MisEntropy é o blog de Iqbal Mohammed, planner indiano. Encontrei o blog através de uma lista de Twitters de planners. Essa lista é apenas um dos muitos posts que reúnem informações úteis para planejadores, como lista de outros blogse um almanaque(!). Isso tudo, é claro, além dos posts “normais” como um dos últimos, sobre resolução de problemas. Indispensável no leitor de feeds:
Um anúncio widget da TIM me chamou a atenção esta semana. O vi no Baixaki, site de downloads. São duas abas. Na primeira, um vídeo incorporado do YouTube, na segunda, a promoção:
Usar vídeo incorporado do YouTube em anúncios noutros espaços é uma prática ainda incomum, mas que tem alguns benefícios, como:
Integra ações de comunicação – além de mostrar o – bom – anúncio, o widget abre a possibilidade de levar o internauta até o canal YouTube da TIM, onde poderá ver outros 15 vídeos, ler descrição da empresa, saber de promoções etc.
Potencializa tempo de exposição – se o widget levar o interessado ao canal do YouTube, cada novo vídeo visto será um”bônus”. Afinal, a TIM só pagou pela produção e inserção do vídeo nos widgets nos sites. No canal YouTube, não há custo de mídia.
Posiciona o vídeo no YouTube – no site de compartilhamento de vídeos, existem vários fatores que podem ajudar um vídeo a ser mais encontrado e exposto. Um deles é o número de visualizações, que conta inclusive as visualizações incorporadas. Neste caso, das 74 mil visualizações do vídeo, 23 mil foram através dos anúncios nos widgets.
Esses são apenas alguns dos benefícios de se pensar formatos diferenciados em anúncios, ainda mais se forem integrados à ações de mídias sociais.
A monografia, cujo anteprojeto deu o impulso inicial para a criação deste blog, está pronta, finalizada, aprovada e revisada. Diagramando Revistas Culturais – Reflexões sobre a Revista Fraude, monografia orientada por Graciela Natansohn pode ser visualizada e baixada:
Produzido por Samantha Pagan e Anita Brown para um curso de produção de vídeo, o documentário Comic Sans inspirou-se no Helvetica de Gary Hustwit, mas sem tanta pretensão. Inspirada pelo estilo das letras dos quadrinhos, a fonte passou a ser uuilizada em outros contextos e gerou tanta revolta. Este documentário curto, de apenas 8 minutos, trata um pouco da história e muito do ódio e os motivos por trás desse ódio à Comic Sans.
Segundo Vincent Connare, seu criador: “Se você a adora, você não sabe muito sobre tipografia. E se você a odeia, você realmente não sabe muito sobre tipografia e deveria arranjar outro hobby.” Que acham? O vídeo pode ser visto direto daqui ou baixado no Vimeo.