Publicada no Almanaque de Comunicação Bahia 2010, a matéria sobre cool hunting traz declarações minhas e de gestores de algumas das principais agências de propaganda da Bahia: Engenhonovo, Propeg e Ideia 3. Vejam inteira no Issuu:
O VI Enecult, Encontro de Estudos Multidisciplinares em Cultura, já tem calendário e áreas temáticas definidas, divulgadas no blog www.enecult.wordpress.com. O evento, que é organizado pelo Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura, acontecerá na Reitoria e na Faculdade de Comunicação da UFBA entre 25 e 27 de maio.
Entre as áreas temáticas, duas são de maior interesse para os leitores desse blog: Cultura & Mídia e Cultura Digital. Trabalhos podem ser submetidos de 08/02 a 12/03. Para saber todas as informações mais detalhadamente, visite o blog clicando no cartaz:
Agências Digitais da Bahia é um site que pretende reunir descrições, links e informações sobre as… agências digitais da Bahia. O nome é auto-explicativo e a iniciativa do Gerson Souza é muito boa.
A Tudo Bem é uma revista soteropolitana, distribuída em uma rede de estacionamento. Em outubro, preparou uma edição especial sobre propaganda, devido ao acontecimendo do MaxiMídia Salvador. Entre o conteúdo, trouxe uma dupla “Publicitários na Internet” e traz dicas de Twitter e Blog de alguns profissionais baianos. Entre eles, o autor desse blog. Já conhecia e fica a dica sobre Caio Costa, do Blogcitário, e Leonardo Araújo, do Propaganda, Prosa e Poesia. Para ver a revista online, clique abaixo.
A Ideia 3 é uma das maiores agências de propaganda do Nordeste. Atende clientes como Shopping Iguatemi, O Boticário, Abradif e também tem uma carteira sólida de clientes do ramo imobiliário. Se você é redator, ecursa o último ano de Comunicação ou concluiu a menos de um ano, é uma boa oportunidade de ter experiência em agência grande. Clique na imagem para ver detalhes.
Acontecerá dia 01 de agosto o segundo Twitter BA, um encontro informal de twitteiros baianos. Assim como a primeira edição, acontecerá no Bar Restaurante Extudo. Já temos 49 pessoas confirmadas, vamos lá! Para acompanhar o buchicho sobre o evento: #twitterba.
O sexto número da minha querida revista Fraude foi lançado em 28 de novembro em Salvador. Vários fatores atrasaram minha resenha, mas agora não tenho mais desculpas. Foram disponibilizadas online a versão digital da revista e o vídeo do programa Soterópolis, sobre o lançamento:
Minhas opiniões são menos suspeitas desta vez porque minha participação nesta edição se limitou à co-autoria da matéria sobre toy art na Bahia, à diagramação das páginas da mesma matéria e alguns pitacos para o diretor de arte, Rodrigo Lessa, que fez um trabalho muito melhor do que fiz no número anterior.
Pois bem. Além da matéria sobre toy art, “Artistas de Brinquedo’, gosto muito dos textos sobre o mercado de animação e sobre a música religiosa. Foi nessa matéria que conheci alguns dos versos mais bonitos da história da música brasileira: “Bolo doido, bolo doido! Eita bolo doido! A vida sem Jesus é bolo doido!”. Concordo!
Também foi realizado um perfil de uma designer, realizado exclusivamente atráves de mídias sociais, sem a mesma saber: Orkut, MySpace, Blogspot, Flickr, Deviant.art etc. Posteriormente tive alguns contatos com Rebecca Agra, que me ajudou até no TCC (!) e merece a indicação.
Se no número anterior o uso de elementos sequenciais nas diagramações se fez mais presente, dessa vez o recurso é utilizado na capa! A equipe de arte produziu as fotografias de Wendell Wagner e já brindam o leitor no primeiro passar de página.
Novamente, a dupla da seção de curtas Preliminares é um ponto alto da revista. Usando técnicas simples de colagem, a composição ficou clara e apropriada para a seção.
No centro da revista o núcleo temático, posicionado logo após uma crônica sobre sexo virtual, trata de colaboração em software e no cinema. A literatura via/de/com Twitter também marca presença. Fechando o miolo da revista, uma história em quadrinhos jornalística, sobre a marcha da maconha em Salvador e reapropriações da marca Macaquicha por ilustradores baianos. Na contra-capa um paper toy freudiano de Brian Gubizca e Matt Hawkins.
Se você é soteropolitano, deixe de ser mão-de-vaca e tenha em mãos a edição impressa do que o PetCom generosamente colocou no Issuu. São apenas dois reais!
Lançado em 2004, Design e Comunicação Visual na Bahia: Técnicas de Sinalização foi escrito por Sônia Castro, uma das responsáveis pela implantação do primeiro curso de design na Bahia. Na primeira folheda atenta, contudo, a edição da EDUFBA decepciona: impressão ruim e tipografia confusa. A seção de abertura do livro é o basicão de qualquer livro de história do design. Antecedentes, Arts & Crafts, Art Nouveau, União Soviética, Bauhaus etc…
A segunda parte é bem interessante. Mais histórica, digamos assim, fala da indústria gráfica da Bahia nos tempos da colônia, passa pela ditadura militar e chega à década de 90 e novas tecnologias. Chega a listar nomes e pequeno histórico (e alguns trabalhos, às vezes) de dezenas e dezenas de designers baianos. A terceira parte, por fim, trata de sinalização. Para tanto, começa com identidade corporativa, símbolos, história da escrita para chegar a sinalização contemporânea propriamente dita, incluindo especificações técnicas.
É um livro um tanto quanto desarmônico, mas tem seus méritos no segundo e terceiro capítulos, a depender do leitor. Tive sorte porque design na Bahia me interessa, além de nunca ter lido nada específico sobre sinalização. Relativamente barato, vale a pena. Está a venda na Livraria Cultura.
Produzida em 2007.2 e lançado em fevereiro de 2008, o quarto número da revista Lupa trouxe na capa uma ilustação de Ricardo Takeru, misturando estética e elementos de mangá com elementos do candomblé. Uma “orixá-samurai”. É referência a matéria sobre cosplayer em Salvador.
Outra matéria de destaque, é a “Parada de Puta”, sobre a Daspu. Em relação à fotografia, tenho de destacar o trabalho de Fabiane Oiticica e Davi Boaventura na matéria sobre Le Parkour. Impressões, desta vez, é criativa mas não tão bem executada.
O design não está tão inspirado quanto o foi no terceiro número. Mas temos alguns recursos interessantes. Na matéria “Indústria dos concursos”, a repetição horizontal do título em preto, branco e cinza conota serialidade industrial. Ilustrado traz trabalho lindo de Naara Nascimento. Cubo Mágico trouxe o tema “Sub-Versão”, e traz um texto ótimo de Cadu Oliveira desvendando Pinóquio.
A minha matéria, escrita com Cadu Oliveira, fala de alguns transformistas soteropolitanos, dificuldades e glórias da arte. Fizemos um ensaio no Labfoto com a transformista Valerie O’rarah. Fotografias por Fabíola Freire e produção por Wendell Wagner. Abaixo, o making of: