coletânea de trabalhos a partir de submissões em torno de um tema por número.
Os produtores chamam o documento de revista e o pdf gratuito simula uma, com organização por páginas, mas de revista mesmo tem pouco. Não há um editorial ou abertura, tampouco um design editorial. Matérias ou críticas nem se cogita. E ainda poderia chutar que a edição/seleção dos trabalhos é mais por oferta do que pela qualidade, dado a instabilidade de números de páginas e a clara inadequação de alguns trabalhos..
Até oito de março a publicação recebe trabalhos sobre o tema “Revolution”, para o nono número. O oitavo ainda não foi lançado, e os sete primeiros tem como pontos altos:
#1 Born – Samantha Casolari

#2 Couple – Miderrota


#3 Tree – microboth.ch

#4 Seasons – Andres B.

#5 Senses – Jonathan Davies

#6 69 – Ben Yonda

#7 Days and Week – Mary Juliao

Posted: December 30th, 2008 | Author: Tarcízio Silva | Filed under: Outros sites e blogs | Tags: banca de revista, colophon, design editorial, design gráfico, revistas | 4 Comments »
Jeremy Leslie é, talvez, o maior nome em design editorial do mundo. É autor dos livros Issues: New Magazine Design e magCulture: New Magazine Design. O primeiro é um livro coletânea de imagens de bons designs de revistas, o segundo é mais teórico, digamos assim. Ele é outro dos três curadores do Colophon.
magCulture.com serve de apoio ao livro magCulture: New Magazine Design. Mostra algumas revistas inovadoras em relação a Formato, Capa, Ritmo, Tipografia e Imagens. Tem algum conteúdo muito bom, mas deixou de ser atualizado.
O magCulture.com/blog, por sua vez, traz análises de revistas constantemente. Apesar de também dar notícias sobre a área de publicação de revistas, o que diferencia o blog de Jeremy Leslie são as boas críticas, como a desse redesign.
Uma categoria interessante do blog é “How We Sell Magazines”, que mostra imagens de bancas e lojas de revistas pelo mundo. Foi em um desses posts que conheci a mag nation. A imagem deste post aqui foi retirada da análise da revista Tokion.
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Posted: December 28th, 2008 | Author: Tarcízio Silva | Filed under: Mídias Sociais | Tags: design editorial, design gráfico, literatura, livros, propaganda, publicidade, usabilidade, web | 2 Comments »
Listas são sempre controversas, mas divertidas. Pra ficar só o divertido e não ter nada de controverso, fiz meu top10 dos livros que mais me divertiram nesse ano que já já acaba. Não é uma lista de melhores livros de 2008, uma vez que nenhum deles foi lançado esse ano.
01º. Em um ano muito cheio e atarefado, consegui acabar de ler o gigantesco Moby Dick. Nas suas centenas de páginas Herman Melville conta a história de um capitão de barco baleeiro obsessivo por encontrar e matar a baleia-mito que arrancou sua perna. O narrador Ismael descreve minuciosamente a pesca baleeira, a vida marítima e o conhecimento do século XIX sobre o “peixe”, mas de forma fascinante. A Cosac Naify lançou uma edição muito bonita, com direito a hotsite e tudo. [ver hotsite | ver preço]
02º. A dinâmica do consumo analisada por Jean Barudrillard em A Sociedade de Consumo chega a deprimir o leitor. É triste e, ao mesmo tempo, fascinante a construção simbólica em torno dos produtos e do consumo, e da tranformação de práticas triviais em rituais de consumo e diferenciação social. Indispensável. [ver preço]
03º. Em A Imagem, o teórico do cinema e da imagem Jacques Aumont trata de aspectos biológicos, físicos, químicos, psicológicos, sociológicos e artísticos da imagem.[ ler resenha | ver preço]
04. Em Design Brasileiro antes do Design, Rafael Cardoso Denis reuniu nove ensaios sobre a história gráfica do Brasil antes da ESDI e da própria conceituação do que é “design”. Já postei sobre o ensaio de Julieta Costa Sobral acerca de J. Carlos. [ler sobre o ensaio | ver preço]
05. A Linguagem da Propaganda, de Torben Vestergaard e Kim Schroder estabelece a linguagem da publicidade e da propaganda através de inteligentes análises de anúncios.[ ler resenha | ver preço]
06º. A Prática do Design Gráfico: Uma Metodologia Criativa é um livrinho bem simpático que, além de abordar todos os níveis simbólicos e produtivos do design gráfico, trata em específico também da responsabilidade social da profissão. [ler resenha | ver preço]
07º. Javier Diaz Nóci é um dos principais pesquisadores de jornalismo digital do mundo. La Escritura Digital é um ótimo livro tanto para jornalistas quanto para qualquer um que produz ou pretende produzir conteúdo para a internet. [ver blog de Nóci | ver preço do livro]
08º. O último livro do ano conseguiu o oitavo lugar. Na verdade ainda faltam algumas páginas, mas A Cor como Informação, de Luciano Guimarães, merece já constar aqui. Assim como Aumont, o autor brasileiro divide o livro por níveis, do biológico ao social. Mas aplica a análise da cor a um objeto deveras interessante: a revista. [ver preço]
09º. Mais um livro de literatura que conseguiu entrar nessa lista, Lolita, de Vladimir Nabokov. Narrado pelo pedófilo(?) Humbert Humbert, o texto sempre deixa o leitor sobre uma linha tênue entre o ódio e a pena tanto por Humbert quanto por Lolita. [ver preço]
10º. Por fim, mas não menos importante, Priotizing Web Usability, de Jakob Nielsen e Hoa Loranger. Mais um livro do renomado pesquisador, co-fundador do Nielsen Norman Group, que trata de usabilidade com ênfase e um texto divertido, ao mesmo tempo. [ver preço]
Posted: December 27th, 2008 | Author: Tarcízio Silva | Filed under: Outros sites e blogs | Tags: blog, colophon, design editorial, design gráfico, revistas | No Comments »
Andrew Losowsky é designer editorial com décadas de experiência e um dos curadores do evento internacional Colophon. Mantêm um blog chamado Magtastic Blogsplosion sobre publicação, revistas e design editorial. Além de fundador de várias revistas, é o editor do livro We Love Magazines.
De um modo geral, o blog é composto principalmente por compilações de notícias. Periodicamente Losowsky posta “News from Magosphere”, com uma dúzia de links. Entre os posts mais interessantes, destaco a análise da revista GOOD.
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Posted: December 25th, 2008 | Author: Tarcízio Silva | Filed under: Textos Acadêmicos | Tags: concretismo, design editorial, design gráfico, história do design, impressão, livros, papel, poesia concreta | No Comments »

