“…os chamativos livros dos gurus são totalmente rasos, com muito foco em modismos e/ou ferramentas. Há desde nomes megalomaníacos a listas de referências ou bibliografia vazias; uma verdadeira salada de autoajuda profissional… cilada perigosa pro leitor leigo.”
“…é ilusão achar que dá pra trabalhar com marketing (especificamente na área digital) sem estudar todo santo dia.”
“É papel do profissional de serviços educar o cliente. Uma das tarefas dentro deste papel de educador é ajudá-lo a passar melhor as informações sobre como, por exemplo, ele quer um blog ou um email marketing. O cliente não tem a menor obrigação de entender do que você entende. É normal ele descrever suas necessidades dessa maneira (site clean e com tom simpático etc…) e é você quem deve insistentemente investigar o que diabos ele quer dizer com aquilo.”
São todas retiradas de textos do novo site do Nino Carvalho, Gerente de Estratégias em Mídias Digitais da InPress PorterNovelli, consultor, idealizador de uma pós na área e, principalmente, um dos profissionais que mais se preocupa e age em prol da educação de mercado e boas práticas aqui no Brasil. Como essa é uma preocupação indispensável e necessária, fica aqui a dica também do Twitter e SlideShare. Leiam, debatam e vamos construir um mercado mais saudável.
Hoje faço um ano desse blog. Como não tenho tempo de fazer um post festinha, deixo aqui a lista dos 10 posts mais visitados neste ano. Divirtam-se:
ps: descobri que também criei minha conta no Twitter no dia 16-06, só que um ano antes. #medo
Indicação de três blogs, de colegas que também fazem mestrado na linha de Cibercultura aqui no Póscom.
Ciberalgo, do @pvbsousa
Blog sobre geolocalização, mídias locativas e mapeamento colaborativo. Destaque: O cinismo dos sistemas ubíquos
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Papel Digital, do @rodrigocunha85
Blog sobre jornalismo, novos formatos de publicação e convergencia. Destaque: OESP e O Globo lançam versões para iPad

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Valores-Notícia
@rodrigo_martins
Sobre jornalismo online, ferramentas de participação e aproximação dos leitores com as notícias. Destaque: O novo Estadão e o Twitter

Ian Castro estuda na mesma faculdade onde estudei até o início do ano. Apesar disso (vejam como sou nerd), fui conhecê-lo apenas pela internet, através do ótimo blog Altcore. Além de pesquisa acadêmica, o cara tambem é redator web da agência baiana Ideia 3. Depois de muita enrolação (aqui fica o puxão de orelha), publicou o Intermídias, novo blog. Domínio próprio, plataforma wordpress e, principalmente, o que mais importa: conteúdo de muita qualidade. Se quiser ler sobre comunicação e publicidade digital, com alguma ênfase em mobile, não pode deixar de clicar na imagem abaixo e também assinar o feed:

Curioso como os veículos “brasileiros” são pautados pelos “americanos”. Com o sucesso dos jogos sociais no Brasil através do crescimento do Facebook por aqui, matérias muito ruins tem aparecido no G1, Terra, Idgnow etc falando de jogos sociais e, finalmente, de aplicativos sociais – uma pauta bastante subestimada até este ano, apesar do sucesso destes no Orkut.
O Brainstorm #9 publicou um artigo ontem sobre a economia dos aplicativos – sociais e mobile, por causa de uma matéria publicada na Business Week. Particularmente, acho que uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. Devem ser analisadas com suas particularidades, que são muitas. Mas segue o trecho inicial do post. Clique no final para ler inteiro:
“A edição dessa semana da Business Week traz uma excelente matéria sobre o que chamam de “A economia dos aplicativos”, inexistente há apenas dois anos. De jogos tolos e pedaços minúsculos de código, na maior parte do tempo, sem utilidade, os aplicativos para celulares e redes sociais geram hoje fortunas para o seus empreendedores.
Com cerca de 100.000 softwares criados, grande parte na App Store da Apple, a economia dos aplicativos tornou-se um negócio altamente lucrativo para startups como Zynga, Playfish e Playdom. Além da atenção de investidores, as três companhias, juntas, geram um valor estimado em 300 milhões de dólares anuais com a venda de bugigangas digitais.” [LER MAIS]