A imprensa era um exército de 26 soldados de chumbo com os quais poderia conquistar-se o mundo.
Foi a partir dessa frase, atribuída a Johannes Gutenberg, João Batista de Macedo Júnior entitulou seu trabalho de conclusão de curso em Artes Plásticas. “O mapa de guerra dos soldadinhos de chumbo – o pensamento visual no espaço da página”. Orientado por Omar Khouri, João Macedo apresentou esse trabalho para conseguir o bacharelado em Artes Plásticas no Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista.
O texto sofre de problemas de estilo e revisão. Repetidamente algumas frases não tem verbo, como se estivessem incompletas e os erros de digitação são comuns. Todo o trabalho usa KOOP ao invés de KOPP.
A estrutura é a seguinte:
1. Escrita
2. Tecnologias
3. Livro
4. Diagramação
5. Cronologia
6. Poesia Visual
7. Trabalho Prático
Os primeiros capítulos fazem a história da escrita, das tecnologias de impressão, tipografia e do livro. “Diagramação” tenta definir a prática. “Cronologia” é uma história do design gráfico, muito calcado em Design Gráfico Cambiante, de Rudinei Kopp e com algum material de Richard Hollis e Steven Heller.
Finalmente chega o capítulo “Poesia Visual” para salvar o interesse. Depois que a história da poesia concreta brasileira é contada, a análise de alguns poemas da época e alguns atuais. O último capítulo decepciona. Apesar do título, é apenas um comentário sobre o próprio trabalho. Aqui na UFBA é chamado de “Memória”, essa parte reflexiva sobre o trabalho Experimental. Mas é um documento em separado, e mais desenvolvido.
Ao chegar ao fim da leitura, se percebe que o título não é tão adequado assim. O núcleo e objetivo do trabalho não é diretamente ligado à imprensa.
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